Há 6 anos
sábado, 16 de janeiro de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
a glória do ministério cristão-e.b.d. lição3
Texto Bíblico: 2 Co 1.12-14, 21, 22; 2.4, 14-17
TEXTO ÁUREO:
“E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo e , por meio de nós, manifesta em todo lugar o cheiro do seu conhecimento” (2Co 2.14) A narrativa de Paulo muda, subitamente, da realidade invisível de sua ansiedade pelos crentes de Corinto e de seu desapontamento por não ter encontrado Tito em Trôade, para o terreno espiritual. Paulo se vê como parte do cortejo triunfal de Deus na cidade celeste, muito parecido com uma parada de Vitória que um antigo general romano lideraria, ao voltar a Roma, (isto não lhe era concedido pelo senado a menos que ele tivesse uma vitoria muito importante e decisiva ou conquistado uma província), com cativos vencidos seguindo atrás dos carros de combate. Mas aqui Paulo - ex-inimigo de Deus - é um alegre cativo e participante das bênçãos da vitória do Rei. Nós também participamos desse modo do domínio espiritual, marchando na parada de vitória do nosso grande Rei, enquanto as forças do inimigo são esmagadas pelo seu avanço. Apesar de retrocessos como Paulo sofreu em Trôade, os olhos da fé podem ver o progresso inevitável de reino de Deus. Tal triunfo em Cristo, como o que é descrito aqui, manifesta a fragrância do seu conhecimento por meio de ministros triunfantes onde quer que sirvam.
VERDADE PRÁTICA:
A glória do ministério cristão está na simplicidade com que se prega o evangelho e na salvação e edificação dos fiéis. - Nesta terceira Lição é dada ênfase à autenticidade do ministério cristão, caracterizado pela simplicidade, bom testemunho e sinceridade com que se prega ou ensina a palavra de Deus.
OBJETIVOS DA LIÇÃO
- Conscientizar-se de que a glória do ministério cristão está na simplicidade e sinceridade com que se prega o Evangelho
- Explicar as razões da mudança de planos da ida de Paulo a Corinto
- Saber que somos o bom cheiro de Cristo
PALAVRA CHAVE: “ministério” - (Gr. Diakonia) serviço, ministério; aparece no sentido de ministério religioso e espiritual (cargo ou função) em At 1.17, 25; 6.4; 12.25; 21.19; Rm 11.13 (ministério apostólico), At 20.24; 2 Co 4.1; 6.3; 11.8; 1 Tm 1.12; 2 Tm 4.5 (ministério de pregação e ensino), administração (2 Co 9.13; Ef 4.12). (VINE, 2003, p. 791); - (Gr. Leitourgia) ministérios sacros: (a) sacerdotal (Lc 1.23; Hb 8.6; 9.21) (b) figurativamente, a fé prática dos membros da igreja em Filipos considerados como sacrifício sacerdotal, sobre o qual a vida do apóstolo Paulo poderia ser derramada como libação (Fp 2.17); (c) o “ministério” dos crentes uns aos outros, considerado como serviço sacerdotal (2 Co 9.12; Fp 2.30).
INTRODUÇÃO
Paulo visitou Trôade (Uma cidade no extremo noroeste da Ásia Menor, atual Turquia, no lado oposto do mar Egeu, defronte da Grécia. Paulo viajou dali para Filipos. Foi em Trôade que Paulo teve uma visão de um homem da Macedônia, implorando-lhe que viesse ajudá-los (At 16.8)) em sua segunda viagem missionária (At 16. 6-8) e talvez durante a terceira (At 16..At 18.23). Não se sabe a qual viagem ele se refere.Após render graças a Deus pela libertação divina que tivera na Ásia (1.8-11), Paulo agora segue, a partir do versículo 12, trazendo uma defesa de sua conduta aos irmãos de Corinto. Segundo Mt 24.3, um dos grandes sinais do fim dos tempos é a aparição de um grande número de “falsos obreiros” ou de “falsificadores da palavra de Deus”, que enganarão com muita habilidade e astúcia o povo de Deus, inclusive, com a realização de grandes sinais e prodígios. Paulo enfrentou acusações de oponentes que tentavam arruinar sua credibilidade como apóstolo de Cristo. Hoje, esses “falsos obreiros” se encontram exercendo várias funções na igreja e de igual forma, tentam arruinar o progresso do verdadeiro evangelho. A Igreja de Jesus é um corpo espiritual no qual a unidade do Espírito só pode ser conservada pelo vínculo da paz. O apóstolo Paulo, usado por Deus, exorta a Igreja à unidade, à concórdia e à comunhão entre os irmãos. Todavia, é uma grande lástima ver aqui e acolá os ditos salvos e santos em guerra uns contra os outros. Será que estes são a continuação dos “falsos irmãos” descritos em Gálatas 2.4?
I. O MINISTÉRIO APOSTÓLICO DE PAULO (1.12-22)
1. Confiabilidade, a garantia do ministério (1.12-14). Paulo havia desistido da viagem a Corinto pela terceira vez, e os irmãos coríntios influenciados por alguns opositores, começaram a alegar que Paulo agia displicentemente com a igreja. Deus proveu oportunidades que Paulo pregasse o evangelho. Uma grande oportunidade de ter um ministério eficaz não fez Paulo desviar-se de seu compromisso anterior de cuidar da igreja em Corinto e endireitar os seus problemas. Paulo continuava a sentir uma profunda preocupação por todas as igrejas fundadas por ele.
2. A força de sua consciência (1.12). Paulo se gloria não em sua própria habilidade, mas em ter uma consciência limpa e uma conduta moralmente reta. Sua simplicidade e sinceridade piedosa não resultam de ele estar seguindo a sabedoria convencional do mundo, mas resultam dele depender da graça de Deus. Quando se gloria, Paulo não toma crédito para si mesmo. É o triunfo da graça de Deus nele.
3. A autenticidade ministerial (1.18-22). Paulo invoca a fidelidade divina como o padrão e a garantia da sua própria fidelidade. Todas as promessas de Deus são sim e que assim seja, ou sim e verdade. Nele, elas são sempre sim, e nele, elas são sempre fiéis. Nem uma promessa de Deus se resume em ‘não’ para quem crer e cumprir as condições. A veracidade absoluta e as palavras de Deus, dignas de confiança como elas são em Cristo, eram o padrão que Paulo sempre seguia em seus discursos. Isso é coerente com o padrão geral, seguido por Paulo, de derivar os absolutos morais do caráter moral de Deus. Paulo era um homem tão íntegro e tinha um caráter tão firme que, diante da acusações contra a sua vida, ele apela para a sua consciência pessoal como testemunho de sua sinceridade nas ações de seu ministério.
II. A ATITUDE CONFIANTE DE PAULO EM RELAÇÃO À IGREJA (1.23-2.13)
1. Razões de mudança de planos da ida de Paulo a Corinto (1.23-2.4). “Eu, porem, por minha vida, tomo a Deus por testemunha de que, para vos poupar, não tornei ainda a Corinto;” Paulo presta aqui um juramento solene para persuadir os crentes de Corinto quanto à sua veracidade. É como se o apóstolo estivesse dizendo: ‘Se não estou dizendo a verdade, peço a Deus que me tire a vida’. Em sua próxima visita, ele chegaria com a autoridade e o poder do Senhor, e ele queria dar-lhes oportunidade de se arrependerem. Esse foi o motivo pelo qual ele tinha alterado os seus planos e não voltou a Corinto antes de partir para a Macedônia. Essa alteração não ocorrera por vacilação mundana ou por covardia., conforme seus opositores estavam afirmando.
2. O perdão ao ofensor arrependido e a disciplina eclesiástica (2.5-11). Após aquela visita entristecedora (v. 1), Paulo escreveu uma carta de repreensão à igreja dos coríntios, enviando-a por mão de Tito. O propósito de Paulo, ao escrever a carta desagradável, não foi simplesmente entristecer os coríntios. Ele estava buscando o melhor para a igreja, mesmo que isso trouxesse dor, tanto para eles quanto para si próprio. Ao que tudo indica, depois que Paulo deixara Corinto ou, pelo menos, depois que Tito havia chegado ali com a carta desagradável, os crentes de Corinto exerceram disciplina eclesiástica contra o ofensor.
3. A confiança de Paulo no triunfo da Igreja. Nos versículos 12 e 13, Paulo anseia por ter noticias de Tito. Ele tinha esperado que Tito visse ao encontro dele em Trôade e lhe desse noticia de que a carta de reprimenda fora bem recebida. Quando Tito não apareceu, Paulo ficou profundamente perturbado. A igreja não pode deixar de administrar a disciplina aos que cometem pecado, para que não haja contaminação dos demais, entretanto, o tratamento com o pecador deve ser feito com atitude corretiva, terapêutica e restauradora, visando proporcionar-lhe o arrependimento e o recomeço da vida cristã.
III. PAULO SE PREOCUPA COM OS FALSIFICADORES DA PALAVRA DE DEUS (2.14-17)
1. A visão de triunfo do Evangelho no mundo (2.14). A narrativa de Paulo muda, subitamente, da realidade visível de sua ansiedade pelos crentes de Corinto e de seu desapontamento por não ter encontrado Tito em Trôade, para o terreno espiritual. Paulo se vê como parte do cortejo triunfal de Deus na cidade celeste. O triunfo aqui é como o dos romanos, no qual uma homenagem publica e solene era feita a um general vitorioso, concedendo-lhe um magnífico cortejo pela cidade de Roma. O triunfo em Cristo significa completo domínio sobre os poderes satânicos.
2. Somos o bom cheiro de Cristo (2.15). Tal triunfo em Cristo manifesta a fragrância do seu conhecimento por meio de ministros triunfantes onde quer que sirvam. Os ministros são o bom perfume para Deus por meio de Cristo em todos que salvos e não salvos. Para os salvos, eles são um aroma de vida para a vida. Para os não salvos, eles são um aroma de morte. Esta é outra forma de dizer que quem receber o evangelho será salvo e quem o rejeitar se perderá. O evangelho pregado salva santos e condena pecadores.
3. A ameaça dos falsificadores da Palavra de Deus (2.17). É uma tragédia que então, como agora, muitos tenham pregado o evangelho ou o ensino cristão apenas como um meio de ganhar a vida. O alvo de Paulo não era beneficiar-se pessoalmente ou receber recompensa financeira, mas era a glória de Deus - todo o ministério de Paulo foi efetuado na presença de Deus, provendo-lhe um poderoso motivo para manter sua consciência limpa. Pregadores mercadores são aqueles que oferecem um evangelho de imitação, corrompido, o qual ilude aos interessados. No capítulo 11.13, Paulo condena os falsos apóstolos que torciam o Evangelho para tirar proveito próprio em detrimento dos demais.
CONCLUSÃO
Depois de haver explicado sua mudança de planos sobre a visita aos crentes coríntios, Paulo descreve o que é um verdadeiro ministério cristão. Significa ser ministro de uma gloriosa nova aliança, confiando em Deus em meios a tribulações e falando a mensagem de reconciliação. Paulo insiste que a fidelidade a essas tarefas - e não a eloqüência, profundos pensamentos filosóficos ou padrões mundanos de excelência pessoal - é a base de um ministério válido. Ele confia, diante de Deus, que o seu ministério é autêntico e que os crentes coríntios são “carta de recomendação”, que testificam dessa autenticidade. Ele não confiava em si mesmo, mas “por intermédio de Cristo”(3.4).
APLICAÇÃO PESSOAL
Muitas igrejas tem surgido no cenário nacional, adotando a função de ‘apóstolo’ dentro de sua hierarquia eclesiástica. Quando comparamos os ditos ‘apóstolos’ com aqueles do Novo-Testamento, notamos o quanto diferentes são. De fato, no exercício dessa função, os ‘apóstolos’ de hoje acabam não se identificando com o apostolado bíblico. Hoje, um título de pastor não é difícil de obter. Ministérios há em que os consagrados a tão sublime cargo, não tem a chamada, a vocação, recebendo imposição de mãos de outros em pior situação. Estes falsificadores não estão preocupados com o bem estar das ovelhas, mas sua única preocupação é com a lã das ovelhas. As falsas doutrinas (Ef 4.14 ), provenientes do ensino de falsos mestres, estão entrando em nossas igrejas através de movimentos e modismos doutrinários, confundindo os crentes sem raízes profundas. A Teologia da Prosperidade, o Movimento da Fé, quebra de maldições, batalhas espirituais, encontrões, a auto-ajuda e o movimento G-12 são exemplos dessas coisas nocivas que têm causado sérios prejuízos à Igreja.
Hoje temos uma excelente oportunidade para uma aula participativa, para um FeedBack* do que tem sucedido em nossas igrejas. Pergunte aos alunos o que eles entendem por ministério e ministros. Depois, discuta as respostas. Pergunte também como percebem o crescimento dos falsos obreiros e se saberiam identificar os tais.
N‘Ele, que aspira em nós o doce aroma de Cristo,
Francisco A Barbosa (assis.barbosa@bol.com.br)
BIBLIOGRAFIA PESQUISADA
- Dicionário VINE, CPAD.
- Bíblia de Estudo Pentecostal, Rio de Janeiro: CPAD
- Comentário Bíblico Matthew Henri, p.968. Rio de Janeiro: CPAD
- Bíblia de Estudo DAKE, CPAD-Ed Atos
- Bíblia de Estudo Genebra, Ed Cultura Cristã - SBB;
Boa Aula!
*FeedBack: -Em administração, feedback é o procedimento que consiste no provimento de informação à uma pessoa sobre o desempenho, conduta ou eventualidade executada por ela e objetiva reprimir, reorientar e/ou estimular uma ou mais ações determinadas, executadas anteriormente.
No processo de desenvolvimento da competência interpessoal o feedback é um importante recurso porque permite que nos vejamos como somos vistos pelos outros. É ainda, uma atividade executada com a finalidade de maximizar o desempenho de um indivíduo ou de um grupo. Processualmente, é oriundo de uma avaliação de monitoria.
TEXTO ÁUREO:
“E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo e , por meio de nós, manifesta em todo lugar o cheiro do seu conhecimento” (2Co 2.14) A narrativa de Paulo muda, subitamente, da realidade invisível de sua ansiedade pelos crentes de Corinto e de seu desapontamento por não ter encontrado Tito em Trôade, para o terreno espiritual. Paulo se vê como parte do cortejo triunfal de Deus na cidade celeste, muito parecido com uma parada de Vitória que um antigo general romano lideraria, ao voltar a Roma, (isto não lhe era concedido pelo senado a menos que ele tivesse uma vitoria muito importante e decisiva ou conquistado uma província), com cativos vencidos seguindo atrás dos carros de combate. Mas aqui Paulo - ex-inimigo de Deus - é um alegre cativo e participante das bênçãos da vitória do Rei. Nós também participamos desse modo do domínio espiritual, marchando na parada de vitória do nosso grande Rei, enquanto as forças do inimigo são esmagadas pelo seu avanço. Apesar de retrocessos como Paulo sofreu em Trôade, os olhos da fé podem ver o progresso inevitável de reino de Deus. Tal triunfo em Cristo, como o que é descrito aqui, manifesta a fragrância do seu conhecimento por meio de ministros triunfantes onde quer que sirvam.
VERDADE PRÁTICA:
A glória do ministério cristão está na simplicidade com que se prega o evangelho e na salvação e edificação dos fiéis. - Nesta terceira Lição é dada ênfase à autenticidade do ministério cristão, caracterizado pela simplicidade, bom testemunho e sinceridade com que se prega ou ensina a palavra de Deus.
OBJETIVOS DA LIÇÃO
- Conscientizar-se de que a glória do ministério cristão está na simplicidade e sinceridade com que se prega o Evangelho
- Explicar as razões da mudança de planos da ida de Paulo a Corinto
- Saber que somos o bom cheiro de Cristo
PALAVRA CHAVE: “ministério” - (Gr. Diakonia) serviço, ministério; aparece no sentido de ministério religioso e espiritual (cargo ou função) em At 1.17, 25; 6.4; 12.25; 21.19; Rm 11.13 (ministério apostólico), At 20.24; 2 Co 4.1; 6.3; 11.8; 1 Tm 1.12; 2 Tm 4.5 (ministério de pregação e ensino), administração (2 Co 9.13; Ef 4.12). (VINE, 2003, p. 791); - (Gr. Leitourgia) ministérios sacros: (a) sacerdotal (Lc 1.23; Hb 8.6; 9.21) (b) figurativamente, a fé prática dos membros da igreja em Filipos considerados como sacrifício sacerdotal, sobre o qual a vida do apóstolo Paulo poderia ser derramada como libação (Fp 2.17); (c) o “ministério” dos crentes uns aos outros, considerado como serviço sacerdotal (2 Co 9.12; Fp 2.30).
INTRODUÇÃO
Paulo visitou Trôade (Uma cidade no extremo noroeste da Ásia Menor, atual Turquia, no lado oposto do mar Egeu, defronte da Grécia. Paulo viajou dali para Filipos. Foi em Trôade que Paulo teve uma visão de um homem da Macedônia, implorando-lhe que viesse ajudá-los (At 16.8)) em sua segunda viagem missionária (At 16. 6-8) e talvez durante a terceira (At 16..At 18.23). Não se sabe a qual viagem ele se refere.Após render graças a Deus pela libertação divina que tivera na Ásia (1.8-11), Paulo agora segue, a partir do versículo 12, trazendo uma defesa de sua conduta aos irmãos de Corinto. Segundo Mt 24.3, um dos grandes sinais do fim dos tempos é a aparição de um grande número de “falsos obreiros” ou de “falsificadores da palavra de Deus”, que enganarão com muita habilidade e astúcia o povo de Deus, inclusive, com a realização de grandes sinais e prodígios. Paulo enfrentou acusações de oponentes que tentavam arruinar sua credibilidade como apóstolo de Cristo. Hoje, esses “falsos obreiros” se encontram exercendo várias funções na igreja e de igual forma, tentam arruinar o progresso do verdadeiro evangelho. A Igreja de Jesus é um corpo espiritual no qual a unidade do Espírito só pode ser conservada pelo vínculo da paz. O apóstolo Paulo, usado por Deus, exorta a Igreja à unidade, à concórdia e à comunhão entre os irmãos. Todavia, é uma grande lástima ver aqui e acolá os ditos salvos e santos em guerra uns contra os outros. Será que estes são a continuação dos “falsos irmãos” descritos em Gálatas 2.4?
I. O MINISTÉRIO APOSTÓLICO DE PAULO (1.12-22)
1. Confiabilidade, a garantia do ministério (1.12-14). Paulo havia desistido da viagem a Corinto pela terceira vez, e os irmãos coríntios influenciados por alguns opositores, começaram a alegar que Paulo agia displicentemente com a igreja. Deus proveu oportunidades que Paulo pregasse o evangelho. Uma grande oportunidade de ter um ministério eficaz não fez Paulo desviar-se de seu compromisso anterior de cuidar da igreja em Corinto e endireitar os seus problemas. Paulo continuava a sentir uma profunda preocupação por todas as igrejas fundadas por ele.
2. A força de sua consciência (1.12). Paulo se gloria não em sua própria habilidade, mas em ter uma consciência limpa e uma conduta moralmente reta. Sua simplicidade e sinceridade piedosa não resultam de ele estar seguindo a sabedoria convencional do mundo, mas resultam dele depender da graça de Deus. Quando se gloria, Paulo não toma crédito para si mesmo. É o triunfo da graça de Deus nele.
3. A autenticidade ministerial (1.18-22). Paulo invoca a fidelidade divina como o padrão e a garantia da sua própria fidelidade. Todas as promessas de Deus são sim e que assim seja, ou sim e verdade. Nele, elas são sempre sim, e nele, elas são sempre fiéis. Nem uma promessa de Deus se resume em ‘não’ para quem crer e cumprir as condições. A veracidade absoluta e as palavras de Deus, dignas de confiança como elas são em Cristo, eram o padrão que Paulo sempre seguia em seus discursos. Isso é coerente com o padrão geral, seguido por Paulo, de derivar os absolutos morais do caráter moral de Deus. Paulo era um homem tão íntegro e tinha um caráter tão firme que, diante da acusações contra a sua vida, ele apela para a sua consciência pessoal como testemunho de sua sinceridade nas ações de seu ministério.
II. A ATITUDE CONFIANTE DE PAULO EM RELAÇÃO À IGREJA (1.23-2.13)
1. Razões de mudança de planos da ida de Paulo a Corinto (1.23-2.4). “Eu, porem, por minha vida, tomo a Deus por testemunha de que, para vos poupar, não tornei ainda a Corinto;” Paulo presta aqui um juramento solene para persuadir os crentes de Corinto quanto à sua veracidade. É como se o apóstolo estivesse dizendo: ‘Se não estou dizendo a verdade, peço a Deus que me tire a vida’. Em sua próxima visita, ele chegaria com a autoridade e o poder do Senhor, e ele queria dar-lhes oportunidade de se arrependerem. Esse foi o motivo pelo qual ele tinha alterado os seus planos e não voltou a Corinto antes de partir para a Macedônia. Essa alteração não ocorrera por vacilação mundana ou por covardia., conforme seus opositores estavam afirmando.
2. O perdão ao ofensor arrependido e a disciplina eclesiástica (2.5-11). Após aquela visita entristecedora (v. 1), Paulo escreveu uma carta de repreensão à igreja dos coríntios, enviando-a por mão de Tito. O propósito de Paulo, ao escrever a carta desagradável, não foi simplesmente entristecer os coríntios. Ele estava buscando o melhor para a igreja, mesmo que isso trouxesse dor, tanto para eles quanto para si próprio. Ao que tudo indica, depois que Paulo deixara Corinto ou, pelo menos, depois que Tito havia chegado ali com a carta desagradável, os crentes de Corinto exerceram disciplina eclesiástica contra o ofensor.
3. A confiança de Paulo no triunfo da Igreja. Nos versículos 12 e 13, Paulo anseia por ter noticias de Tito. Ele tinha esperado que Tito visse ao encontro dele em Trôade e lhe desse noticia de que a carta de reprimenda fora bem recebida. Quando Tito não apareceu, Paulo ficou profundamente perturbado. A igreja não pode deixar de administrar a disciplina aos que cometem pecado, para que não haja contaminação dos demais, entretanto, o tratamento com o pecador deve ser feito com atitude corretiva, terapêutica e restauradora, visando proporcionar-lhe o arrependimento e o recomeço da vida cristã.
III. PAULO SE PREOCUPA COM OS FALSIFICADORES DA PALAVRA DE DEUS (2.14-17)
1. A visão de triunfo do Evangelho no mundo (2.14). A narrativa de Paulo muda, subitamente, da realidade visível de sua ansiedade pelos crentes de Corinto e de seu desapontamento por não ter encontrado Tito em Trôade, para o terreno espiritual. Paulo se vê como parte do cortejo triunfal de Deus na cidade celeste. O triunfo aqui é como o dos romanos, no qual uma homenagem publica e solene era feita a um general vitorioso, concedendo-lhe um magnífico cortejo pela cidade de Roma. O triunfo em Cristo significa completo domínio sobre os poderes satânicos.
2. Somos o bom cheiro de Cristo (2.15). Tal triunfo em Cristo manifesta a fragrância do seu conhecimento por meio de ministros triunfantes onde quer que sirvam. Os ministros são o bom perfume para Deus por meio de Cristo em todos que salvos e não salvos. Para os salvos, eles são um aroma de vida para a vida. Para os não salvos, eles são um aroma de morte. Esta é outra forma de dizer que quem receber o evangelho será salvo e quem o rejeitar se perderá. O evangelho pregado salva santos e condena pecadores.
3. A ameaça dos falsificadores da Palavra de Deus (2.17). É uma tragédia que então, como agora, muitos tenham pregado o evangelho ou o ensino cristão apenas como um meio de ganhar a vida. O alvo de Paulo não era beneficiar-se pessoalmente ou receber recompensa financeira, mas era a glória de Deus - todo o ministério de Paulo foi efetuado na presença de Deus, provendo-lhe um poderoso motivo para manter sua consciência limpa. Pregadores mercadores são aqueles que oferecem um evangelho de imitação, corrompido, o qual ilude aos interessados. No capítulo 11.13, Paulo condena os falsos apóstolos que torciam o Evangelho para tirar proveito próprio em detrimento dos demais.
CONCLUSÃO
Depois de haver explicado sua mudança de planos sobre a visita aos crentes coríntios, Paulo descreve o que é um verdadeiro ministério cristão. Significa ser ministro de uma gloriosa nova aliança, confiando em Deus em meios a tribulações e falando a mensagem de reconciliação. Paulo insiste que a fidelidade a essas tarefas - e não a eloqüência, profundos pensamentos filosóficos ou padrões mundanos de excelência pessoal - é a base de um ministério válido. Ele confia, diante de Deus, que o seu ministério é autêntico e que os crentes coríntios são “carta de recomendação”, que testificam dessa autenticidade. Ele não confiava em si mesmo, mas “por intermédio de Cristo”(3.4).
APLICAÇÃO PESSOAL
Muitas igrejas tem surgido no cenário nacional, adotando a função de ‘apóstolo’ dentro de sua hierarquia eclesiástica. Quando comparamos os ditos ‘apóstolos’ com aqueles do Novo-Testamento, notamos o quanto diferentes são. De fato, no exercício dessa função, os ‘apóstolos’ de hoje acabam não se identificando com o apostolado bíblico. Hoje, um título de pastor não é difícil de obter. Ministérios há em que os consagrados a tão sublime cargo, não tem a chamada, a vocação, recebendo imposição de mãos de outros em pior situação. Estes falsificadores não estão preocupados com o bem estar das ovelhas, mas sua única preocupação é com a lã das ovelhas. As falsas doutrinas (Ef 4.14 ), provenientes do ensino de falsos mestres, estão entrando em nossas igrejas através de movimentos e modismos doutrinários, confundindo os crentes sem raízes profundas. A Teologia da Prosperidade, o Movimento da Fé, quebra de maldições, batalhas espirituais, encontrões, a auto-ajuda e o movimento G-12 são exemplos dessas coisas nocivas que têm causado sérios prejuízos à Igreja.
Hoje temos uma excelente oportunidade para uma aula participativa, para um FeedBack* do que tem sucedido em nossas igrejas. Pergunte aos alunos o que eles entendem por ministério e ministros. Depois, discuta as respostas. Pergunte também como percebem o crescimento dos falsos obreiros e se saberiam identificar os tais.
N‘Ele, que aspira em nós o doce aroma de Cristo,
Francisco A Barbosa (assis.barbosa@bol.com.br)
BIBLIOGRAFIA PESQUISADA
- Dicionário VINE, CPAD.
- Bíblia de Estudo Pentecostal, Rio de Janeiro: CPAD
- Comentário Bíblico Matthew Henri, p.968. Rio de Janeiro: CPAD
- Bíblia de Estudo DAKE, CPAD-Ed Atos
- Bíblia de Estudo Genebra, Ed Cultura Cristã - SBB;
Boa Aula!
*FeedBack: -Em administração, feedback é o procedimento que consiste no provimento de informação à uma pessoa sobre o desempenho, conduta ou eventualidade executada por ela e objetiva reprimir, reorientar e/ou estimular uma ou mais ações determinadas, executadas anteriormente.
No processo de desenvolvimento da competência interpessoal o feedback é um importante recurso porque permite que nos vejamos como somos vistos pelos outros. É ainda, uma atividade executada com a finalidade de maximizar o desempenho de um indivíduo ou de um grupo. Processualmente, é oriundo de uma avaliação de monitoria.
domingo, 10 de janeiro de 2010
ESCOLA BIBLICA DOMINICAL-LIÇÃO 2
TEXTO ÁUREO - II Cor 1:3. 3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: II Cor 1:1-7. PAULO, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus, que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia.Graça a vós e paz da parte de Deus nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus. Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos;E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.
Uma frase:
Toda aflição visa o meu benefício espiritual, o meu crescimento, e equipar-me para ter simpatia pelos que precisam. David Wilkerson
Pequeno glossário:
NAUM, hebraico: consolação, compassivo
NAA, hebraico: consolação, doçura
Vemos o que a Consolação, pode representar. É uma forma doce, do Espírito Santo aliviar as dores da alma do crente.
Ásia - “na sua grande aflição na Ásia”. Não o continente, mas a região da província romana, próximo ou na atual Turquia, que como sabemos tem parte no Continente europeu [o que demandou no atual contexto mundial, uma demora para entrada da mesma na Comunidade européia] e parte na Ásia menor, região que Paulo pregou e realizou parte de suas viagens missionárias.
A palavra “tribulação” em grego - é thlipsis, significando “angústia”, “fardo”, “perseguição”, “dificuldades”.
Thlibo -ser afligidos;aflitos.
Reflexão:
Deus nos livra em meio das aflições:
Salmo 34.19. Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra.
At.4.36. Então José, cognominado pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da consolação), levita, natural de Chipre,
1 PAULO, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus, que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia.
2 Graça a vós e paz da parte de Deus nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo.
3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;
4 Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.
5 Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.
6 Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos;
7 E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.
8 Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos.
9 Mas já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos;
10 O qual nos livrou de tão grande morte, e livra; em quem esperamos que também nos livrará ainda,
11 Ajudando-nos também vós com orações por nós, para que pela mercê, que por muitas pessoas nos foi feita, por muitas também sejam dadas graças a nosso respeito.
12 Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e de modo particular convosco.
13 Porque nenhumas outras coisas vos escrevemos, senão as que já sabeis ou também reconheceis; e espero que também até ao fim as reconhecereis.
14 Como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no dia do Senhor Jesus.
15 E com esta confiança quis primeiro ir ter convosco, para que tivésseis uma segunda graça;
16 E por vós passar à Macedônia, e da Macedônia ir outra vez ter convosco, e ser guiado por vós à Judéia.
17 E, deliberando isto, usei porventura de leviandade? Ou o que delibero, o delibero segundo a carne, para que haja em mim sim, sim, e não, não?
18 Antes, como Deus é fiel, a nossa palavra para convosco não foi sim e não.
19 Porque o Filho de Deus, Jesus Cristo, que entre vós foi pregado por nós, isto é, por mim, Silvano e Timóteo, não foi sim e não; mas nele houve sim.
20 Porque todas quantas promessas há de Deus, são nele sim, e por ele o Amém, para glória de Deus por nós.
21 Mas o que nos confirma convosco em Cristo, e o que nos ungiu, é Deus,
22 O qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações.
23 Invoco, porém, a Deus por testemunha sobre a minha alma, que para vos poupar não tenho até agora ido a Corinto;
24 Não que tenhamos domínio sobre a vossa fé, mas porque somos cooperadores de vosso gozo; porque pela fé estais em pé.
Nesta Epístola Paulo já está em pleno domínio da maioria da Igreja de Corinto.
Já havia ultrapassado as dissensões e sabia que os partidos haviam ficado sem vós e calados, muito embora, ainda dentro da Igreja, mas sem voz e vez.
Assim ele pode encaminhar esta Epístola com grande vigor disciplinador.
Ele mostra até mesmo expressa a sua confiança: “Como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no dia do Senhor Jesus. E com esta confiança quis primeiro ir ter convosco, para que tivésseis uma segunda graça“ - II Co.1.14.15; em voltar a ter com os Coríntios, em pleno vigor e de cabeça erguida como Apóstolo daquela região e daquela Igreja.
Aflição:
A aflição é um sentimento de agonia, sofrimento intenso, preocupação ou desassossego por alguma causa ou coisa em que vá afetar a nossa vida direta, ou indiretamente.
Aflição é ainda a sensação de que algo “não está certo”, ou de que alguma coisa errada ou traumática possa acontecer.
Introdução:
II Co. 13.10-14.Portanto, escrevo estas coisas estando ausente, para que, estando presente, não use de rigor, segundo o poder que o Senhor me deu para edificação, e não para destruição.Quanto ao mais, irmãos, regozijai-vos, sede perfeitos, sede consolados, sede de um mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz será convosco.Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo.Todos os santos vos saúdam.A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Amém.
No contexto paulino, a palavra aflição está intimamente ligada a ação e trabalho na proclamação do Evangelho do Senhor Jesus Cristo, Salvador nosso, além de evidentemente ser uma característica do próprio Cristo que sofreu por nós, assim Paulo explica e exorta o ânimo dos coríntios em seguirem adiante em meio a toda e qualquer tribulação.
Mormente a própria vida do apóstolo e de muitos de seus liderados e acompanhantes, como Lucas, Barnabé [At.4.36. Então José, cognominado pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da consolação), levita, natural de Chipre,], Silas e outros.
Paulo tinha um grande interesse em que os cristãos não se abalassem pelos sofrimentos que viam na vida dele.
8-10.Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos.Mas já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos; O qual nos livrou de tão grande morte, e livra; em quem esperamos [esperançoso] que também nos livrará ainda,
Paulo preveni os crentes de Listra e Icônio, de que eles iriam experimentar sofrimento pessoal,”e confirmando [fortalecendo a alma -”anima”] o ânimo dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, através de muitas tribulações,nos importa entrar no reino de Deus”. Atos 14:22.
A palavra em grego que Paulo usa aqui para “tribulação” é a mesma que Jesus em João 16.33, e quer dizer “angústia”, “fardos”, “perseguições”, “dificuldades”. Paulo disse: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos”(2 Tim. 3:12).Sabemos que o Espírito Santo é o nosso Confortador. Mas por que Ele vem a nós quando há sofrimento profundo? Por que Ele fortalece, auxilia, e eleva os nossos espíritos? “…para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus. Porque, assim como os sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo” (2 Corint. 1: 4-5).
Aflição com gozo é a verdade na vida de Paulo, a qual ele quer transmitir aos seus leitores em Corinto e nos dias de hoje.
Em meio a grandes tribulações teremos uma maior Consolação com gozo do Espírito Santo.
Paulo está indo pela terceira vez a Corinto encontrar-se com a Igreja fundada em sua segunda viagem.
Paulo coloca o seu sentimento na necessidade da Consolação, comparando ao sofrimento de Jesus, que morreu, diz ele:
“II Co.13.4. Porque, ainda que foi crucificado por fraqueza, vive, contudo, pelo poder de Deus. Porque nós também somos fracos nele, mas viveremos com ele pelo poder de Deus em vós”.
A fraqueza a qual ele se refere é um dos traços do sofrimento da vida do homem Jesus e até mesmo as aflições da Cruz, expressa no clamor:
Mc.15.44. “E, à hora nona, Jesus exclamou com grande voz, dizendo: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? Que traduzido é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”.
Ou mesmo para reforçar o entendimento do momento de Jesus, no deserto sendo tentado e depois consolado pelos seus anjos enviados por Deus, assim somos consolados pelo Espírito Santo enviado pelo Cristo glorificado, que foi consolado pelo Pai que enviou o seu séqüito no deserto, para consolar Seu Filho Amado:
Mt. 4.1-4.Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.
Mt. 4.10 .11. Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam.
É na aflição-tribulação que necessitamos do consolo divino.
A consolação de alguns não pode ser medida, segundo o entendimento de Paulo, pelo sofrimento das aflições, do tempo presente.
Há homens que já são consolados nesta vida, mas, no entanto, não terão consolo na Vida eterna.
Lc.6.24. Mas ai de vós, ricos! Porque já tendes a vossa consolação.
Mas, nós como Igreja e salvos, somos ensinados por Paulo a entender o que acontece nesta relação homem-Deus, na qual há momentos de pleno gozo, mas, quando somos afligidos, somos reféns do medo, pavor…
Mas, há meios, os quais Paulo nos ensina, bem como, as Escrituras pelos quais somos exercitados a ser consolados e entender a consolação.
O Que é Aflição:
Jeremias: “Eu sou o homem que viu a aflição”.
No original hebraico o termo “viu” significa que a aflição está viva e permanente na mente e os olhos ainda a enxergam como se fosse naquele momento, algo do passado que se transformou em companhia constante e que pesa na alma.
Entendendo O Propósito da Aflição E A Ação do Consolador:
Não há aflição sem propósito.
Paulo e Silas passaram pela aflição louvando a Deus e Deus os livrou e ainda salvou o carcereiro e toda sua família (Atos 16.30-31).
Ao louvor de Paulo e Silas na realidade foi uma ação do Espírito Santo que suscitou adoração em meio as dores e a aflição.
Paulo deixa muito claro que à alguns é permitido suportar muita aflição, não apenas para o seu próprio aprendizado, mas para beneficiar e ensinar a outros.
Não é a aflição ou o sofrimento, em si, que nos ensinam.
Muitos crentes não aprenderam nada com suas dificuldades.
Alguns até se distanciaram do Senhor.
Em vez disto, é necessário que o sofrimento e a aflição sejam entendidos e aceitos como provenientes da Sua mão.
A mente natural fica irritada e deprimida com qualquer tipo de sofrimento ou de aflição.A ação da aflição e seus efeitos:
Têm muitos, que a aflição não lhes dá crescimento, mas desespero, como o próprio Apóstolo pensou, num primeiro momento, na sua grande aflição na Ásia, mas depois ele reconsidera que há esperança em Cristo [IICo.1.8-9]:
II Co.4.8,9. Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desesperados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;
Davi disse: “No dia da minha angústia, procuro o Senhor…”Salmo77:2.
Aprendemos com esta Lição 2, que há ainda uma necessidade de ensino para nós Igreja de Cristo:
Aprendermos a passar tribulações e aflições, são elas que nos darão estrutura espiritual:
Pessoal
Para crescimento
Para fortalecimento
Para suscitar esperança
Para aprendizado
“Toda aflição visa o meu benefício espiritual, o meu crescimento, e equipar-me para ter simpatia pelos que precisam”.
E finalmente para nos preparar a transmitir a outros o que é passar aflição em Cristo, pois sempre ele nos mandará Consolação, através do “allos” enviado.
Muitos de nós, cristãos, sofremos e até desfalecemos nas nossas aflições, porque não aprendemos com Paulo, que o que estamos passando, é um tratamento de Deus para crescimento e acima das dores da aflição serão alcançados pela Consolação.
Não aprenderam que há uma ação de Deus a cada dia e o Espírito Santo nos conduzirá pelo caminho do refrigério de nossas almas e nos regenerará N’Ele.
Veja o que Paulo diz: “Pois tudo é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus.Por isso não desfalecemos; mas ainda que o nosso homem exterior se esteja consumindo, o interior, contudo, se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós cada vez mais abundantemente um eterno peso de glória; não atentando nós nas coisas que se vêem, mas sim nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, enquanto as que se não vêem são eternas.” II Co.4.15-18.
Muitos estão como os judaizantes de Corinto, achando que em Deus não teremos mais aflições, e ainda encontram, no século presente “judaizantes” da tradição judaica [Os judeus acreditavam que se Deus se agradasse de você, então seria sempre abençoado e nunca sofreria.], nas pregações de muitos e famosos pregadores: “você nunca mais sofrerá,…você não terá mais falta de coisa alguma“, é uma pregação atual e disforme, distante dos ensinos bíblicos, principalmente dos ensinos paulinos, a verdade é que Paulo “pode tudo“, após passar fome, ser afligido, suportar cadeias, esta é a verdade das Epístolas de Paulo a Igreja de Corinto.
Nós os salvos somos aqueles que a tribulação ou aflição é uma mola que nos tira do vale para os montes e nos da o crescimento e a experiência, o “sendo atribulados, mas não desesperados”, nos aproxima de Deus.
A Aflição Promove Esperança:
Não pense que a aflição não terá fim, mas será algo que promoverá a ação do Espírito Santo na nossa vida.
O próprio profeta Jeremias encerra, este trecho de seu discurso canônico dizendo e entendendo, qual era propósito das suas aflições: “Quero trazer à memória o que pode me dar esperança“;
Paulo sabe que a sua vida é usada por Deus para iluminar a vida de muitos, a despeito destas tribulações ele pode ensinar: “Antes em tudo recomendando-nos como ministros de Deus; em muita perseverança, em aflições, em necessidades, em angústias, em açoites, em prisões, em tumultos, em trabalhos, em vigílias, em jejuns, na pureza, na ciência, na longanimidade, na bondade, no Espírito Santo, no amor não fingido, na palavra da verdade, no poder de Deus, pelas armas da justiça à direita e à esquerda, por honra e por desonra, por má fama e por boa fama; como enganadores, porém verdadeiros; como desconhecidos, porém bem conhecidos; como quem morre, e eis que vivemos; como castigados, porém não mortos; como entristecidos, mas sempre nos alegrando; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo, mas possuindo tudo“.II Co.6.4.
O Objetivo da Consolação:
É o próprio Deus que nos consola através da Trindade em Cristo.
3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;
4 Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.
5 Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.
Mais, entendendo pelos versículos da Lição que Paulo está se referindo a alguém em especial, vemos que Jesus foi enviado como Consolador da nação de Israel e hoje nós somos o Israel de Deus.
Lc.2.25. Ora, havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem, justo e temente a Deus, esperava a consolação de Israel;
Mt.5.4. Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.
Paulo nos versículo de 3 a 11, do capítulo primeiro desta segunda Epístola, está ensinando sobre a ação de Deus sofre o afligido, e o exemplo começa com ele.
Ensina que sobre esta base, Deus está estabelecendo um novo patamar espiritual para a Igreja de Corinto, sobre a obediência.
A consolação começa de cima para baixo no seio da Igreja.
Ela começa no próprio Apóstolo, sendo consolado em sua grande aflição - vs. 9 - para que ele possa transmitir este ensino da ação do Consolador
4.Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.
Promover o entendimento que nos traz a experiência para que possamos entender o que ocorre na vida daquele que passa aflição, e se desespera.
Promover Esperança:
Quando estamos em aflição parece que jamais ela acabará, masquando vem a Consolação a sensação é de esquecimento de tudo quanto passamos, mesmo os maiores problemas, são superados em nossas mentes, pela Consolação.
7 E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.
Como Somos Consolados:
Pela Palavra:
Pelo Evangelho nós somos iluminados para entender que as coisas de Deus e permitidas por ele em nossas vidas, nos são reveladas pela sua palavra que nos regenera, “ainda que nosso homem interior se corrompa”, a Sua palavra nos renovará e consolará, pois é Ela, quem nos alimenta e nos traz alegria a cada manhã.
II Co. 4.1 Pelo que, tendo este ministério, assim como já alcançamos misericórdia, não desfalecemos;
Sl.119.50. Isto é a minha consolação na minha aflição, porque a tua palavra me vivificou.
Por Cristo:
Cristo é promotor pelo Espírito Santo da nossa consolação.
Paulo diz: “5.Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo”, isto significa: se são muitas as aflições sobejará consolação em Cristo.
O Que A Consolação Promove:
Em meio a grande perseguição a Igreja primitiva, da qual um dos perseguidos,”At.9.29. …procuravam mata-lo”, era o próprio Apóstolo Paulo, havia uma ação do Espírito Santo, em fazê-la crescer, sob a ação e Consolação dada por Deus, através do Espírito Santo.
At. 9:31. - Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galiléia e Samaria tinham paz, e eram edificadas;e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo.
Edificação
Multiplicação
Certeza: “Rm.8.35. quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação…”
Conclusão:
Esta lição nos trás um ensino consubstanciado de entendimento de que:
Deus nos permite sofrer as aflições, com um propósito de crescimento
De experiência
De fortalecimento
De nos infundir confiança n’Ele
De entendimento que tribulação vem sim na vida do cristão, por Cristo - pathema.
Mas, também nos da a resposta de que o Consolo de Deus sempre estará presente em nós, em meio, na e depois da aflição ou tribulação.
Cria que Deus tem uma Consolação em Cristo para nós!
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: II Cor 1:1-7. PAULO, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus, que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia.Graça a vós e paz da parte de Deus nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus. Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos;E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.
Uma frase:
Toda aflição visa o meu benefício espiritual, o meu crescimento, e equipar-me para ter simpatia pelos que precisam. David Wilkerson
Pequeno glossário:
NAUM, hebraico: consolação, compassivo
NAA, hebraico: consolação, doçura
Vemos o que a Consolação, pode representar. É uma forma doce, do Espírito Santo aliviar as dores da alma do crente.
Ásia - “na sua grande aflição na Ásia”. Não o continente, mas a região da província romana, próximo ou na atual Turquia, que como sabemos tem parte no Continente europeu [o que demandou no atual contexto mundial, uma demora para entrada da mesma na Comunidade européia] e parte na Ásia menor, região que Paulo pregou e realizou parte de suas viagens missionárias.
A palavra “tribulação” em grego - é thlipsis, significando “angústia”, “fardo”, “perseguição”, “dificuldades”.
Thlibo -ser afligidos;aflitos.
Reflexão:
Deus nos livra em meio das aflições:
Salmo 34.19. Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra.
At.4.36. Então José, cognominado pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da consolação), levita, natural de Chipre,
1 PAULO, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus, que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia.
2 Graça a vós e paz da parte de Deus nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo.
3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;
4 Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.
5 Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.
6 Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos;
7 E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.
8 Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos.
9 Mas já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos;
10 O qual nos livrou de tão grande morte, e livra; em quem esperamos que também nos livrará ainda,
11 Ajudando-nos também vós com orações por nós, para que pela mercê, que por muitas pessoas nos foi feita, por muitas também sejam dadas graças a nosso respeito.
12 Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e de modo particular convosco.
13 Porque nenhumas outras coisas vos escrevemos, senão as que já sabeis ou também reconheceis; e espero que também até ao fim as reconhecereis.
14 Como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no dia do Senhor Jesus.
15 E com esta confiança quis primeiro ir ter convosco, para que tivésseis uma segunda graça;
16 E por vós passar à Macedônia, e da Macedônia ir outra vez ter convosco, e ser guiado por vós à Judéia.
17 E, deliberando isto, usei porventura de leviandade? Ou o que delibero, o delibero segundo a carne, para que haja em mim sim, sim, e não, não?
18 Antes, como Deus é fiel, a nossa palavra para convosco não foi sim e não.
19 Porque o Filho de Deus, Jesus Cristo, que entre vós foi pregado por nós, isto é, por mim, Silvano e Timóteo, não foi sim e não; mas nele houve sim.
20 Porque todas quantas promessas há de Deus, são nele sim, e por ele o Amém, para glória de Deus por nós.
21 Mas o que nos confirma convosco em Cristo, e o que nos ungiu, é Deus,
22 O qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações.
23 Invoco, porém, a Deus por testemunha sobre a minha alma, que para vos poupar não tenho até agora ido a Corinto;
24 Não que tenhamos domínio sobre a vossa fé, mas porque somos cooperadores de vosso gozo; porque pela fé estais em pé.
Nesta Epístola Paulo já está em pleno domínio da maioria da Igreja de Corinto.
Já havia ultrapassado as dissensões e sabia que os partidos haviam ficado sem vós e calados, muito embora, ainda dentro da Igreja, mas sem voz e vez.
Assim ele pode encaminhar esta Epístola com grande vigor disciplinador.
Ele mostra até mesmo expressa a sua confiança: “Como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no dia do Senhor Jesus. E com esta confiança quis primeiro ir ter convosco, para que tivésseis uma segunda graça“ - II Co.1.14.15; em voltar a ter com os Coríntios, em pleno vigor e de cabeça erguida como Apóstolo daquela região e daquela Igreja.
Aflição:
A aflição é um sentimento de agonia, sofrimento intenso, preocupação ou desassossego por alguma causa ou coisa em que vá afetar a nossa vida direta, ou indiretamente.
Aflição é ainda a sensação de que algo “não está certo”, ou de que alguma coisa errada ou traumática possa acontecer.
Introdução:
II Co. 13.10-14.Portanto, escrevo estas coisas estando ausente, para que, estando presente, não use de rigor, segundo o poder que o Senhor me deu para edificação, e não para destruição.Quanto ao mais, irmãos, regozijai-vos, sede perfeitos, sede consolados, sede de um mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz será convosco.Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo.Todos os santos vos saúdam.A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Amém.
No contexto paulino, a palavra aflição está intimamente ligada a ação e trabalho na proclamação do Evangelho do Senhor Jesus Cristo, Salvador nosso, além de evidentemente ser uma característica do próprio Cristo que sofreu por nós, assim Paulo explica e exorta o ânimo dos coríntios em seguirem adiante em meio a toda e qualquer tribulação.
Mormente a própria vida do apóstolo e de muitos de seus liderados e acompanhantes, como Lucas, Barnabé [At.4.36. Então José, cognominado pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da consolação), levita, natural de Chipre,], Silas e outros.
Paulo tinha um grande interesse em que os cristãos não se abalassem pelos sofrimentos que viam na vida dele.
8-10.Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos.Mas já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos; O qual nos livrou de tão grande morte, e livra; em quem esperamos [esperançoso] que também nos livrará ainda,
Paulo preveni os crentes de Listra e Icônio, de que eles iriam experimentar sofrimento pessoal,”e confirmando [fortalecendo a alma -”anima”] o ânimo dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, através de muitas tribulações,nos importa entrar no reino de Deus”. Atos 14:22.
A palavra em grego que Paulo usa aqui para “tribulação” é a mesma que Jesus em João 16.33, e quer dizer “angústia”, “fardos”, “perseguições”, “dificuldades”. Paulo disse: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos”(2 Tim. 3:12).Sabemos que o Espírito Santo é o nosso Confortador. Mas por que Ele vem a nós quando há sofrimento profundo? Por que Ele fortalece, auxilia, e eleva os nossos espíritos? “…para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus. Porque, assim como os sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo” (2 Corint. 1: 4-5).
Aflição com gozo é a verdade na vida de Paulo, a qual ele quer transmitir aos seus leitores em Corinto e nos dias de hoje.
Em meio a grandes tribulações teremos uma maior Consolação com gozo do Espírito Santo.
Paulo está indo pela terceira vez a Corinto encontrar-se com a Igreja fundada em sua segunda viagem.
Paulo coloca o seu sentimento na necessidade da Consolação, comparando ao sofrimento de Jesus, que morreu, diz ele:
“II Co.13.4. Porque, ainda que foi crucificado por fraqueza, vive, contudo, pelo poder de Deus. Porque nós também somos fracos nele, mas viveremos com ele pelo poder de Deus em vós”.
A fraqueza a qual ele se refere é um dos traços do sofrimento da vida do homem Jesus e até mesmo as aflições da Cruz, expressa no clamor:
Mc.15.44. “E, à hora nona, Jesus exclamou com grande voz, dizendo: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? Que traduzido é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”.
Ou mesmo para reforçar o entendimento do momento de Jesus, no deserto sendo tentado e depois consolado pelos seus anjos enviados por Deus, assim somos consolados pelo Espírito Santo enviado pelo Cristo glorificado, que foi consolado pelo Pai que enviou o seu séqüito no deserto, para consolar Seu Filho Amado:
Mt. 4.1-4.Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.
Mt. 4.10 .11. Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam.
É na aflição-tribulação que necessitamos do consolo divino.
A consolação de alguns não pode ser medida, segundo o entendimento de Paulo, pelo sofrimento das aflições, do tempo presente.
Há homens que já são consolados nesta vida, mas, no entanto, não terão consolo na Vida eterna.
Lc.6.24. Mas ai de vós, ricos! Porque já tendes a vossa consolação.
Mas, nós como Igreja e salvos, somos ensinados por Paulo a entender o que acontece nesta relação homem-Deus, na qual há momentos de pleno gozo, mas, quando somos afligidos, somos reféns do medo, pavor…
Mas, há meios, os quais Paulo nos ensina, bem como, as Escrituras pelos quais somos exercitados a ser consolados e entender a consolação.
O Que é Aflição:
Jeremias: “Eu sou o homem que viu a aflição”.
No original hebraico o termo “viu” significa que a aflição está viva e permanente na mente e os olhos ainda a enxergam como se fosse naquele momento, algo do passado que se transformou em companhia constante e que pesa na alma.
Entendendo O Propósito da Aflição E A Ação do Consolador:
Não há aflição sem propósito.
Paulo e Silas passaram pela aflição louvando a Deus e Deus os livrou e ainda salvou o carcereiro e toda sua família (Atos 16.30-31).
Ao louvor de Paulo e Silas na realidade foi uma ação do Espírito Santo que suscitou adoração em meio as dores e a aflição.
Paulo deixa muito claro que à alguns é permitido suportar muita aflição, não apenas para o seu próprio aprendizado, mas para beneficiar e ensinar a outros.
Não é a aflição ou o sofrimento, em si, que nos ensinam.
Muitos crentes não aprenderam nada com suas dificuldades.
Alguns até se distanciaram do Senhor.
Em vez disto, é necessário que o sofrimento e a aflição sejam entendidos e aceitos como provenientes da Sua mão.
A mente natural fica irritada e deprimida com qualquer tipo de sofrimento ou de aflição.A ação da aflição e seus efeitos:
Têm muitos, que a aflição não lhes dá crescimento, mas desespero, como o próprio Apóstolo pensou, num primeiro momento, na sua grande aflição na Ásia, mas depois ele reconsidera que há esperança em Cristo [IICo.1.8-9]:
II Co.4.8,9. Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desesperados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;
Davi disse: “No dia da minha angústia, procuro o Senhor…”Salmo77:2.
Aprendemos com esta Lição 2, que há ainda uma necessidade de ensino para nós Igreja de Cristo:
Aprendermos a passar tribulações e aflições, são elas que nos darão estrutura espiritual:
Pessoal
Para crescimento
Para fortalecimento
Para suscitar esperança
Para aprendizado
“Toda aflição visa o meu benefício espiritual, o meu crescimento, e equipar-me para ter simpatia pelos que precisam”.
E finalmente para nos preparar a transmitir a outros o que é passar aflição em Cristo, pois sempre ele nos mandará Consolação, através do “allos” enviado.
Muitos de nós, cristãos, sofremos e até desfalecemos nas nossas aflições, porque não aprendemos com Paulo, que o que estamos passando, é um tratamento de Deus para crescimento e acima das dores da aflição serão alcançados pela Consolação.
Não aprenderam que há uma ação de Deus a cada dia e o Espírito Santo nos conduzirá pelo caminho do refrigério de nossas almas e nos regenerará N’Ele.
Veja o que Paulo diz: “Pois tudo é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus.Por isso não desfalecemos; mas ainda que o nosso homem exterior se esteja consumindo, o interior, contudo, se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós cada vez mais abundantemente um eterno peso de glória; não atentando nós nas coisas que se vêem, mas sim nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, enquanto as que se não vêem são eternas.” II Co.4.15-18.
Muitos estão como os judaizantes de Corinto, achando que em Deus não teremos mais aflições, e ainda encontram, no século presente “judaizantes” da tradição judaica [Os judeus acreditavam que se Deus se agradasse de você, então seria sempre abençoado e nunca sofreria.], nas pregações de muitos e famosos pregadores: “você nunca mais sofrerá,…você não terá mais falta de coisa alguma“, é uma pregação atual e disforme, distante dos ensinos bíblicos, principalmente dos ensinos paulinos, a verdade é que Paulo “pode tudo“, após passar fome, ser afligido, suportar cadeias, esta é a verdade das Epístolas de Paulo a Igreja de Corinto.
Nós os salvos somos aqueles que a tribulação ou aflição é uma mola que nos tira do vale para os montes e nos da o crescimento e a experiência, o “sendo atribulados, mas não desesperados”, nos aproxima de Deus.
A Aflição Promove Esperança:
Não pense que a aflição não terá fim, mas será algo que promoverá a ação do Espírito Santo na nossa vida.
O próprio profeta Jeremias encerra, este trecho de seu discurso canônico dizendo e entendendo, qual era propósito das suas aflições: “Quero trazer à memória o que pode me dar esperança“;
Paulo sabe que a sua vida é usada por Deus para iluminar a vida de muitos, a despeito destas tribulações ele pode ensinar: “Antes em tudo recomendando-nos como ministros de Deus; em muita perseverança, em aflições, em necessidades, em angústias, em açoites, em prisões, em tumultos, em trabalhos, em vigílias, em jejuns, na pureza, na ciência, na longanimidade, na bondade, no Espírito Santo, no amor não fingido, na palavra da verdade, no poder de Deus, pelas armas da justiça à direita e à esquerda, por honra e por desonra, por má fama e por boa fama; como enganadores, porém verdadeiros; como desconhecidos, porém bem conhecidos; como quem morre, e eis que vivemos; como castigados, porém não mortos; como entristecidos, mas sempre nos alegrando; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo, mas possuindo tudo“.II Co.6.4.
O Objetivo da Consolação:
É o próprio Deus que nos consola através da Trindade em Cristo.
3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;
4 Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.
5 Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.
Mais, entendendo pelos versículos da Lição que Paulo está se referindo a alguém em especial, vemos que Jesus foi enviado como Consolador da nação de Israel e hoje nós somos o Israel de Deus.
Lc.2.25. Ora, havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem, justo e temente a Deus, esperava a consolação de Israel;
Mt.5.4. Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.
Paulo nos versículo de 3 a 11, do capítulo primeiro desta segunda Epístola, está ensinando sobre a ação de Deus sofre o afligido, e o exemplo começa com ele.
Ensina que sobre esta base, Deus está estabelecendo um novo patamar espiritual para a Igreja de Corinto, sobre a obediência.
A consolação começa de cima para baixo no seio da Igreja.
Ela começa no próprio Apóstolo, sendo consolado em sua grande aflição - vs. 9 - para que ele possa transmitir este ensino da ação do Consolador
4.Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.
Promover o entendimento que nos traz a experiência para que possamos entender o que ocorre na vida daquele que passa aflição, e se desespera.
Promover Esperança:
Quando estamos em aflição parece que jamais ela acabará, masquando vem a Consolação a sensação é de esquecimento de tudo quanto passamos, mesmo os maiores problemas, são superados em nossas mentes, pela Consolação.
7 E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.
Como Somos Consolados:
Pela Palavra:
Pelo Evangelho nós somos iluminados para entender que as coisas de Deus e permitidas por ele em nossas vidas, nos são reveladas pela sua palavra que nos regenera, “ainda que nosso homem interior se corrompa”, a Sua palavra nos renovará e consolará, pois é Ela, quem nos alimenta e nos traz alegria a cada manhã.
II Co. 4.1 Pelo que, tendo este ministério, assim como já alcançamos misericórdia, não desfalecemos;
Sl.119.50. Isto é a minha consolação na minha aflição, porque a tua palavra me vivificou.
Por Cristo:
Cristo é promotor pelo Espírito Santo da nossa consolação.
Paulo diz: “5.Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo”, isto significa: se são muitas as aflições sobejará consolação em Cristo.
O Que A Consolação Promove:
Em meio a grande perseguição a Igreja primitiva, da qual um dos perseguidos,”At.9.29. …procuravam mata-lo”, era o próprio Apóstolo Paulo, havia uma ação do Espírito Santo, em fazê-la crescer, sob a ação e Consolação dada por Deus, através do Espírito Santo.
At. 9:31. - Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galiléia e Samaria tinham paz, e eram edificadas;e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo.
Edificação
Multiplicação
Certeza: “Rm.8.35. quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação…”
Conclusão:
Esta lição nos trás um ensino consubstanciado de entendimento de que:
Deus nos permite sofrer as aflições, com um propósito de crescimento
De experiência
De fortalecimento
De nos infundir confiança n’Ele
De entendimento que tribulação vem sim na vida do cristão, por Cristo - pathema.
Mas, também nos da a resposta de que o Consolo de Deus sempre estará presente em nós, em meio, na e depois da aflição ou tribulação.
Cria que Deus tem uma Consolação em Cristo para nós!
sábado, 9 de janeiro de 2010
ESCOLA BIBLICA DOMINICAL-LIÇÃO 2
TEXTO ÁUREO - II Cor 1:3. 3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: II Cor 1:1-7. PAULO, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus, que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia.Graça a vós e paz da parte de Deus nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus. Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos;E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.
Uma frase:
Toda aflição visa o meu benefício espiritual, o meu crescimento, e equipar-me para ter simpatia pelos que precisam. David Wilkerson
Pequeno glossário:
NAUM, hebraico: consolação, compassivo
NAA, hebraico: consolação, doçura
Vemos o que a Consolação, pode representar. É uma forma doce, do Espírito Santo aliviar as dores da alma do crente.
Ásia - “na sua grande aflição na Ásia”. Não o continente, mas a região da província romana, próximo ou na atual Turquia, que como sabemos tem parte no Continente europeu [o que demandou no atual contexto mundial, uma demora para entrada da mesma na Comunidade européia] e parte na Ásia menor, região que Paulo pregou e realizou parte de suas viagens missionárias.
A palavra “tribulação” em grego - é thlipsis, significando “angústia”, “fardo”, “perseguição”, “dificuldades”.
Thlibo -ser afligidos;aflitos.
Reflexão:
Deus nos livra em meio das aflições:
Salmo 34.19. Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra.
At.4.36. Então José, cognominado pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da consolação), levita, natural de Chipre,
1 PAULO, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus, que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia.
2 Graça a vós e paz da parte de Deus nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo.
3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;
4 Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.
5 Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.
6 Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos;
7 E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.
8 Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos.
9 Mas já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos;
10 O qual nos livrou de tão grande morte, e livra; em quem esperamos que também nos livrará ainda,
11 Ajudando-nos também vós com orações por nós, para que pela mercê, que por muitas pessoas nos foi feita, por muitas também sejam dadas graças a nosso respeito.
12 Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e de modo particular convosco.
13 Porque nenhumas outras coisas vos escrevemos, senão as que já sabeis ou também reconheceis; e espero que também até ao fim as reconhecereis.
14 Como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no dia do Senhor Jesus.
15 E com esta confiança quis primeiro ir ter convosco, para que tivésseis uma segunda graça;
16 E por vós passar à Macedônia, e da Macedônia ir outra vez ter convosco, e ser guiado por vós à Judéia.
17 E, deliberando isto, usei porventura de leviandade? Ou o que delibero, o delibero segundo a carne, para que haja em mim sim, sim, e não, não?
18 Antes, como Deus é fiel, a nossa palavra para convosco não foi sim e não.
19 Porque o Filho de Deus, Jesus Cristo, que entre vós foi pregado por nós, isto é, por mim, Silvano e Timóteo, não foi sim e não; mas nele houve sim.
20 Porque todas quantas promessas há de Deus, são nele sim, e por ele o Amém, para glória de Deus por nós.
21 Mas o que nos confirma convosco em Cristo, e o que nos ungiu, é Deus,
22 O qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações.
23 Invoco, porém, a Deus por testemunha sobre a minha alma, que para vos poupar não tenho até agora ido a Corinto;
24 Não que tenhamos domínio sobre a vossa fé, mas porque somos cooperadores de vosso gozo; porque pela fé estais em pé.
Nesta Epístola Paulo já está em pleno domínio da maioria da Igreja de Corinto.
Já havia ultrapassado as dissensões e sabia que os partidos haviam ficado sem vós e calados, muito embora, ainda dentro da Igreja, mas sem voz e vez.
Assim ele pode encaminhar esta Epístola com grande vigor disciplinador.
Ele mostra até mesmo expressa a sua confiança: “Como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no dia do Senhor Jesus. E com esta confiança quis primeiro ir ter convosco, para que tivésseis uma segunda graça“ - II Co.1.14.15; em voltar a ter com os Coríntios, em pleno vigor e de cabeça erguida como Apóstolo daquela região e daquela Igreja.
Aflição:
A aflição é um sentimento de agonia, sofrimento intenso, preocupação ou desassossego por alguma causa ou coisa em que vá afetar a nossa vida direta, ou indiretamente.
Aflição é ainda a sensação de que algo “não está certo”, ou de que alguma coisa errada ou traumática possa acontecer.
Introdução:
II Co. 13.10-14.Portanto, escrevo estas coisas estando ausente, para que, estando presente, não use de rigor, segundo o poder que o Senhor me deu para edificação, e não para destruição.Quanto ao mais, irmãos, regozijai-vos, sede perfeitos, sede consolados, sede de um mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz será convosco.Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo.Todos os santos vos saúdam.A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Amém.
No contexto paulino, a palavra aflição está intimamente ligada a ação e trabalho na proclamação do Evangelho do Senhor Jesus Cristo, Salvador nosso, além de evidentemente ser uma característica do próprio Cristo que sofreu por nós, assim Paulo explica e exorta o ânimo dos coríntios em seguirem adiante em meio a toda e qualquer tribulação.
Mormente a própria vida do apóstolo e de muitos de seus liderados e acompanhantes, como Lucas, Barnabé [At.4.36. Então José, cognominado pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da consolação), levita, natural de Chipre,], Silas e outros.
Paulo tinha um grande interesse em que os cristãos não se abalassem pelos sofrimentos que viam na vida dele.
8-10.Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos.Mas já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos; O qual nos livrou de tão grande morte, e livra; em quem esperamos [esperançoso] que também nos livrará ainda,
Paulo preveni os crentes de Listra e Icônio, de que eles iriam experimentar sofrimento pessoal,”e confirmando [fortalecendo a alma -”anima”] o ânimo dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, através de muitas tribulações,nos importa entrar no reino de Deus”. Atos 14:22.
A palavra em grego que Paulo usa aqui para “tribulação” é a mesma que Jesus em João 16.33, e quer dizer “angústia”, “fardos”, “perseguições”, “dificuldades”. Paulo disse: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos”(2 Tim. 3:12).Sabemos que o Espírito Santo é o nosso Confortador. Mas por que Ele vem a nós quando há sofrimento profundo? Por que Ele fortalece, auxilia, e eleva os nossos espíritos? “…para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus. Porque, assim como os sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo” (2 Corint. 1: 4-5).
Aflição com gozo é a verdade na vida de Paulo, a qual ele quer transmitir aos seus leitores em Corinto e nos dias de hoje.
Em meio a grandes tribulações teremos uma maior Consolação com gozo do Espírito Santo.
Paulo está indo pela terceira vez a Corinto encontrar-se com a Igreja fundada em sua segunda viagem.
Paulo coloca o seu sentimento na necessidade da Consolação, comparando ao sofrimento de Jesus, que morreu, diz ele:
“II Co.13.4. Porque, ainda que foi crucificado por fraqueza, vive, contudo, pelo poder de Deus. Porque nós também somos fracos nele, mas viveremos com ele pelo poder de Deus em vós”.
A fraqueza a qual ele se refere é um dos traços do sofrimento da vida do homem Jesus e até mesmo as aflições da Cruz, expressa no clamor:
Mc.15.44. “E, à hora nona, Jesus exclamou com grande voz, dizendo: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? Que traduzido é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”.
Ou mesmo para reforçar o entendimento do momento de Jesus, no deserto sendo tentado e depois consolado pelos seus anjos enviados por Deus, assim somos consolados pelo Espírito Santo enviado pelo Cristo glorificado, que foi consolado pelo Pai que enviou o seu séqüito no deserto, para consolar Seu Filho Amado:
Mt. 4.1-4.Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.
Mt. 4.10 .11. Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam.
É na aflição-tribulação que necessitamos do consolo divino.
A consolação de alguns não pode ser medida, segundo o entendimento de Paulo, pelo sofrimento das aflições, do tempo presente.
Há homens que já são consolados nesta vida, mas, no entanto, não terão consolo na Vida eterna.
Lc.6.24. Mas ai de vós, ricos! Porque já tendes a vossa consolação.
Mas, nós como Igreja e salvos, somos ensinados por Paulo a entender o que acontece nesta relação homem-Deus, na qual há momentos de pleno gozo, mas, quando somos afligidos, somos reféns do medo, pavor…
Mas, há meios, os quais Paulo nos ensina, bem como, as Escrituras pelos quais somos exercitados a ser consolados e entender a consolação.
O Que é Aflição:
Jeremias: “Eu sou o homem que viu a aflição”.
No original hebraico o termo “viu” significa que a aflição está viva e permanente na mente e os olhos ainda a enxergam como se fosse naquele momento, algo do passado que se transformou em companhia constante e que pesa na alma.
Entendendo O Propósito da Aflição E A Ação do Consolador:
Não há aflição sem propósito.
Paulo e Silas passaram pela aflição louvando a Deus e Deus os livrou e ainda salvou o carcereiro e toda sua família (Atos 16.30-31).
Ao louvor de Paulo e Silas na realidade foi uma ação do Espírito Santo que suscitou adoração em meio as dores e a aflição.
Paulo deixa muito claro que à alguns é permitido suportar muita aflição, não apenas para o seu próprio aprendizado, mas para beneficiar e ensinar a outros.
Não é a aflição ou o sofrimento, em si, que nos ensinam.
Muitos crentes não aprenderam nada com suas dificuldades.
Alguns até se distanciaram do Senhor.
Em vez disto, é necessário que o sofrimento e a aflição sejam entendidos e aceitos como provenientes da Sua mão.
A mente natural fica irritada e deprimida com qualquer tipo de sofrimento ou de aflição.A ação da aflição e seus efeitos:
Têm muitos, que a aflição não lhes dá crescimento, mas desespero, como o próprio Apóstolo pensou, num primeiro momento, na sua grande aflição na Ásia, mas depois ele reconsidera que há esperança em Cristo [IICo.1.8-9]:
II Co.4.8,9. Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desesperados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;
Davi disse: “No dia da minha angústia, procuro o Senhor…”Salmo77:2.
Aprendemos com esta Lição 2, que há ainda uma necessidade de ensino para nós Igreja de Cristo:
Aprendermos a passar tribulações e aflições, são elas que nos darão estrutura espiritual:
Pessoal
Para crescimento
Para fortalecimento
Para suscitar esperança
Para aprendizado
“Toda aflição visa o meu benefício espiritual, o meu crescimento, e equipar-me para ter simpatia pelos que precisam”.
E finalmente para nos preparar a transmitir a outros o que é passar aflição em Cristo, pois sempre ele nos mandará Consolação, através do “allos” enviado.
Muitos de nós, cristãos, sofremos e até desfalecemos nas nossas aflições, porque não aprendemos com Paulo, que o que estamos passando, é um tratamento de Deus para crescimento e acima das dores da aflição serão alcançados pela Consolação.
Não aprenderam que há uma ação de Deus a cada dia e o Espírito Santo nos conduzirá pelo caminho do refrigério de nossas almas e nos regenerará N’Ele.
Veja o que Paulo diz: “Pois tudo é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus.Por isso não desfalecemos; mas ainda que o nosso homem exterior se esteja consumindo, o interior, contudo, se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós cada vez mais abundantemente um eterno peso de glória; não atentando nós nas coisas que se vêem, mas sim nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, enquanto as que se não vêem são eternas.” II Co.4.15-18.
Muitos estão como os judaizantes de Corinto, achando que em Deus não teremos mais aflições, e ainda encontram, no século presente “judaizantes” da tradição judaica [Os judeus acreditavam que se Deus se agradasse de você, então seria sempre abençoado e nunca sofreria.], nas pregações de muitos e famosos pregadores: “você nunca mais sofrerá,…você não terá mais falta de coisa alguma“, é uma pregação atual e disforme, distante dos ensinos bíblicos, principalmente dos ensinos paulinos, a verdade é que Paulo “pode tudo“, após passar fome, ser afligido, suportar cadeias, esta é a verdade das Epístolas de Paulo a Igreja de Corinto.
Nós os salvos somos aqueles que a tribulação ou aflição é uma mola que nos tira do vale para os montes e nos da o crescimento e a experiência, o “sendo atribulados, mas não desesperados”, nos aproxima de Deus.
A Aflição Promove Esperança:
Não pense que a aflição não terá fim, mas será algo que promoverá a ação do Espírito Santo na nossa vida.
O próprio profeta Jeremias encerra, este trecho de seu discurso canônico dizendo e entendendo, qual era propósito das suas aflições: “Quero trazer à memória o que pode me dar esperança“;
Paulo sabe que a sua vida é usada por Deus para iluminar a vida de muitos, a despeito destas tribulações ele pode ensinar: “Antes em tudo recomendando-nos como ministros de Deus; em muita perseverança, em aflições, em necessidades, em angústias, em açoites, em prisões, em tumultos, em trabalhos, em vigílias, em jejuns, na pureza, na ciência, na longanimidade, na bondade, no Espírito Santo, no amor não fingido, na palavra da verdade, no poder de Deus, pelas armas da justiça à direita e à esquerda, por honra e por desonra, por má fama e por boa fama; como enganadores, porém verdadeiros; como desconhecidos, porém bem conhecidos; como quem morre, e eis que vivemos; como castigados, porém não mortos; como entristecidos, mas sempre nos alegrando; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo, mas possuindo tudo“.II Co.6.4.
O Objetivo da Consolação:
É o próprio Deus que nos consola através da Trindade em Cristo.
3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;
4 Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.
5 Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.
Mais, entendendo pelos versículos da Lição que Paulo está se referindo a alguém em especial, vemos que Jesus foi enviado como Consolador da nação de Israel e hoje nós somos o Israel de Deus.
Lc.2.25. Ora, havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem, justo e temente a Deus, esperava a consolação de Israel;
Mt.5.4. Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.
Paulo nos versículo de 3 a 11, do capítulo primeiro desta segunda Epístola, está ensinando sobre a ação de Deus sofre o afligido, e o exemplo começa com ele.
Ensina que sobre esta base, Deus está estabelecendo um novo patamar espiritual para a Igreja de Corinto, sobre a obediência.
A consolação começa de cima para baixo no seio da Igreja.
Ela começa no próprio Apóstolo, sendo consolado em sua grande aflição - vs. 9 - para que ele possa transmitir este ensino da ação do Consolador
4.Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.
Promover o entendimento que nos traz a experiência para que possamos entender o que ocorre na vida daquele que passa aflição, e se desespera.
Promover Esperança:
Quando estamos em aflição parece que jamais ela acabará, masquando vem a Consolação a sensação é de esquecimento de tudo quanto passamos, mesmo os maiores problemas, são superados em nossas mentes, pela Consolação.
7 E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.
Como Somos Consolados:
Pela Palavra:
Pelo Evangelho nós somos iluminados para entender que as coisas de Deus e permitidas por ele em nossas vidas, nos são reveladas pela sua palavra que nos regenera, “ainda que nosso homem interior se corrompa”, a Sua palavra nos renovará e consolará, pois é Ela, quem nos alimenta e nos traz alegria a cada manhã.
II Co. 4.1 Pelo que, tendo este ministério, assim como já alcançamos misericórdia, não desfalecemos;
Sl.119.50. Isto é a minha consolação na minha aflição, porque a tua palavra me vivificou.
Por Cristo:
Cristo é promotor pelo Espírito Santo da nossa consolação.
Paulo diz: “5.Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo”, isto significa: se são muitas as aflições sobejará consolação em Cristo.
O Que A Consolação Promove:
Em meio a grande perseguição a Igreja primitiva, da qual um dos perseguidos,”At.9.29. …procuravam mata-lo”, era o próprio Apóstolo Paulo, havia uma ação do Espírito Santo, em fazê-la crescer, sob a ação e Consolação dada por Deus, através do Espírito Santo.
At. 9:31. - Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galiléia e Samaria tinham paz, e eram edificadas;e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo.
Edificação
Multiplicação
Certeza: “Rm.8.35. quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação…”
Conclusão:
Esta lição nos trás um ensino consubstanciado de entendimento de que:
Deus nos permite sofrer as aflições, com um propósito de crescimento
De experiência
De fortalecimento
De nos infundir confiança n’Ele
De entendimento que tribulação vem sim na vida do cristão, por Cristo - pathema.
Mas, também nos da a resposta de que o Consolo de Deus sempre estará presente em nós, em meio, na e depois da aflição ou tribulação.
Cria que Deus tem uma Consolação em Cristo para nós!
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: II Cor 1:1-7. PAULO, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus, que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia.Graça a vós e paz da parte de Deus nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus. Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos;E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.
Uma frase:
Toda aflição visa o meu benefício espiritual, o meu crescimento, e equipar-me para ter simpatia pelos que precisam. David Wilkerson
Pequeno glossário:
NAUM, hebraico: consolação, compassivo
NAA, hebraico: consolação, doçura
Vemos o que a Consolação, pode representar. É uma forma doce, do Espírito Santo aliviar as dores da alma do crente.
Ásia - “na sua grande aflição na Ásia”. Não o continente, mas a região da província romana, próximo ou na atual Turquia, que como sabemos tem parte no Continente europeu [o que demandou no atual contexto mundial, uma demora para entrada da mesma na Comunidade européia] e parte na Ásia menor, região que Paulo pregou e realizou parte de suas viagens missionárias.
A palavra “tribulação” em grego - é thlipsis, significando “angústia”, “fardo”, “perseguição”, “dificuldades”.
Thlibo -ser afligidos;aflitos.
Reflexão:
Deus nos livra em meio das aflições:
Salmo 34.19. Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra.
At.4.36. Então José, cognominado pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da consolação), levita, natural de Chipre,
1 PAULO, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus, que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia.
2 Graça a vós e paz da parte de Deus nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo.
3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;
4 Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.
5 Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.
6 Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos;
7 E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.
8 Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos.
9 Mas já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos;
10 O qual nos livrou de tão grande morte, e livra; em quem esperamos que também nos livrará ainda,
11 Ajudando-nos também vós com orações por nós, para que pela mercê, que por muitas pessoas nos foi feita, por muitas também sejam dadas graças a nosso respeito.
12 Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e de modo particular convosco.
13 Porque nenhumas outras coisas vos escrevemos, senão as que já sabeis ou também reconheceis; e espero que também até ao fim as reconhecereis.
14 Como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no dia do Senhor Jesus.
15 E com esta confiança quis primeiro ir ter convosco, para que tivésseis uma segunda graça;
16 E por vós passar à Macedônia, e da Macedônia ir outra vez ter convosco, e ser guiado por vós à Judéia.
17 E, deliberando isto, usei porventura de leviandade? Ou o que delibero, o delibero segundo a carne, para que haja em mim sim, sim, e não, não?
18 Antes, como Deus é fiel, a nossa palavra para convosco não foi sim e não.
19 Porque o Filho de Deus, Jesus Cristo, que entre vós foi pregado por nós, isto é, por mim, Silvano e Timóteo, não foi sim e não; mas nele houve sim.
20 Porque todas quantas promessas há de Deus, são nele sim, e por ele o Amém, para glória de Deus por nós.
21 Mas o que nos confirma convosco em Cristo, e o que nos ungiu, é Deus,
22 O qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações.
23 Invoco, porém, a Deus por testemunha sobre a minha alma, que para vos poupar não tenho até agora ido a Corinto;
24 Não que tenhamos domínio sobre a vossa fé, mas porque somos cooperadores de vosso gozo; porque pela fé estais em pé.
Nesta Epístola Paulo já está em pleno domínio da maioria da Igreja de Corinto.
Já havia ultrapassado as dissensões e sabia que os partidos haviam ficado sem vós e calados, muito embora, ainda dentro da Igreja, mas sem voz e vez.
Assim ele pode encaminhar esta Epístola com grande vigor disciplinador.
Ele mostra até mesmo expressa a sua confiança: “Como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no dia do Senhor Jesus. E com esta confiança quis primeiro ir ter convosco, para que tivésseis uma segunda graça“ - II Co.1.14.15; em voltar a ter com os Coríntios, em pleno vigor e de cabeça erguida como Apóstolo daquela região e daquela Igreja.
Aflição:
A aflição é um sentimento de agonia, sofrimento intenso, preocupação ou desassossego por alguma causa ou coisa em que vá afetar a nossa vida direta, ou indiretamente.
Aflição é ainda a sensação de que algo “não está certo”, ou de que alguma coisa errada ou traumática possa acontecer.
Introdução:
II Co. 13.10-14.Portanto, escrevo estas coisas estando ausente, para que, estando presente, não use de rigor, segundo o poder que o Senhor me deu para edificação, e não para destruição.Quanto ao mais, irmãos, regozijai-vos, sede perfeitos, sede consolados, sede de um mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz será convosco.Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo.Todos os santos vos saúdam.A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Amém.
No contexto paulino, a palavra aflição está intimamente ligada a ação e trabalho na proclamação do Evangelho do Senhor Jesus Cristo, Salvador nosso, além de evidentemente ser uma característica do próprio Cristo que sofreu por nós, assim Paulo explica e exorta o ânimo dos coríntios em seguirem adiante em meio a toda e qualquer tribulação.
Mormente a própria vida do apóstolo e de muitos de seus liderados e acompanhantes, como Lucas, Barnabé [At.4.36. Então José, cognominado pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da consolação), levita, natural de Chipre,], Silas e outros.
Paulo tinha um grande interesse em que os cristãos não se abalassem pelos sofrimentos que viam na vida dele.
8-10.Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos.Mas já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos; O qual nos livrou de tão grande morte, e livra; em quem esperamos [esperançoso] que também nos livrará ainda,
Paulo preveni os crentes de Listra e Icônio, de que eles iriam experimentar sofrimento pessoal,”e confirmando [fortalecendo a alma -”anima”] o ânimo dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, através de muitas tribulações,nos importa entrar no reino de Deus”. Atos 14:22.
A palavra em grego que Paulo usa aqui para “tribulação” é a mesma que Jesus em João 16.33, e quer dizer “angústia”, “fardos”, “perseguições”, “dificuldades”. Paulo disse: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos”(2 Tim. 3:12).Sabemos que o Espírito Santo é o nosso Confortador. Mas por que Ele vem a nós quando há sofrimento profundo? Por que Ele fortalece, auxilia, e eleva os nossos espíritos? “…para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus. Porque, assim como os sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo” (2 Corint. 1: 4-5).
Aflição com gozo é a verdade na vida de Paulo, a qual ele quer transmitir aos seus leitores em Corinto e nos dias de hoje.
Em meio a grandes tribulações teremos uma maior Consolação com gozo do Espírito Santo.
Paulo está indo pela terceira vez a Corinto encontrar-se com a Igreja fundada em sua segunda viagem.
Paulo coloca o seu sentimento na necessidade da Consolação, comparando ao sofrimento de Jesus, que morreu, diz ele:
“II Co.13.4. Porque, ainda que foi crucificado por fraqueza, vive, contudo, pelo poder de Deus. Porque nós também somos fracos nele, mas viveremos com ele pelo poder de Deus em vós”.
A fraqueza a qual ele se refere é um dos traços do sofrimento da vida do homem Jesus e até mesmo as aflições da Cruz, expressa no clamor:
Mc.15.44. “E, à hora nona, Jesus exclamou com grande voz, dizendo: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? Que traduzido é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”.
Ou mesmo para reforçar o entendimento do momento de Jesus, no deserto sendo tentado e depois consolado pelos seus anjos enviados por Deus, assim somos consolados pelo Espírito Santo enviado pelo Cristo glorificado, que foi consolado pelo Pai que enviou o seu séqüito no deserto, para consolar Seu Filho Amado:
Mt. 4.1-4.Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.
Mt. 4.10 .11. Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam.
É na aflição-tribulação que necessitamos do consolo divino.
A consolação de alguns não pode ser medida, segundo o entendimento de Paulo, pelo sofrimento das aflições, do tempo presente.
Há homens que já são consolados nesta vida, mas, no entanto, não terão consolo na Vida eterna.
Lc.6.24. Mas ai de vós, ricos! Porque já tendes a vossa consolação.
Mas, nós como Igreja e salvos, somos ensinados por Paulo a entender o que acontece nesta relação homem-Deus, na qual há momentos de pleno gozo, mas, quando somos afligidos, somos reféns do medo, pavor…
Mas, há meios, os quais Paulo nos ensina, bem como, as Escrituras pelos quais somos exercitados a ser consolados e entender a consolação.
O Que é Aflição:
Jeremias: “Eu sou o homem que viu a aflição”.
No original hebraico o termo “viu” significa que a aflição está viva e permanente na mente e os olhos ainda a enxergam como se fosse naquele momento, algo do passado que se transformou em companhia constante e que pesa na alma.
Entendendo O Propósito da Aflição E A Ação do Consolador:
Não há aflição sem propósito.
Paulo e Silas passaram pela aflição louvando a Deus e Deus os livrou e ainda salvou o carcereiro e toda sua família (Atos 16.30-31).
Ao louvor de Paulo e Silas na realidade foi uma ação do Espírito Santo que suscitou adoração em meio as dores e a aflição.
Paulo deixa muito claro que à alguns é permitido suportar muita aflição, não apenas para o seu próprio aprendizado, mas para beneficiar e ensinar a outros.
Não é a aflição ou o sofrimento, em si, que nos ensinam.
Muitos crentes não aprenderam nada com suas dificuldades.
Alguns até se distanciaram do Senhor.
Em vez disto, é necessário que o sofrimento e a aflição sejam entendidos e aceitos como provenientes da Sua mão.
A mente natural fica irritada e deprimida com qualquer tipo de sofrimento ou de aflição.A ação da aflição e seus efeitos:
Têm muitos, que a aflição não lhes dá crescimento, mas desespero, como o próprio Apóstolo pensou, num primeiro momento, na sua grande aflição na Ásia, mas depois ele reconsidera que há esperança em Cristo [IICo.1.8-9]:
II Co.4.8,9. Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desesperados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;
Davi disse: “No dia da minha angústia, procuro o Senhor…”Salmo77:2.
Aprendemos com esta Lição 2, que há ainda uma necessidade de ensino para nós Igreja de Cristo:
Aprendermos a passar tribulações e aflições, são elas que nos darão estrutura espiritual:
Pessoal
Para crescimento
Para fortalecimento
Para suscitar esperança
Para aprendizado
“Toda aflição visa o meu benefício espiritual, o meu crescimento, e equipar-me para ter simpatia pelos que precisam”.
E finalmente para nos preparar a transmitir a outros o que é passar aflição em Cristo, pois sempre ele nos mandará Consolação, através do “allos” enviado.
Muitos de nós, cristãos, sofremos e até desfalecemos nas nossas aflições, porque não aprendemos com Paulo, que o que estamos passando, é um tratamento de Deus para crescimento e acima das dores da aflição serão alcançados pela Consolação.
Não aprenderam que há uma ação de Deus a cada dia e o Espírito Santo nos conduzirá pelo caminho do refrigério de nossas almas e nos regenerará N’Ele.
Veja o que Paulo diz: “Pois tudo é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus.Por isso não desfalecemos; mas ainda que o nosso homem exterior se esteja consumindo, o interior, contudo, se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós cada vez mais abundantemente um eterno peso de glória; não atentando nós nas coisas que se vêem, mas sim nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, enquanto as que se não vêem são eternas.” II Co.4.15-18.
Muitos estão como os judaizantes de Corinto, achando que em Deus não teremos mais aflições, e ainda encontram, no século presente “judaizantes” da tradição judaica [Os judeus acreditavam que se Deus se agradasse de você, então seria sempre abençoado e nunca sofreria.], nas pregações de muitos e famosos pregadores: “você nunca mais sofrerá,…você não terá mais falta de coisa alguma“, é uma pregação atual e disforme, distante dos ensinos bíblicos, principalmente dos ensinos paulinos, a verdade é que Paulo “pode tudo“, após passar fome, ser afligido, suportar cadeias, esta é a verdade das Epístolas de Paulo a Igreja de Corinto.
Nós os salvos somos aqueles que a tribulação ou aflição é uma mola que nos tira do vale para os montes e nos da o crescimento e a experiência, o “sendo atribulados, mas não desesperados”, nos aproxima de Deus.
A Aflição Promove Esperança:
Não pense que a aflição não terá fim, mas será algo que promoverá a ação do Espírito Santo na nossa vida.
O próprio profeta Jeremias encerra, este trecho de seu discurso canônico dizendo e entendendo, qual era propósito das suas aflições: “Quero trazer à memória o que pode me dar esperança“;
Paulo sabe que a sua vida é usada por Deus para iluminar a vida de muitos, a despeito destas tribulações ele pode ensinar: “Antes em tudo recomendando-nos como ministros de Deus; em muita perseverança, em aflições, em necessidades, em angústias, em açoites, em prisões, em tumultos, em trabalhos, em vigílias, em jejuns, na pureza, na ciência, na longanimidade, na bondade, no Espírito Santo, no amor não fingido, na palavra da verdade, no poder de Deus, pelas armas da justiça à direita e à esquerda, por honra e por desonra, por má fama e por boa fama; como enganadores, porém verdadeiros; como desconhecidos, porém bem conhecidos; como quem morre, e eis que vivemos; como castigados, porém não mortos; como entristecidos, mas sempre nos alegrando; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo, mas possuindo tudo“.II Co.6.4.
O Objetivo da Consolação:
É o próprio Deus que nos consola através da Trindade em Cristo.
3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;
4 Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.
5 Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.
Mais, entendendo pelos versículos da Lição que Paulo está se referindo a alguém em especial, vemos que Jesus foi enviado como Consolador da nação de Israel e hoje nós somos o Israel de Deus.
Lc.2.25. Ora, havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem, justo e temente a Deus, esperava a consolação de Israel;
Mt.5.4. Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.
Paulo nos versículo de 3 a 11, do capítulo primeiro desta segunda Epístola, está ensinando sobre a ação de Deus sofre o afligido, e o exemplo começa com ele.
Ensina que sobre esta base, Deus está estabelecendo um novo patamar espiritual para a Igreja de Corinto, sobre a obediência.
A consolação começa de cima para baixo no seio da Igreja.
Ela começa no próprio Apóstolo, sendo consolado em sua grande aflição - vs. 9 - para que ele possa transmitir este ensino da ação do Consolador
4.Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.
Promover o entendimento que nos traz a experiência para que possamos entender o que ocorre na vida daquele que passa aflição, e se desespera.
Promover Esperança:
Quando estamos em aflição parece que jamais ela acabará, masquando vem a Consolação a sensação é de esquecimento de tudo quanto passamos, mesmo os maiores problemas, são superados em nossas mentes, pela Consolação.
7 E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.
Como Somos Consolados:
Pela Palavra:
Pelo Evangelho nós somos iluminados para entender que as coisas de Deus e permitidas por ele em nossas vidas, nos são reveladas pela sua palavra que nos regenera, “ainda que nosso homem interior se corrompa”, a Sua palavra nos renovará e consolará, pois é Ela, quem nos alimenta e nos traz alegria a cada manhã.
II Co. 4.1 Pelo que, tendo este ministério, assim como já alcançamos misericórdia, não desfalecemos;
Sl.119.50. Isto é a minha consolação na minha aflição, porque a tua palavra me vivificou.
Por Cristo:
Cristo é promotor pelo Espírito Santo da nossa consolação.
Paulo diz: “5.Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo”, isto significa: se são muitas as aflições sobejará consolação em Cristo.
O Que A Consolação Promove:
Em meio a grande perseguição a Igreja primitiva, da qual um dos perseguidos,”At.9.29. …procuravam mata-lo”, era o próprio Apóstolo Paulo, havia uma ação do Espírito Santo, em fazê-la crescer, sob a ação e Consolação dada por Deus, através do Espírito Santo.
At. 9:31. - Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galiléia e Samaria tinham paz, e eram edificadas;e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo.
Edificação
Multiplicação
Certeza: “Rm.8.35. quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação…”
Conclusão:
Esta lição nos trás um ensino consubstanciado de entendimento de que:
Deus nos permite sofrer as aflições, com um propósito de crescimento
De experiência
De fortalecimento
De nos infundir confiança n’Ele
De entendimento que tribulação vem sim na vida do cristão, por Cristo - pathema.
Mas, também nos da a resposta de que o Consolo de Deus sempre estará presente em nós, em meio, na e depois da aflição ou tribulação.
Cria que Deus tem uma Consolação em Cristo para nós!
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Cristianismo x Mundanismo
O cristianismo tem papel fundamental na construção de uma sociedade alicerçada em princípios éticos, puros, criteriosos que ditam o segredo de como se viver perante uma sociedade degradada pelo mundanismo, violência e outras mazelas. O que seria de nós, cristãos, se homens como Gunnar Vingren, Daniel Berg e evangelistas de outras denominações não tivessem lutado pela continuação do protestantismo mundial, opondo-se a dogmas errôneos vividos na igreja medieval.
O Iluminismo afirmava que os cristãos viviam nos “tempos das trevas”, mas parece que esta realidade está retornando, pois a cada dia presenciamos escândalos, a continua entrada do mundanismo em nossas igrejas, e o que mais me preocupa; as heresias que são aceitas por grande parte da comunidade cristã atual.
Ser cristão é viver conforme os ensinamentos bíblicos, uma vez que não cumprirmos os preceitos do Senhor, nos opomos ao realizar de seus planos em nossas vidas. A igreja é constituída de homens e mulheres falíveis, mas não devemos, de maneira alguma, usar as debilidades humanas como condicionamento ao erro. Usar a palavra de Deus, ou adaptá-la para nosso modo de vida, causará no povo de Deus uma desestruturação espiritual, muitas vezes irreversível.
O mundanismo não pode adentrar nossas igrejas, pois o evangelho de Cristo deve ser vivenciado sem máculas, fundamentado na reverência ao Senhor, e anunciado conscientemente. Os cristãos devem ser incentivados ao habito da leitura bíblica. Através da palavra de Deus o povo terá conhecimento para não cometer atos que denigram a imagem do evangelho.
Cristianismo discutido não quer dizer esclarecido. Ler a palavra de Deus requer atenção, para que não usemos de interpretações frívolas, causadoras de um mau: a ignorância perante problemáticas encontradas na bíblia, explicitada de maneira errada, se lida sem critérios de interpretação.
Por esta falta de sabedoria interpretativa, muitos são levados a práticas mundanas realizadas nos púlpitos, algumas provenientes de outras religiões, que em grande maioria, não condizem com as escrituras; levando o povo a uma busca desenfreada por momentos de euforia.
A sociedade cristã deve estar fundamentada na palavra de Deus, afim de alcançarem sabedoria tamanha, a praticarem o evangelho racionalmente, e construtivamente crescerem nos degraus da maturidade cristã.
O cristianismo tem papel fundamental na construção de uma sociedade alicerçada em princípios éticos, puros, criteriosos que ditam o segredo de como se viver perante uma sociedade degradada pelo mundanismo, violência e outras mazelas. O que seria de nós, cristãos, se homens como Gunnar Vingren, Daniel Berg e evangelistas de outras denominações não tivessem lutado pela continuação do protestantismo mundial, opondo-se a dogmas errôneos vividos na igreja medieval.
O Iluminismo afirmava que os cristãos viviam nos “tempos das trevas”, mas parece que esta realidade está retornando, pois a cada dia presenciamos escândalos, a continua entrada do mundanismo em nossas igrejas, e o que mais me preocupa; as heresias que são aceitas por grande parte da comunidade cristã atual.
Ser cristão é viver conforme os ensinamentos bíblicos, uma vez que não cumprirmos os preceitos do Senhor, nos opomos ao realizar de seus planos em nossas vidas. A igreja é constituída de homens e mulheres falíveis, mas não devemos, de maneira alguma, usar as debilidades humanas como condicionamento ao erro. Usar a palavra de Deus, ou adaptá-la para nosso modo de vida, causará no povo de Deus uma desestruturação espiritual, muitas vezes irreversível.
O mundanismo não pode adentrar nossas igrejas, pois o evangelho de Cristo deve ser vivenciado sem máculas, fundamentado na reverência ao Senhor, e anunciado conscientemente. Os cristãos devem ser incentivados ao habito da leitura bíblica. Através da palavra de Deus o povo terá conhecimento para não cometer atos que denigram a imagem do evangelho.
Cristianismo discutido não quer dizer esclarecido. Ler a palavra de Deus requer atenção, para que não usemos de interpretações frívolas, causadoras de um mau: a ignorância perante problemáticas encontradas na bíblia, explicitada de maneira errada, se lida sem critérios de interpretação.
Por esta falta de sabedoria interpretativa, muitos são levados a práticas mundanas realizadas nos púlpitos, algumas provenientes de outras religiões, que em grande maioria, não condizem com as escrituras; levando o povo a uma busca desenfreada por momentos de euforia.
A sociedade cristã deve estar fundamentada na palavra de Deus, afim de alcançarem sabedoria tamanha, a praticarem o evangelho racionalmente, e construtivamente crescerem nos degraus da maturidade cristã.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
ebd davi e seu sucessor
I - Introdução
Ser o sucessor de um grande homem de Deus, ou um homem segundo o coração de Deus como foi Davi, não era uma tarefa fácil. Um homem que de pastor de ovelhas se tornou um grande guerreiro e consolidou a pequena nação de Israel como um reino poderoso que, no século 10 a. C. dominou grande parte do Oriente Médio. Davi apesar de ter cometido alguns deslizes, sempre soube reconhecer seus erros e pedir misericórdia a Deus. Ao longo de sua vida buscou ser um homem reto e fazer a vontade de Deus.
II - Um sucessor indicado por Davi, mas escolhido por Deus.
II.1 - As insubmissas escolhas humanas
Adonias não respeitou a autoridade, idade, ou estado de saúde de seu pai. Davi tinha culpa nisto, pois não havia dado limites ou orientado seu filho. Em I Reis 1.6 diz: “E nunca seu pai tinha contrariado dizendo: Por que fizeste assim?”
A rebelião de Adonias era também fruto do pecado de Davi, que em toda sua vida sofreu com seus filhos.
Trazendo o assunto para nossos dias, vemos com relação à sucessão ministerial muitos agirem como Adonias, pois antes mesmo que seus líderes devam ser substituídos já estão articulando ou especulando sobre a sucessão. Usam de ardis para usurparem o lugar para o qual Deus já escolheu a pessoa certa.
II.2 - A escolha divina
Apesar da ambição de Adonias pelo trono de Davi, seu pai, foi a Salomão que Deus escolheu. Este é sem duvida o grande diferencial para quem deseja ser líder, não basta que haja quem indique, é essencial que seja escolhido por Deus.
Lendo a Coletânea de Artigos Históricos do Mensageiro da Paz, encontrei um artigo escrito por David Tavares Duarte - Maio/2000, cujo título é: “Nepotismo não, vocacionados sim”. Neste artigo o autor fala exatamente sobre o que vem acontecendo Brasil afora na sucessão ministerial.
“A luz da Bíblia, não compete ao homem, mas a Deus aprovar ou reprovar aqueles que ingressam no episcopado. Consoante expresso em I Timóteo 3.1, cabe ao líder a tarefa de avaliar o candidato, não o parentesco”.
A Bíblia nos mostra exemplos de filhos de sacerdotes que foram aprovados por Deus como sucessores. Arão, sacerdote fiel, teve filhos ungidos sacerdotes. Um deles, Eleazar, foi considerado príncipe dos príncipes de Levi e superintendente sobre os que tinham o cuidado da guarda do santuário (Nm 3.2-32).
Fineias, filho de Eleazar, recebeu o concerto da paz e o concerto de sacerdócio perpétuo (Nm 25.11-13). Quão glorioso seria se todo Pastor evangélico tivesse o privilégio de indicar os filhos, genros ou netos de forma reta e justa ao santo trabalho do Reino de Deus!
III - Um sucessor de pouco experiência mas que herdou um grande legado
Davi demonstrou suas melhores virtudes de liderança como rei quando organizou a apropriada direção do culto divino, definindo, entre outras coisas, trabalho dos levitas (I Cr 23.4 e 5). Fazendo isso, ele consolidou a base da sua liderança e fortaleceu a estrutura religiosa e política da nação.
Salomão reconhecia em seu pai um líder virtuoso e quando Deus fala com ele em sonho ele se considera um menino. Tendo oportunidade de pedir a Deus o que quisesse, ele pede “um coração bem entendido” (I Rs 3.9). Sabedoria foi o que Salomão pediu a Deus, pois reconhecia a árdua tarefa de ser sucessor de seu pai Davi.
Quando Davi exorta os príncipes e seu filho Salomão (I Cr. 28), ele coloca como condição prévia para que o reino de Salomão fosse estabelecido que este estivesse em obediência e fidelidade a Deus. Davi aconselhou Salomão que procurasse conhecer a Deus, que servisse e O buscasse “com um coração perfeito e com alma voluntária” (I Cr 28.9). Enquanto Salomão procedeu assim foi abençoado por Deus.
IV - Um sucesso jovem mas de grande piedade
Salomão demonstrou por muitas vezes que mesmo sendo tão jovem era um homem temente, justo e humilde. Soube reconhecer tudo que seu pai representava (I Rs 3. 6 e 7).
É dever de um líder se conduzir de forma irrepreensível, tanto na vida privada como na vida pública. Por isso Deus condicionou os dias de vida de Salomão à maneira como se conduziria diante de dEle. Uma vida longa dependia de sua retidão (I Rs 3.14)
A verdade prática desta lição fala sobre a virtude dos grandes líderes em forma sucessores. Penso que a maneira de viver e agir é fundamental para a formação de novos obreiros. Os liderados podem se espelhar num líder que vive na direção e dependência de Deus.
V - Conclusão
Esta lição nos faz refletir sobre aceitarmos a vontade de Deus e nos conduzirmos dentro da Sua vontade. A ambição tem feito com que muitos passem sobre os outros, atropelando sonhos e vocações. Quantos homens de Deus vocacionados, habilitados e chamados estão frustrados, vítimas da ambição de muitos que não se preocupam em consultar a Deus e colocam seus propósitos acima da vontade de Deus? Rogamos para que aqueles que detêm o poder de decisão no trato das questões de interesse da Igreja coloquem a vontade de Deus sobre seus interesses pessoais.
Ser o sucessor de um grande homem de Deus, ou um homem segundo o coração de Deus como foi Davi, não era uma tarefa fácil. Um homem que de pastor de ovelhas se tornou um grande guerreiro e consolidou a pequena nação de Israel como um reino poderoso que, no século 10 a. C. dominou grande parte do Oriente Médio. Davi apesar de ter cometido alguns deslizes, sempre soube reconhecer seus erros e pedir misericórdia a Deus. Ao longo de sua vida buscou ser um homem reto e fazer a vontade de Deus.
II - Um sucessor indicado por Davi, mas escolhido por Deus.
II.1 - As insubmissas escolhas humanas
Adonias não respeitou a autoridade, idade, ou estado de saúde de seu pai. Davi tinha culpa nisto, pois não havia dado limites ou orientado seu filho. Em I Reis 1.6 diz: “E nunca seu pai tinha contrariado dizendo: Por que fizeste assim?”
A rebelião de Adonias era também fruto do pecado de Davi, que em toda sua vida sofreu com seus filhos.
Trazendo o assunto para nossos dias, vemos com relação à sucessão ministerial muitos agirem como Adonias, pois antes mesmo que seus líderes devam ser substituídos já estão articulando ou especulando sobre a sucessão. Usam de ardis para usurparem o lugar para o qual Deus já escolheu a pessoa certa.
II.2 - A escolha divina
Apesar da ambição de Adonias pelo trono de Davi, seu pai, foi a Salomão que Deus escolheu. Este é sem duvida o grande diferencial para quem deseja ser líder, não basta que haja quem indique, é essencial que seja escolhido por Deus.
Lendo a Coletânea de Artigos Históricos do Mensageiro da Paz, encontrei um artigo escrito por David Tavares Duarte - Maio/2000, cujo título é: “Nepotismo não, vocacionados sim”. Neste artigo o autor fala exatamente sobre o que vem acontecendo Brasil afora na sucessão ministerial.
“A luz da Bíblia, não compete ao homem, mas a Deus aprovar ou reprovar aqueles que ingressam no episcopado. Consoante expresso em I Timóteo 3.1, cabe ao líder a tarefa de avaliar o candidato, não o parentesco”.
A Bíblia nos mostra exemplos de filhos de sacerdotes que foram aprovados por Deus como sucessores. Arão, sacerdote fiel, teve filhos ungidos sacerdotes. Um deles, Eleazar, foi considerado príncipe dos príncipes de Levi e superintendente sobre os que tinham o cuidado da guarda do santuário (Nm 3.2-32).
Fineias, filho de Eleazar, recebeu o concerto da paz e o concerto de sacerdócio perpétuo (Nm 25.11-13). Quão glorioso seria se todo Pastor evangélico tivesse o privilégio de indicar os filhos, genros ou netos de forma reta e justa ao santo trabalho do Reino de Deus!
III - Um sucessor de pouco experiência mas que herdou um grande legado
Davi demonstrou suas melhores virtudes de liderança como rei quando organizou a apropriada direção do culto divino, definindo, entre outras coisas, trabalho dos levitas (I Cr 23.4 e 5). Fazendo isso, ele consolidou a base da sua liderança e fortaleceu a estrutura religiosa e política da nação.
Salomão reconhecia em seu pai um líder virtuoso e quando Deus fala com ele em sonho ele se considera um menino. Tendo oportunidade de pedir a Deus o que quisesse, ele pede “um coração bem entendido” (I Rs 3.9). Sabedoria foi o que Salomão pediu a Deus, pois reconhecia a árdua tarefa de ser sucessor de seu pai Davi.
Quando Davi exorta os príncipes e seu filho Salomão (I Cr. 28), ele coloca como condição prévia para que o reino de Salomão fosse estabelecido que este estivesse em obediência e fidelidade a Deus. Davi aconselhou Salomão que procurasse conhecer a Deus, que servisse e O buscasse “com um coração perfeito e com alma voluntária” (I Cr 28.9). Enquanto Salomão procedeu assim foi abençoado por Deus.
IV - Um sucesso jovem mas de grande piedade
Salomão demonstrou por muitas vezes que mesmo sendo tão jovem era um homem temente, justo e humilde. Soube reconhecer tudo que seu pai representava (I Rs 3. 6 e 7).
É dever de um líder se conduzir de forma irrepreensível, tanto na vida privada como na vida pública. Por isso Deus condicionou os dias de vida de Salomão à maneira como se conduziria diante de dEle. Uma vida longa dependia de sua retidão (I Rs 3.14)
A verdade prática desta lição fala sobre a virtude dos grandes líderes em forma sucessores. Penso que a maneira de viver e agir é fundamental para a formação de novos obreiros. Os liderados podem se espelhar num líder que vive na direção e dependência de Deus.
V - Conclusão
Esta lição nos faz refletir sobre aceitarmos a vontade de Deus e nos conduzirmos dentro da Sua vontade. A ambição tem feito com que muitos passem sobre os outros, atropelando sonhos e vocações. Quantos homens de Deus vocacionados, habilitados e chamados estão frustrados, vítimas da ambição de muitos que não se preocupam em consultar a Deus e colocam seus propósitos acima da vontade de Deus? Rogamos para que aqueles que detêm o poder de decisão no trato das questões de interesse da Igreja coloquem a vontade de Deus sobre seus interesses pessoais.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
O cristão precisa aprender a rir e relaxar
Tenho notado em muitos irmãos e irmãs na fé em Cristo Jesus uma rispidez e rigidez de espírito e vida. Homens e mulheres que muitas vezes são abençoados através do ministério, prosperam em diversas áreas, são expressivos e com grande potencial no Reino de Deus, mas seu semblante é duro, áspero e sério demais como se isto levasse a ser mais santo que os demais ou mais espiritual que seus irmãos, já vi também o julgamento que fazem sobre alguém ou algum irmão que possui o sorriso natural ou é brincalhão ser taxado como não espiritual.
É como se o modelo de seriedade e espiritualidade fosse a falta de sorriso e alegria no coração, ledo engano, não consigo ver um Cristo carrancudo e sério que não tenha rido ou se alegrado muitas vezes com seus discípulos diante de algum fato engraçado do dia a dia e ministério, o cristão precisa resgatar o sorriso no semblante nos dias de hoje, pois quem quer se converter e viver triste, melancólico e sisudo e acreditar que Cristo não sorria ou se alegrava com seus amigos e discípulos, não tem a alegria do Senhor, e como diz a palavra de Deus, alegria do Senhor é nossa força. Então meu irmão aprenda a relaxar e a sorrir pois Deus quer vê-lo alegre, feliz e com muita paz. Sorrir suaviza nosso rosto.
É isso aí... Um abraço fraterno de vosso irmão em Cristo.
Tenho notado em muitos irmãos e irmãs na fé em Cristo Jesus uma rispidez e rigidez de espírito e vida. Homens e mulheres que muitas vezes são abençoados através do ministério, prosperam em diversas áreas, são expressivos e com grande potencial no Reino de Deus, mas seu semblante é duro, áspero e sério demais como se isto levasse a ser mais santo que os demais ou mais espiritual que seus irmãos, já vi também o julgamento que fazem sobre alguém ou algum irmão que possui o sorriso natural ou é brincalhão ser taxado como não espiritual.
É como se o modelo de seriedade e espiritualidade fosse a falta de sorriso e alegria no coração, ledo engano, não consigo ver um Cristo carrancudo e sério que não tenha rido ou se alegrado muitas vezes com seus discípulos diante de algum fato engraçado do dia a dia e ministério, o cristão precisa resgatar o sorriso no semblante nos dias de hoje, pois quem quer se converter e viver triste, melancólico e sisudo e acreditar que Cristo não sorria ou se alegrava com seus amigos e discípulos, não tem a alegria do Senhor, e como diz a palavra de Deus, alegria do Senhor é nossa força. Então meu irmão aprenda a relaxar e a sorrir pois Deus quer vê-lo alegre, feliz e com muita paz. Sorrir suaviza nosso rosto.
É isso aí... Um abraço fraterno de vosso irmão em Cristo.
A filha de jairo
Em seu ministério Cristo mostrou uma percepção espiritual como jamais conhecida na história do cristianismo, dando-nos prova de sua divindade. Nos trajetos que passava, multidões o acompanham na intenção de receberem algo e ouvirem a cerca do que lhes tinha para falar. Com o tempo seu ministério começou a ter notoriedade entre os cidadãos das cidades onde adentrava, e sua fama estava percorrendo todo território Israelita e demais regiões.
Certa vez, em uma pequena cidade, um dos principais da sinagoga, por nome Jairo, clamou ao mestre dizendo que sua filha estava enferma, imediatamente, Jesus, sabendo da repercussão que o milagre causaria na vida daqueles que ali se encontravam, disponibilizou-se em encontrar-se no lar daquele homem. Durante o trajeto, uma mulher tocou em suas vestes e instantaneamente fora curada, o que põe em terra teorias que pregam Cristo como um aplicador de técnicas medicinais para curar, e lhe atribuíam poder pela recuperação, sendo que nem ao menos tocou naquela mulher; e seguindo seu caminho chegou até o local de residência daquele homem.
Segundo a palavra de Deus, ao chegar à casa de Jairo, muitos riam dele, historiadores dizem que a cultura local era repleta de mitificações, e quando Cristo chegou naquele lugar pessoas entoavam canções fúnebres, tocadas como sinfonias harmoniosas, e queimavam incensos para que os espíritos recebessem de bom grado a alma da pessoa que havia falecido.
Jesus contrariava toda e qualquer cultura, mitologia, crença e outros costumes vividos frequentemente nas cidades onde propalava palavras de vida. Naquela ocasião os homens que ali estavam, olhavam apenas para as impossibilidades, o Mestre, com toda sua sabedoria, não subestimava o valor de nenhuma pessoa, independente de sua posição social e religiosa. Cristo em tudo surpreendia os duvidosos, aqueles que cantavam e queimavam incensos tiveram que desfazer o ritual para contemplar o poder miraculoso de Jesus.
Em um ato simples e sereno, apenas com o poder da palavra que possui, ordenou a menina que se levantasse, e imediatamente, a garota, de 12 anos, correu para os braços de seus pais. O interessante nesta passagem bíblica é Cristo mostrando que seu poder não está limitado a lugar, crença e nenhum outro tipo de condição. Jesus quer fazer algo para você, mas tens que convidar Cristo para adentrar seu lar e sanar os teus problemas, as impossibilidades são visíveis aos olhos humanos, mas invisíveis àquele que pode todas as coisas.
Deus está disposto a fazer algo por você, mas devemos recebê-lo em nosso lar, talvez muitos estão preludiando sua morte, queimando incenso sobre a situação inresovida de vossa vida, mas onde a vida chega a morte tem que sair.
Em seu ministério Cristo mostrou uma percepção espiritual como jamais conhecida na história do cristianismo, dando-nos prova de sua divindade. Nos trajetos que passava, multidões o acompanham na intenção de receberem algo e ouvirem a cerca do que lhes tinha para falar. Com o tempo seu ministério começou a ter notoriedade entre os cidadãos das cidades onde adentrava, e sua fama estava percorrendo todo território Israelita e demais regiões.
Certa vez, em uma pequena cidade, um dos principais da sinagoga, por nome Jairo, clamou ao mestre dizendo que sua filha estava enferma, imediatamente, Jesus, sabendo da repercussão que o milagre causaria na vida daqueles que ali se encontravam, disponibilizou-se em encontrar-se no lar daquele homem. Durante o trajeto, uma mulher tocou em suas vestes e instantaneamente fora curada, o que põe em terra teorias que pregam Cristo como um aplicador de técnicas medicinais para curar, e lhe atribuíam poder pela recuperação, sendo que nem ao menos tocou naquela mulher; e seguindo seu caminho chegou até o local de residência daquele homem.
Segundo a palavra de Deus, ao chegar à casa de Jairo, muitos riam dele, historiadores dizem que a cultura local era repleta de mitificações, e quando Cristo chegou naquele lugar pessoas entoavam canções fúnebres, tocadas como sinfonias harmoniosas, e queimavam incensos para que os espíritos recebessem de bom grado a alma da pessoa que havia falecido.
Jesus contrariava toda e qualquer cultura, mitologia, crença e outros costumes vividos frequentemente nas cidades onde propalava palavras de vida. Naquela ocasião os homens que ali estavam, olhavam apenas para as impossibilidades, o Mestre, com toda sua sabedoria, não subestimava o valor de nenhuma pessoa, independente de sua posição social e religiosa. Cristo em tudo surpreendia os duvidosos, aqueles que cantavam e queimavam incensos tiveram que desfazer o ritual para contemplar o poder miraculoso de Jesus.
Em um ato simples e sereno, apenas com o poder da palavra que possui, ordenou a menina que se levantasse, e imediatamente, a garota, de 12 anos, correu para os braços de seus pais. O interessante nesta passagem bíblica é Cristo mostrando que seu poder não está limitado a lugar, crença e nenhum outro tipo de condição. Jesus quer fazer algo para você, mas tens que convidar Cristo para adentrar seu lar e sanar os teus problemas, as impossibilidades são visíveis aos olhos humanos, mas invisíveis àquele que pode todas as coisas.
Deus está disposto a fazer algo por você, mas devemos recebê-lo em nosso lar, talvez muitos estão preludiando sua morte, queimando incenso sobre a situação inresovida de vossa vida, mas onde a vida chega a morte tem que sair.
domingo, 29 de novembro de 2009
FESTA DO 8 ANIVERS´SRIO DO CONJUNTO UNIDOS EM CRISTO
LOUVORES IRMÃS CAMILO,KETELYN DIAS,COUJUNTOS REGIONAIS.
PRELETORES PASTOR DANIEL PEDROSO,PASTOR MARCOS RONDEL,PASTOR JEAN PORTO.
LOCAL;IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS WEISSÓPOLIS1
RUA;RIO TOCANTINS 1053 -JARDIM WEISSÓPOLIS-PINHAIS-PARANA
DATA;10 A 13 DE DEZEMBRO 2009.
VOCÊ É O NOSSO CONVIDADO ESPECIAL ;DEUS TEM UMA BENÇÃO PARA VOCÊ.
ALEGREI-ME QUANDO ME DISSERAM VAMOS COM A CASA DO SENHOR
LOUVORES IRMÃS CAMILO,KETELYN DIAS,COUJUNTOS REGIONAIS.
PRELETORES PASTOR DANIEL PEDROSO,PASTOR MARCOS RONDEL,PASTOR JEAN PORTO.
LOCAL;IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS WEISSÓPOLIS1
RUA;RIO TOCANTINS 1053 -JARDIM WEISSÓPOLIS-PINHAIS-PARANA
DATA;10 A 13 DE DEZEMBRO 2009.
VOCÊ É O NOSSO CONVIDADO ESPECIAL ;DEUS TEM UMA BENÇÃO PARA VOCÊ.
ALEGREI-ME QUANDO ME DISSERAM VAMOS COM A CASA DO SENHOR
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
você pode nos ajudar
quero hospedar e fazer dominio,desse blog,mas no momento para mim ,se torna dificil pois me encontro em dificuldades financeiras. se você sentir me ajude é só depositar a quantia que não vai,te fazer falta.
estarei orando ao teu favor.é só depositar nessa conta caixa económica federal agência 3915----operação 013-----n da conta13914-3 poupança
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terça-feira, 17 de novembro de 2009
você pode nos ajudar
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quarta-feira, 11 de novembro de 2009
APAGÃO
Lobão: queda de linha em Itaipu provocou apagão
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, informou que a queda de uma linha que transmite energia da Hidrelétrica de Itaipu acabou tirando todos os 14 mil megawatts gerados pela usina do sistema elétrico. Foi isso o que provocou o apagão que atingiu boa parte do País.
Segundo Lobão, o problema mais grave foi no Estado Rio de Janeiro, que ficou totalmente sem luz. Além disso, o apagão atingiu partes de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná, e parte do Paraguai.
Pouco mais de uma hora após o início do apagão, o ministro disse que estava convencido de que a situação seria normalizada durante a madrugada. "Ainda esta noite deveremos ter resolvido isso", disse. Segundo ele, àquela altura a energia já havia começado a ser religada ao sistema.
Além dos 14 mil MW de Itaipu, outros 3 mil MW foram derrubados. A explicação técnica é que, uma vez que uma linha sai fora do sistema, isso acaba gerando o desligamento de outras linhas de transmissão.
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, informou que a queda de uma linha que transmite energia da Hidrelétrica de Itaipu acabou tirando todos os 14 mil megawatts gerados pela usina do sistema elétrico. Foi isso o que provocou o apagão que atingiu boa parte do País.
Segundo Lobão, o problema mais grave foi no Estado Rio de Janeiro, que ficou totalmente sem luz. Além disso, o apagão atingiu partes de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná, e parte do Paraguai.
Pouco mais de uma hora após o início do apagão, o ministro disse que estava convencido de que a situação seria normalizada durante a madrugada. "Ainda esta noite deveremos ter resolvido isso", disse. Segundo ele, àquela altura a energia já havia começado a ser religada ao sistema.
Além dos 14 mil MW de Itaipu, outros 3 mil MW foram derrubados. A explicação técnica é que, uma vez que uma linha sai fora do sistema, isso acaba gerando o desligamento de outras linhas de transmissão.
domingo, 8 de novembro de 2009
saúde (descubra as causas do seu desânimo e saiba como ganhar energia e desposição já)
Tem sentido desânimo, ansiedade e receio de não dar conta das tarefas ?isso é sinal de cansaço.
O segredo para diminuir a exaustão,que muitas vezes é mais emocional do que física, é manter a tranquilidade durante a correria.Dá, sim!
quando o cansaço é sintoma
1.depressão
o que é:distúrbio relacionado ao mau
funcionamento dos neurotransmissores,
células localizadas no cérebro.
causas:predisposição genética,alterações hormonais
e estresse.
sintomas:desânimo profundo, incapacidade de sentir alegria
e satisfação,alteração de apetite,insônia,cansaço,baixa libido e sentimento de culpa.
diagnóstico:clinico
tratamento:terapia e antidepressivos.
2.hipoglicemia reativa ou funcional.
o que é:queda severa nos niveis de glicose no sangue.
causas:a glicose cai após quatro horas da ingestão de alimentos ricos em açúcar.
sintomas: vertigem,dores musculares, cansaço, alterações de humor, pânico, formigamento nas mãos e nos pés,arritmia cardiaca,impaciência, dores de cabeça.
diagnóstico:exame de curva glicêmica de cinco horas.
tratamento:evitar o consumo de alimentos ricos em açúcar refinado, trocando sobremesas calóricas por frutas frescas.
3.fome oculta
o que é:carência de vitaminas ou minerais.
causas:se você não come frutas, verduras,laticinios e cereais,pode estar com fome oculta,mesmo se estiver acima do peso.
sintomas:cansaço,sono,obesidade,irritação,falta de concentração,resfriados recorrentes e uma fome que não passa.
diagnóstico:exames e observação de unhas,cabelos,pele e mucosas.
tratamento:a cura está na mesa:consuma quatro a nove porções diárias de folhas,frutas e legumes,além de laticinios,carnes e peixes.Dê preferência a alimentos integrais,mais nutritivos que os refinados.
4.hipotireodismo
o que é:deficiência na glândula teroide.
causas:genética, autoimunes(quando o organismo "ataca" a si mesmo),falta ou exesso de iodo de uso de litio, amiotarona e de remédio para emagrecer.
sintomas:cansaço,intestino preso,taquicardia,alteração menstruais, inchaço por retenção de liquido,entre outros.
diagnóstico:exames laboratoriais e avaliação clinica por um endocrinologista.
tratamento:feito com reposição hormonal.
Tem sentido desânimo, ansiedade e receio de não dar conta das tarefas ?isso é sinal de cansaço.
O segredo para diminuir a exaustão,que muitas vezes é mais emocional do que física, é manter a tranquilidade durante a correria.Dá, sim!
quando o cansaço é sintoma
1.depressão
o que é:distúrbio relacionado ao mau
funcionamento dos neurotransmissores,
células localizadas no cérebro.
causas:predisposição genética,alterações hormonais
e estresse.
sintomas:desânimo profundo, incapacidade de sentir alegria
e satisfação,alteração de apetite,insônia,cansaço,baixa libido e sentimento de culpa.
diagnóstico:clinico
tratamento:terapia e antidepressivos.
2.hipoglicemia reativa ou funcional.
o que é:queda severa nos niveis de glicose no sangue.
causas:a glicose cai após quatro horas da ingestão de alimentos ricos em açúcar.
sintomas: vertigem,dores musculares, cansaço, alterações de humor, pânico, formigamento nas mãos e nos pés,arritmia cardiaca,impaciência, dores de cabeça.
diagnóstico:exame de curva glicêmica de cinco horas.
tratamento:evitar o consumo de alimentos ricos em açúcar refinado, trocando sobremesas calóricas por frutas frescas.
3.fome oculta
o que é:carência de vitaminas ou minerais.
causas:se você não come frutas, verduras,laticinios e cereais,pode estar com fome oculta,mesmo se estiver acima do peso.
sintomas:cansaço,sono,obesidade,irritação,falta de concentração,resfriados recorrentes e uma fome que não passa.
diagnóstico:exames e observação de unhas,cabelos,pele e mucosas.
tratamento:a cura está na mesa:consuma quatro a nove porções diárias de folhas,frutas e legumes,além de laticinios,carnes e peixes.Dê preferência a alimentos integrais,mais nutritivos que os refinados.
4.hipotireodismo
o que é:deficiência na glândula teroide.
causas:genética, autoimunes(quando o organismo "ataca" a si mesmo),falta ou exesso de iodo de uso de litio, amiotarona e de remédio para emagrecer.
sintomas:cansaço,intestino preso,taquicardia,alteração menstruais, inchaço por retenção de liquido,entre outros.
diagnóstico:exames laboratoriais e avaliação clinica por um endocrinologista.
tratamento:feito com reposição hormonal.
sábado, 7 de novembro de 2009
será que o casal se conhece
VOCÊ CONHECE O SEU CÔNJUGE? FAÇA O TESTE.
Ontem à noite, quando eu e minha esposa estávamos deitamos, num momento de descontração, resolvemos testar o conhecimento do mapa afetivo um do outro. Casar é conhecer. Será que depois de anos convivendo juntos, conhecemos um ao outro como deveríamos conhecer? A verdade é que muitas vezes dormimos, tomamos café, almoçamos, jantamos, nos relacionamos sexualmente, porém não somos íntimos, não nos conhecemos. Eu e a Rouse estamos casamos a vinte e quatro anos, pela lógica, deveríamos nos conhecer muito bem, porém, depois de responder este teste descobrimos que precisamos continuar buscando conhecer melhor o outro.
Conhecer o mapa afetivo do cônjuge é um fator determinante para o ajustamento na vida conjugal. O amor, o respeito, a compreensão crescem à medida que um buscar conhecer melhor o mapa afetivo do outro. Sugiro a você que reserve um tempo para que junto com o seu companheiro (a) façam o teste, são 60 perguntas. Esse tempo deve ser um momento de alegria, humor, descontração e aprendizagem e não de conflitos. Muito cuidado... Vamos às perguntas. Um deve perguntar para o outro. O número no final de cada pergunta é quantos pontos vale cada resposta certa.
1. Diga o nome de dois dos meus amigos mais chegados. (2)
2. Qual é o meu grupo musical, compositor ou instrumento preferido? (2)
3. Como eu estava (a) vestido (a) quando nos encontramos pela primeira vez? (2)
4. Cite um dos meus hobbies. (3)
5. Em que cidade nasci? (1)
6. Qual é o texto bíblico que mais gosto? (2)
7. Qual é o personagem bíblico que mais admiro? (2)
8. Quais as tensões que estou vivendo nesse momento? (4)
9. Descreva em detalhes o que fiz hoje ou ontem? (4)
10. Quando é o meu aniversário? (1)
11. Qual é a data do nosso aniversário de casamento? (1)
12. Qual é o meu parente preferido? (2)
13. Qual é o sonho que mais desejo realizar? (5)
14. Qual é a minha flor preferida? (2)
15. Qual é a situação de pavor e desastre que mais temo? (3)
16. Em que hora do dia prefiro fazer amor? (3)
17. Em que assunto me sinto mais competente? (4)
18. O que me excita sexualmente? (3)
19. Qual é o meu prato preferido? (2)
20. Qual é o meu programa preferido no fim do dia? (2)
21. Qual é a minha cor favorita? (1)
22. Que aperfeiçoamento pessoal quero fazer na vida? (4)
23. Que tipo de presente gosto mais de receber? (2)
24. Qual foi a minha melhor experiência na infância? (4)
25. Quais foram as minhas melhores férias? (2)
26. De que forma prefiro ser acalmado (a)? (4)
27. Quem é a pessoa que me dá maior apoio (além de você)? (3)
28. Qual é o meu esporte preferido? (2)
29. O que gosto mais de fazer quando tenho tempo? (2)
30. Qual é a minha atividade preferida nos fins de semana? (2)
31. Para onde gosto de ir quando posso? (3)
32. Qual é o meu filme favorito? (2)
33. Quais são os próximos acontecimentos importantes em minha vida? Como me sinto em relação a eles? (4)
34. Quem foi o (a) melhor amigo (a) de infância? (4)
35. Qual é a minha revista preferida? (2)
36. Diga o nome de um (a) dos (as) meus maiores rivais ou "inimigos". (3)
37. Qual seria minha ocupação ideal? (4)
38. Qual é o meu maior medo? (4)
39. De quem menos me simpatizo em minha família? (3)
40. Qual é o meu feriado favorito? (2)
41. Quais são os tipos de livros que mais gosto de ler? (2)
42. Qual é o meu programa de TV preferido? (2)
43. Que lado da cama prefiro? (2)
44. O que mais me causa tristeza? (4)
45. Diga uma coisa que me interessa ou me preocupa. (4)
46. Quais são os problemas de saúde que me preocupam? (2)
47. Qual foi o momento mais constrangedor que vivi? (3)
48. Qual foi a minha pior experiência de infância? (4)
49. Mencione as duas pessoas que mais admiro. (4)
50. Diga o nome do meu (minha) maior rival ou inimigo(a). (3)
51. Dentre todos os nossos conhecidos(as), de quem eu gosto menos? (3)
52. Qual é minha sobremesa preferida? (2)
53. Qual é o meu número de previdência social? (2)
54. Diga o nome do meu romance preferido? (3)
55. Qual é o meu restaurante preferido? (2)
56. Cite duas de minhas ambições e esperanças. (4)
57. Quais são alguns dos alimentos que detesto? (2)
58. Qual é o meu animal favorito? (2)
59. Qual é meu hino preferido? (2)
60. Qual é o meu time? (2)
Se o resultado não foi o esperado, os dois podem a partir de hoje desenvolver meios para conhecer melhor o mapa afetivo um do outro. Com certeza esse exercício irá resultar em amadurecimento. Casar é conhecer e quanto mais nos conhecemos, melhor pode ser a relação conjugal. Que o Senhor Deus continue abençoando você e toda a sua família!
Ontem à noite, quando eu e minha esposa estávamos deitamos, num momento de descontração, resolvemos testar o conhecimento do mapa afetivo um do outro. Casar é conhecer. Será que depois de anos convivendo juntos, conhecemos um ao outro como deveríamos conhecer? A verdade é que muitas vezes dormimos, tomamos café, almoçamos, jantamos, nos relacionamos sexualmente, porém não somos íntimos, não nos conhecemos. Eu e a Rouse estamos casamos a vinte e quatro anos, pela lógica, deveríamos nos conhecer muito bem, porém, depois de responder este teste descobrimos que precisamos continuar buscando conhecer melhor o outro.
Conhecer o mapa afetivo do cônjuge é um fator determinante para o ajustamento na vida conjugal. O amor, o respeito, a compreensão crescem à medida que um buscar conhecer melhor o mapa afetivo do outro. Sugiro a você que reserve um tempo para que junto com o seu companheiro (a) façam o teste, são 60 perguntas. Esse tempo deve ser um momento de alegria, humor, descontração e aprendizagem e não de conflitos. Muito cuidado... Vamos às perguntas. Um deve perguntar para o outro. O número no final de cada pergunta é quantos pontos vale cada resposta certa.
1. Diga o nome de dois dos meus amigos mais chegados. (2)
2. Qual é o meu grupo musical, compositor ou instrumento preferido? (2)
3. Como eu estava (a) vestido (a) quando nos encontramos pela primeira vez? (2)
4. Cite um dos meus hobbies. (3)
5. Em que cidade nasci? (1)
6. Qual é o texto bíblico que mais gosto? (2)
7. Qual é o personagem bíblico que mais admiro? (2)
8. Quais as tensões que estou vivendo nesse momento? (4)
9. Descreva em detalhes o que fiz hoje ou ontem? (4)
10. Quando é o meu aniversário? (1)
11. Qual é a data do nosso aniversário de casamento? (1)
12. Qual é o meu parente preferido? (2)
13. Qual é o sonho que mais desejo realizar? (5)
14. Qual é a minha flor preferida? (2)
15. Qual é a situação de pavor e desastre que mais temo? (3)
16. Em que hora do dia prefiro fazer amor? (3)
17. Em que assunto me sinto mais competente? (4)
18. O que me excita sexualmente? (3)
19. Qual é o meu prato preferido? (2)
20. Qual é o meu programa preferido no fim do dia? (2)
21. Qual é a minha cor favorita? (1)
22. Que aperfeiçoamento pessoal quero fazer na vida? (4)
23. Que tipo de presente gosto mais de receber? (2)
24. Qual foi a minha melhor experiência na infância? (4)
25. Quais foram as minhas melhores férias? (2)
26. De que forma prefiro ser acalmado (a)? (4)
27. Quem é a pessoa que me dá maior apoio (além de você)? (3)
28. Qual é o meu esporte preferido? (2)
29. O que gosto mais de fazer quando tenho tempo? (2)
30. Qual é a minha atividade preferida nos fins de semana? (2)
31. Para onde gosto de ir quando posso? (3)
32. Qual é o meu filme favorito? (2)
33. Quais são os próximos acontecimentos importantes em minha vida? Como me sinto em relação a eles? (4)
34. Quem foi o (a) melhor amigo (a) de infância? (4)
35. Qual é a minha revista preferida? (2)
36. Diga o nome de um (a) dos (as) meus maiores rivais ou "inimigos". (3)
37. Qual seria minha ocupação ideal? (4)
38. Qual é o meu maior medo? (4)
39. De quem menos me simpatizo em minha família? (3)
40. Qual é o meu feriado favorito? (2)
41. Quais são os tipos de livros que mais gosto de ler? (2)
42. Qual é o meu programa de TV preferido? (2)
43. Que lado da cama prefiro? (2)
44. O que mais me causa tristeza? (4)
45. Diga uma coisa que me interessa ou me preocupa. (4)
46. Quais são os problemas de saúde que me preocupam? (2)
47. Qual foi o momento mais constrangedor que vivi? (3)
48. Qual foi a minha pior experiência de infância? (4)
49. Mencione as duas pessoas que mais admiro. (4)
50. Diga o nome do meu (minha) maior rival ou inimigo(a). (3)
51. Dentre todos os nossos conhecidos(as), de quem eu gosto menos? (3)
52. Qual é minha sobremesa preferida? (2)
53. Qual é o meu número de previdência social? (2)
54. Diga o nome do meu romance preferido? (3)
55. Qual é o meu restaurante preferido? (2)
56. Cite duas de minhas ambições e esperanças. (4)
57. Quais são alguns dos alimentos que detesto? (2)
58. Qual é o meu animal favorito? (2)
59. Qual é meu hino preferido? (2)
60. Qual é o meu time? (2)
Se o resultado não foi o esperado, os dois podem a partir de hoje desenvolver meios para conhecer melhor o mapa afetivo um do outro. Com certeza esse exercício irá resultar em amadurecimento. Casar é conhecer e quanto mais nos conhecemos, melhor pode ser a relação conjugal. Que o Senhor Deus continue abençoando você e toda a sua família!
dicas de nutrição
frutas citricas como a laranja,cheias de vitamina c,previnem infecções comuns,como a gripes
2]arroz e feijão;sim,a combinação deles conta como um só alimento.juntos,têm aminoácidos essenciais,responsáveis pela formação
das proteínas que ajudam no crescimento e desenvolvimento do corpo
3]leite;por conter bastante cálcio, a bebida e seus derivados
fazem bem para o osso e dentes.
4]peixe;ótima fonte de proteína, assim como qualquer outra carne.
Seu diferencial no entanto, é a presença de ômega 3, substância
que aumenta o nível do bom colesterol.
5]espinafre; Rico em potássio, além de ajudar no problema de pressão
alta, combate a depressão e melhora o funcionamento do sistema nervoso.
2]arroz e feijão;sim,a combinação deles conta como um só alimento.juntos,têm aminoácidos essenciais,responsáveis pela formação
das proteínas que ajudam no crescimento e desenvolvimento do corpo
3]leite;por conter bastante cálcio, a bebida e seus derivados
fazem bem para o osso e dentes.
4]peixe;ótima fonte de proteína, assim como qualquer outra carne.
Seu diferencial no entanto, é a presença de ômega 3, substância
que aumenta o nível do bom colesterol.
5]espinafre; Rico em potássio, além de ajudar no problema de pressão
alta, combate a depressão e melhora o funcionamento do sistema nervoso.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
CRISES DO MUNDO EVANGÉLICO NA ATUALIDADE
* Estaria cometendo um grave erro teológico, se afirmasse que a Igreja está em crise. A Igreja não está em crise - mas, está em Cristo. No entanto, uma grande gama de arraiais evangélicos vivenciam terríveis crises, as quais são:
1. Crise de Identidade
* Quando o brilho de Cristo em nós, é ofuscado pelo comprometimento com o sistema mundano - Rm 12:2
2. Crise de Integridade
* Quando nosso caráter é corrompido - Os 7:7,8
3. Crise de Prioridade
* Quando nossas coisinhas ocupam toda a nossa vida, em detrimento do Reino de Deus - Mt 6:33
4. Crise de Fraternidade
* Quando deixamos de amar uns aos outros - Sl 133
5. Crise de Autoridade
* Quando não intimidamos o inferno, porque estamos sem Unção - Lm 5:16
* Estaria cometendo um grave erro teológico, se afirmasse que a Igreja está em crise. A Igreja não está em crise - mas, está em Cristo. No entanto, uma grande gama de arraiais evangélicos vivenciam terríveis crises, as quais são:
1. Crise de Identidade
* Quando o brilho de Cristo em nós, é ofuscado pelo comprometimento com o sistema mundano - Rm 12:2
2. Crise de Integridade
* Quando nosso caráter é corrompido - Os 7:7,8
3. Crise de Prioridade
* Quando nossas coisinhas ocupam toda a nossa vida, em detrimento do Reino de Deus - Mt 6:33
4. Crise de Fraternidade
* Quando deixamos de amar uns aos outros - Sl 133
5. Crise de Autoridade
* Quando não intimidamos o inferno, porque estamos sem Unção - Lm 5:16
terça-feira, 3 de novembro de 2009
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sábado, 31 de outubro de 2009
<!-- INICIO DO CODIGO DO CONTADOR
<div align="center"><a href="http://www.contadorvisitas.com.br"><img src="http://www.contadorvisitas.com.br/imgcontador.php?id=ODYyOTc=" border="0"></a><br><a href="http://www.eubeijo.com.br "><font size="-3" color="blue"> Amor </font></a></div>
DE VISITAS --><!-- FIM DO CODIGO DO CONTADOR DE VISITAS -->
<div align="center"><a href="http://www.contadorvisitas.com.br"><img src="http://www.contadorvisitas.com.br/imgcontador.php?id=ODYyOTc=" border="0"></a><br><a href="http://www.eubeijo.com.br "><font size="-3" color="blue"> Amor </font></a></div>
DE VISITAS --><!-- FIM DO CODIGO DO CONTADOR DE VISITAS -->
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
E.B.D
Lição 04 – CPAD - 4 º TRIMESTRE - DAVI E O TEMPO DE DEUS EM SUA VIDA.
Lição 04 – CPAD Autor: Osvarela
Texto áureo:
I Sm. 24.6. “E disse aos seus homens: O Senhor me guarde, de que eu faça tal coisa ao meu senhor, ao ungido do Senhor, estendendo eu a minha mão contra ele;pois é o ungido do Senhor”.
Leitura Bíblica em Classe:
I Sm. 24.4-8.
Arquétipo David é encontrado na letra Tav – letra do alfabeto hebraico. Fé na onipresença de Deus na experiência da realidade.
Caverna de Adulão: Significa refúgio
Adulão - uma cidade mencionada na Bíblia.
Ela foi uma das cidades reais dos Cananeus (Josué 12:15; 15:35). Ela permaneceu próxima à estrada a qual posteriormente tornou-se a Estrada romana no Vale de Elá, a cena da vitória memorável de Davi sobre Golias (1 Samuel 17:2) e não distante de Gate.
Foi uma das cidades que Roboão fortificou contra o Egito (2 Crônicas 11:7). Miquéias a chamou de "a glória de Israel" (Miquéias 1:15).
Reflexão:
Compilação.
Compreendendo o tempo.
Ec.3.1. Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.
Pr. Ed René Kivitz - Pastor da Igreja Batista de Água Branca – SP – Folha Cristã – 3/08/2008.
Os gregos usavam pelo menos três palavras para designar tempo:
Aion,
Kairós,
Kronos.
Aion indicava o tempo de longo prazo, na verdade, de longuíssimo prazo, que o apóstolo usa quando diz que Jesus é Senhor não apenas neste século, ou era, isto é, aion, como também no vindouro.
Kairós indicava um bloco de tempo, uma ocasião adequada ou uma oportunidade: o tempo das "águas de março que fecham o verão", a estação da sua fruta predileta, o período da adolescência ou a hora certa de pedir a moça em casamento. Kronos é o tempo medido pelo relógio: segundos, minutos e horas.
1-O aion reclama nossa entrega e rendição, a admissão de nossa finitude. Diante do aion, a duração de nossas vidas é comparada a um vapor, a uma pequenina flor que pela manhã floresce e ao final da tarde voa no vento. O aion exige humildade: agradecer a Deus a oportunidade de entrar na existência
2-O kairós exige atenção e prontidão, pois tal é a oportunidade como um cometa que passa em velocidade atroz: quem piscou, perdeu o espetáculo. Não há espaço para protelação, procrastinação e displicência. O kairós exige sabedoria. O apóstolo Paulo recomenda remir o tempo, isto é, aproveitar a oportunidade para que não se ouça "não adianta mais, agora é tarde, passou o tempo, deixamos escapar o kairós".
3-Kronos exige responsabilidade. O poeta bíblico recomenda a oração: pedir a Deus que ensine a contar os dias, isto é, ensine a viver, concedendo coração sábio para o bom uso da medida de kairós: usar bem, não desperdiçar, desfrutar. Kronos é o mais cruel. Kronos é tempo com medida, e cada pessoa terá a sua, no mistério da economia divina. O que não é inesgotável reclama cuidado, recursos finitos implicam boa administração. Cada um tem sua fatia de segundos, minutos e horas, e ninguém sabe ao certo sua porção, ninguém é capaz de saber quando será seu último dia, viverá seu último segundo, consumirá seu último fôlego. E como advertiu Jesus, ninguém pode acrescentar um passo sequer ao seu limite de existência. Mas pode abreviar.
Introdução:
Davi, aos 20 [vinte] anos de idade, um jovem, é um exemplo de como devemos preservar a nossa vocação, chamado, unção e benção ministerial, que nos foi imposta pelas mãos do Santo Ministério, para que não venhamos subverter a ordem cronológica espiritual, ordenada por Deus, na sua Sabedoria e presciência.
Quando temos certeza da chamada, devemos aguardar no tempo de Deus, sem pressa, não como já vimos acontecer, recentemente, com prejuízos inexoráveis, a imagem daquele que quer subverter uma Ordenação divina e seus propósitos.
I – Entendendo as causas:
Não entendendo a causa da perseguição:
Quando não entendemos a causa que se levanta contra nós, somos pegos pela apreensão e daí precisamos do conforto de uma palavra amiga.
Converse com amigos sinceros, como Davi fez com o seu amigo Jônatas.
I Sm.20.1-3. Então fugiu Davi de Naiote, em Ramá, veio ter com Jônatas e lhe disse: Que fiz eu? qual é a minha iniqüidade? e qual é o meu pecado diante de teu pai, para que procure tirar-me a vida?... Respondeu-lhe Davi, com juramento: Teu pai bem sabe que achei graça aos teus olhos; pelo que disse: Não saiba isto Jônatas, para que não se magoe. Mas, na verdade, como vive o Senhor, e como vive a tua alma, há apenas um passo entre mim e a morte.
Se nós não entendermos isto, não nos resta tempo, para realizarmos o querer de Deus, até Mical entendeu isto. O vocacionado, tem o perfeito entendimento do tempo de realizar ações para atingir o querer de Deus.
II - Aguardar o tempo de Deus é uma lição davidiana especial.
Pois, mesmo com Saul ao alcance de sua espada ele não teve ousadia de atingir, com um golpe de sua espada, aquele que ele sabia e reconhecia ser o Ungido do Senhor.
Muitas vezes, achamos que poderemos mudar situações com a nossa particular chamada, mas enquanto Deus não tirar o seu Ungido do lugar,quem somos nós para fazê-lo, seja com:
Difamações
Ataques pessoais
Explorando a idade avançada
A família do alvo
A personalidade fraca do tal
As fraquezas
As alterações de humor
E até mesmo eventuais “erros” daquele que está à frente.
III - Uma Experiência familiar:
Sou filho de pastor-presidente e vi tudo isto acontecer.
Mas, diferentemente de Saul, papai era um homem de oração e de grande coração em amor.
Nós não entendíamos, quando ele mais amava ao seu opositor, e queríamos que ele agisse contra os tais, mas ele os amava cada vez mais, este foi o legado que ele me deixou.
Quando foi escolhido para ser Pastor-Presidente, em 1959, pelo saudoso Pastor Geral do Rio de Janeiro Alcebíades Pereira de Vasconcelos, ele teve que se calar [entrar na caverna]à ação de outros pretendentes, mas o Senhor foi com ele, e este ano, sob a liderança do Pastor-presidente Jaime Soares da Silva, a Igreja de Bonsucesso – Rio de Janeiro, comemorou o Jubileu e lá estava a foto de papai sendo honrado por toda a Igreja, juntamente com o seu saudoso fiel ex-vice-presidente e posteriormente Pastor-presidente Pastor Raimundo Lino da Silva, meu especial, saudoso amigo, e aluno, valeu a pena esperar no Tempo de Deus.
IV - O Tempo:
O tempo é de Deus.
Davi tinha um coração cheio de misericórdia:
Quando lemos o contexto bíblico da perseguição movida por Saul a Davi, entendemos o quanto o coração de Davi era cheio de Deus.
I Sm. 24.4,5. Então os homens de Davi lhe disseram: Eis aqui o dia do qual o Senhor te disse: Eis que entrego o teu inimigo nas tuas mãos; Sucedeu, porém, que depois doeu o coração de Davi, por ter cortado a orla do manto de Saul.
Cheio de misericórdia
Cheio de zelo
Cheio de temor
Cheio de sabedoria
Cheio de conhecimento
Cheio de resistência ao medo.
Quando se espera o Tempo de Deus a perseguição aumenta:
Todos os homens de Deus tiveram momentos no deserto, por perseguição e no deserto Deus, lhes preparou, para voltarem mais fortes, para guiar o seu povo, portanto Davi não fugiu a regra e esteve no Neguebe, na caverna de Adulão e até entre seus inimigos.
Mas, ele esperava no senhor.
Não desanime.
Deus está apenas nos provando quando estamos no deserto, ele ainda está preparando a cada um de nós, para sermos à seu tempo úteis aos Seus divino propósitos, afinal Ele nos escolheu assim como Davi, pequeninos para derrotarmos gigantes, em seu Nome!
Todos aqueles que desejam ter um profundo relacionamento com Deus passam pelo deserto, devem se refugia em Adulão.
Moises, Elias, Paulo e nosso Senhor Jesus passaram pelos desertos. O deserto faz parte da pedagogia e mistagogia de Deus.
Davi não escolheu o deserto, mas foi forçado a se refugiar dos ataques de Saul na região do Neguebe por aproximadamente 10 anos de sua vida.
V- Na Caverna, esperando o Tempo de Deus:
A- Na Caverna encontrando o opositor e perseguidor, sem armas e indefeso.
Na narrativa bíblica, nos deparamos com uma situação peculiar.
I Sl. 24.1 Ora, quando Saul voltou de perseguir os filisteus, foi-lhe dito: Eis que Davi está no deserto de En-Gedi.
Então tomou Saul três mil homens, escolhidos dentre todo o Israel, e foi em busca de Davi e dos seus homens, até sobre as penhas das cabras montesas. E chegou no caminho a uns currais de ovelhas, onde havia uma caverna; e Saul entrou nela para aliviar o ventre. Ora Davi e os seus homens estavam sentados na parte interior da caverna.
O Rei Saul, por problemas intestinais e por razões fisiológicas é levado a uma situação de insegurança.
Esta É a hora e assim que os grandes predadores agem para abocanhar as suas vítimas.
Davi como um leão se aproximou de Saul e cortou a sua capa, deixada de lado.
Tem horas que até o rei tem que entender que é humano, e é nestas horas que você tem que compreender, como Davi que pode se aproximar e destruí-lo, mas precisa se lembrar que ele é um ungido.
1- O propósito da dificuldade: “Depois Davi, retirando-se desse lugar, escapou para a caverna de Adulão”.
A caverna, não é lugar de fracassados e excluídos como aparentemente possa parecer.
É lugar de restauração porque é lugar de respostas divinas. Portanto, olhe sua situação atual do prisma correto. Se você está numa caverna, não desanime sua resposta vai chegar. Davi recebeu a sua, por preservar o ungido de Deus. Ele estava nas profundezas da Caverna, diz o texto bíblico, estava pior do que Elias. I Rs.19. 9-13. Ali entrou numa caverna, onde passou a noite. E eis que lhe veio a palavra do Senhor, dizendo: Que fazes aqui, Elias...; e eu, somente eu, fiquei, e buscam a minha vida para ma tirarem. Ao que Deus lhe disse: Vem cá fora...; e ainda depois do fogo uma voz mansa e delicada. E ao ouvi-la, Elias cobriu o rosto com a capa e, saindo, pôs-se à entrada da caverna.
Até os menores inimigos se arvoram em atacantes de você, eles se aproveitam da situação para desmerecer, lançar o teu opróbrio em rosto, desconsiderar as tuas vitórias, tudo isto é lançado por terra, porque você está aguardando o tempo de Deus.[Aquis...]
Esperei com paciência no Senhor e Ele ouviu o meu clamor – Davi
Caverna pode ser também o lugar onde o teu opositor estará à sua mercê.
E Deus verá qual a tua fé em aguardar o seu Tempo ou tua pressa em dar o golpe fatal em teu oponente.
Longanimidade – é esperar o tempo de Deus, sem ferir o seu opositor, mesmo tendo possibilidade de fazê-lo.
Você e eu vamos sair da caverna para nos assentarmos nos lugares que Deus nos chamou.
Caverna é lugar de esconderijo e também de louvar a Deus.
A caverna de Adulam, no vale da Elah, onde David se escondeu do rei Saul, e, lá também escreveu um dos seus lindos cânticos.
O cântico de Davi, o qual se encontra em 2 Samuel 22: 1-51 “Davi dirigiu ao Senhor as palavras deste cântico, no dia em que o Senhor o livrou das mãos de todos os seus inimigos e das mãos de Saul...Ele dá grande livramento a seu rei, e usa de benignidade para com o seu ungido, para com Davi e a sua descendência para sempre”., que e quase idêntico ao Salmo 18.
"Davi retirou-se dali e se refugiou na caverna de Adulão;...seus irmãos e toda a casa de seu pai, desceram ali para ter com ele. Ajuntaram-se a ele todos os homens que se achavam em aperto, e todo homem endividado, e todos os amargurados de espírito, e ele se fez chefe deles; e eram como uns quatrocentos homens." (1Sm 22:1,2; Sl.18.1,2ss. Eu te amo, ó Senhor, força minha.O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador; o meu Deus, o meu rochedo, em quem me refúgio;).
Há uma lição a ser aprendida, no Tempo de Deus, mesmo na prova ou tribulação, nós seremos, família de Deus e nos uniremos.
Os desesperados nos procuram para sermos seus líderes e vêem em nós alguém em quem pode obter ajuda, porque se refletem na situação amarga que passamos e junto podemos formar um grande exército, até a tribulação passar, mesmo na Caverna de adulão e sem ofender o Rei, com nosso exemplo, formaremos um verdadeiro exército, com respeito as coisas santas e divinas do Nosso Deus.
Davi dá uma prova porque ele era um homem segundo o coração de Deus, mesmo podendo matar o seu oponente e perseguidor ele se condoeu em seu coração, “apenas” por corta a orla da Capa de Saul, imagine, como era o coração de Davi.
Sl.51. 17. O sacrifício aceitável a Deus é o espírito quebrantado; ao coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.
Observando este ato aprendemos muito da personalidade e caráter que Deus quer para seus escolhidos:
Não se deixar levar por quem não tem a unção e a tua vocação e não entendem os teus gestos de misericórdia.Davi poderia até passar por covarde junto aos seus homens, que eram a “fina flor” do pior de Israel, mas ele pesou os seus atos pelo seu próprio coração.
Mas, como já aprendemos neste trimestre, Davi era um homem com liderança inata e ele conteve os seus homens.
VI - Um exemplo para nós:
Não nos deixemos levar por grupos que nos acompanham e nos são simpáticos.
Lc.9. 54. Vendo isto os discípulos Tiago e João, disseram: Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu para os consumir....
Não sejamos guiados pela fala alheia.
Não sejamos líderes fracos, ou seremos reprovados pelo Senhor, aprendo isto com Davi e Cristo.
Davi como um tipo de Cristo manteve os seus homens sob a sua liderança.
Mt.2. 52. Então Jesus lhe disse: Mete a tua espada no seu lugar; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão.
Os que não tem chamada querem resolver tudo de imediato, mas o vocacionado aguarda no tempo de Deus, pois conhece o coração de Deus e Deus o mantém avisado, pois ele consulta ao Seu Deus sobre o que fazer.
I Sm.24.6,7. E disse aos seus homens: O Senhor me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, ao ungido do Senhor, que eu estenda a minha mão contra ele, pois é o ungido do Senhor. E com essas palavras Davi conteve os seus homens e não lhes permitiu que se levantassem contra Saul; e Saul se levantou e prosseguiu o seu caminho.
Sl.40.1-4. Esperei com paciência pelo Senhor, e ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor. Também me tirou duma cova de destruição, dum charco de lodo; pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos. Pôs na minha boca um cântico novo, um hino ao nosso Deus; muitos verão isso e temerão, e confiarão no Senhor. Bem-aventurado o homem que faz do Senhor a sua confiança, e que não atenta para os soberbos nem para os apóstatas mentirosos. 13-15. Digna-te, Senhor, livra-me; Senhor, apressa-te em meu auxílio. Sejam à uma envergonhados e confundidos os que buscam a minha vida para destruí-la; tornem atrás e confundam-se os que me desejam o mal. Desolados sejam em razão da sua afronta os que me dizem: Ah! Ah!
Misericórdia
Humildade
Amor
Esperar N’Ele e não agir por suas próprias forças.
VII - O contexto no qual Davi agia:
I Sm.18.30. Então saíram os chefes dos filisteus à campanha; e sempre que eles saíam, Davi era mais bem sucedido do que todos os servos de Saul, pelo que o seu nome era mui estimado.
Assim se alguém te desprezar neste período não se preocupe, Deus está te observando e aprovando a tua posição.
I Sm.18.28-29. Mas quando Saul viu e compreendeu que o Senhor era com Davi e que todo o Israel o amava, temeu muito mais a Davi; e Saul se tornava cada vez mais seu inimigo.
Sl.35. 1-4. Contende, Senhor, com aqueles que contendem comigo; combate contra os que me combatem. Pega do escudo e do pavês, e levanta-te em meu socorro. Tira da lança e do dardo contra os que me perseguem. Dize à minha alma: Eu sou a tua salvação. Sejam envergonhados e confundidos os que buscam a minha vida; voltem atrás e se confudam os que contra mim intentam o mal.
Sob os olhos ardentes de ódio de Saul, opresso por um espírito maligno, Davi se houve com tal honradez, que nos ensina uma lição de que quando Deus é conosco não devemos avançar sem ordem de Deus.
Podemos continuar as lutas do nosso oponente e ajuda-lo mesmo que ele queira o nosso fim, Deus e o seu povo entenderão que você tem valor e até o teu oponente,usado por Deus para te preparar para a batalha, que no final será totalmente sua; você entende isto?
VIII - Mesmo perseguido, há vitória a alcançar:
Se você estiver na direção de Deus!
I Sm.23.1-5. Ora, foi anunciado a Davi: Eis que os filisteus pelejam contra Queila e saqueiam as eiras. Pelo que consultou Davi ao Senhor, dizendo: Irei eu, e ferirei a esses filisteus? Respondeu o Senhor a Davi: Vai, fere aos filisteus e salva a Queila. Mas os homens de Davi lhe disseram: Eis que tememos aqui em Judá, quanta mais se formos a Queila, contra o exército dos filisteus! Davi, pois, tornou a consultar ao Senhor, e o Senhor lhe respondeu: Levanta-te, desce a Queila, porque eu hei de entregar os filisteus na tua mão. Então Davi partiu com os seus homens para Queila, pelejou contra os filisteus, levou-lhes o gado, e fez grande matança entre eles; assim Davi salvou os moradores de Queila.
Na lição passada, falei da empatia de Davi, como um de suas colunas, esta empatia era na realidade dada por Deus, através da Unção, que ele tinha sobre sua vida.
Assim, mais uma vez, Davi é salvo pelas suas qualidades: Ser Amigo sempre.
Há um intercessor agindo para você: Jesus Cristo.
Nesta passagem, ele procura o amigo Jônatas para entender, porque o Rei queria matá-lo:
I Sm.19.1-6. Falou, pois, Saul a Jônatas, seu filho, e a todos os seus servos, para que matassem a Davi. Porém Jônatas, filho de Saul, estava muito afeiçoado a Davi. Pelo que Jônatas o anunciou a Davi...Saul, meu pai, procura matar-te; portanto, guarda-te amanhã pela manhã, fica num lugar oculto e esconde-te...to anunciarei. Então Jônatas falou bem de Davi a Saul, seu pai, e disse-lhe: Não peque o rei contra seu servo Davi, porque ele não pecou contra ti, e porque os seus feitos para contigo têm sido muito bons...; por que, pois, pecarias contra o sangue inocente, matando sem causa a Davi? E Saul deu ouvidos à voz de Jônatas, e jurou:Como vive o Senhor, Davi não morrera.
1-Um aviso ainda ecoa:
Não espere o teu tempo para livrares tua alma, corra por tua vida, busque o tempo de Deus, ainda é tempo.
I Sm.19.9-11. Então o espírito maligno da parte do Senhor veio sobre Saul, estando ele sentado em sua casa, e tendo na mão a sua lança; e Davi estava tocando a harpa. E Saul procurou encravar a Davi na parede, porém ele se desviou de diante de Saul, que fincou a lança na parede. Então Davi fugiu, e escapou naquela mesma noite. Mas Saul mandou mensageiros à casa de Davi, para que o vigiassem, e o matassem pela manhã; porém Mical, mulher de Davi, o avisou, dizendo: Se não salvares a tua vida esta noite, amanhã te matarão.
I Sm.18.30. Então saíram os chefes dos filisteus à campanha; e sempre que eles saíam, Davi era mais bem sucedido do que todos os servos de Saul, pelo que o seu nome era mui estimado.
Assim se alguém te desprezar neste período não se preocupe, Deus está te observando e aprovando a tua posição.
I Sm 20.10-12.
Em algum momento teu animo pode decair, pois a carne muitas vezes não suporta certas afrontas, mas espere, nem que te achem, que ages como um louco ou um desmiolado, procura abrigar-te em algum lugar até passar a onda violenta e teu nome será preservado.
IX - Mesmo perseguido, honre o Rei:
8 Depois também Davi se levantou e, saindo da caverna, gritou por detrás de Saul, dizendo: Ó rei, meu senhor! Quando Saul olhou para trás, Davi se inclinou com o rosto em terra e lhe fez reverência.
Respeitar as autoridades é a orientação da Bíblia Sagrada.
Rm. 13. 1. Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Deus.
Tt.3. 1. Adverte-lhes que estejam sujeitos aos governadores e autoridades, que sejam obedientes, e estejam preparados para toda boa obra,
Assim, ainda que Davi fosse o ungido, Saul mesmo sem a presença de Deus que, “I Sm.16. 13-15. Então Samuel tomou o vaso de azeite, e o ungiu no meio de seus irmãos; e daquele dia em diante o Espírito do Senhor se apoderou de Davi. Depois Samuel se levantou, e foi para Ramá. Ora, o Espírito do Senhor retirou-se de Saul, e o atormentava um espírito maligno da parte do Senhor. Então os criados de Saul lhe disseram: Eis que agora um espírito maligno da parte de Deus te atormenta”; ele sabia que devia respeitar a autoridade real de Saul, embora este espiritualmente estivesse sem autoridade.
Muitos têm desprezado isto.
Davi nos ensina exatamente isto.
Mesmo o próprio Rei sabendo que seria destronado, ou já estava fora da posição de Deus, Davi contudo, manteve a reverencia devida ao Rei.
Coisa que está faltando em nossos dias, destarte as últimas do “arraial assembleiano”, que Deus tenha misericórdia de nós.
X -Davi tinha autoridade sobre os espíritos imundos:
Mt.10. 1. E, chamando a si os seus doze discípulos, deu-lhes autoridade sobre os espíritos imundos, para expulsarem, e para curarem toda sorte de doenças e enfermidades.
Para ser Rei tem que ser servo:
Mt.20. 25. Jesus, pois, chamou-os...lhes disse: Sabeis que os governadores dos gentios os dominam, e os seus grandes exercem autoridades sobre eles. Não será assim entre vós; antes, qualquer que entre vós quiser tornar-se grande, será esse o que vos sirva; e qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, será vosso servo; assim como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos.
A ação do tempo do homem, na Ação do Tempo de Deus:
A Bíblia está cheia destes exemplos.
Homens santos, que se adiantaram, para escrever seu próprio tempo, sem a anuência de Deus.
Abraão
Moisés
Davi
Saul
José
Conclusão:
Davi nos mostra que como Cristo esperou o momento de se apresentar como rei.
Padeceu um período de opróbrio
Foi desconsiderado
Foi dado como louco
Desprezado, não deixou de ajudar aos necessitados
Não teve por usurpação ser maior do que o rei, até a sua exaltação por Deus.
Demonstrou:
Coragem.
Nem sempre enfrentar o seu opositor é sinal de coragem, pode ser uma prova de Deus para ver se você sabe esperar o seu Tempo, e a sua paciência.
Misericórdia, com quem não lhe tinha misericórdia.
Viveu como servo sendo rei.
Viveu o seu tempo de servo sem reclamar.
No tempo de seu opróbrio ajudou os desvalidos, desconsiderados e deles fez um exército.
Tudo porque atendeu o Tempo de Deus.
FONTE:
Ronnie Littlejohn é professor de Filosofia, Universidade Belmont, Nashhville, Tennessee.
Bíblia Plenitude
Bíblia digital – cortesia Tio Sam
Apontamentos do autor
Wikipédia
Ed Kinitz
Folha cristã
Por rede jovem quadrangular em Janeiro 12, 2009.
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Lição –CPAD 4º trimestre.
ANEXO SOBRE O CONCEITO DE TEMPO – GREGO – OCIDENTAL – E O HEBREU.
Compilação de tradução de Internet de parte do texto: Tempo e Deus.
O Conceito de tempo entre o Ocidente [grego] e o s hebreus.
Os gregos podem dizer: "O tempo é o meio para a ação salvífica de Deus."
Os hebreus poderiam dizer: "O tempo é a seqüência de atos salvadora de Deus."
Para os hebreus, não havia tempo que existia como uma substância ou a força ou dimensão, como o período grego implica.
Houve apenas fatos reais que ocorreram, e os homens, medido e marcado a vida por suas relações com estes.
Ao contrário de um ocidental moderno, um hebraico não diria: "Eu não tenho tempo suficiente", como se o tempo fosse como tantas moedas em um bolso ou muito líquido em um vidro.
Hebreus não se envolveriam em discussões sobre se o tempo realmente existiu, ou se eles poderiam "sentir" o tempo.
A razão é clara.
Época não era uma coisa ou objeto para os hebreus do Antigo Testamento.
O Antigo Testamento não tem uma palavra geral para "tempo" no sentido abstrato em tudo.
Também não têm condições especiais para o passado, presente e futuro.
A palavra mais comum para o "tempo" significa o momento ou ponto em que algo aconteceu ou vai acontecer, por exemplo, "Eis que, sobre este tempo amanhã, eu vou mandar uma chuva muito pesada" (Ex. 9:18, NVI) .
Aqui está outro exemplo.
Os hebreus não especulam sobre a duração – como: em quanto tempo é o presente?
Muitos filósofos ocidentais, sem conhecer o “modus vivendi” tradicional grego encontraram-se com esta questão preocupante.
Esta preocupação ocupou filósofos de Agostinho a Henri Bergson.
Mas os hebreus evitavam tais especulações infrutíferas, embora definitivamente utilizando conceitos temporais.
I Reis 11:4. se refere ao tempo, “quando Salomão era velho", mas o escritor não pergunta sobre quando foi que Salomão começou a ficar velho, ou em que momento ele se tornou velho, como se ele não fosse ou era velho no dia anterior e de repente ele estava velho.
Os hebreus não estavam interessados em toda essa teorização.
Nós certamente não devemos pensar que a idéia hebraica do tempo, é necessariamente inferior ao grego, simplesmente porque o grego era mais concreto, neste pensamento.
Outra maneira de ver essa diferença é de notar que os hebreus desenvolveram nenhuma idéia de eternidade como intemporalidade.
Os hebreus comungavam com a idéia de que poderia haver vida e experiência, sem tempo.
No Antigo Testamento, a vida era a existência humana "(Jó 1:21; Sl. 90:3-12) e isto era o tempo.
Pode-se caracterizar a diferença entre a forma como os hebreus entendiam o tempo e como o fazemos por dizer que o tempo para nós é "cronológico" e tempo para eles "qualitativo".
Para eles, a vida era tempo, ou melhor "viver o momento". Não houve tempo em que não havia eventos de vida, e eventos de vida, onde não havia tempo.
No Antigo Testamento, os eventos e as pessoas eram diferenciados e organizados, não por sua posição na seqüência cronológica uns aos outros, mas de acordo com o impacto da sua ocorrência.
Um dos nossos grandes problemas no Mundo Ocidental moderno é que com o passar do tempo, estamos ocupados demais com coisas sem importância e eventos, e nos tornamos muito ocupados para as coisas verdadeiramente importantes, mas não necessariamente urgentes, e importantes na vida.
Por exemplo, enquanto conversamos com um ente querido, vamos rapidamente atender o telefone e passar alguns minutos atendendo a chamada, mesmo que a chamada possa ser totalmente sem importância.
A urgência percebida de um telefone tocando substitui a atividade mais importante que não tenha uma necessidade de urgência em anexo.
Quando nos envolvemos com esse tipo de comportamento, estamos mostrando o que achamos que realmente importa.
Poderíamos melhorar a vida se mudarmos o nosso paradigma de tempo.
Mas como podemos?
Tempo para os hebreus foi de cerca de esforço e conquista pessoas fizeram coisas. Deus também fez as coisas.
Pensamento hebreu: Eles escreveram, tocou, viajou, dormiu, sonhou, realizaram cerimônias, entrou em guerra, e orou.
Tempo consistiu na história desses eventos, e não tinha existência para além destas.
Para tirar o máximo do tempo provavelmente significava algo como tocar o seu pífano, tanto quanto os outros identificam com marcas, as suas vidas e contam suas histórias, em referência às suas ações.
"Na mente hebraica, a verdadeira questão não era: "Qual é o melhor uso do meu tempo agora?" mas sim, "Qual é o melhor uso de minha vida agora?"
Ronnie Littlejohn é professor de Filosofia, Universidade Belmont, Nashhville, Tennessee.
(pp. 53-56. Biblical Illustrator, Winter 1999-2000, Nashville)
Lição 04 – CPAD Autor: Osvarela
Texto áureo:
I Sm. 24.6. “E disse aos seus homens: O Senhor me guarde, de que eu faça tal coisa ao meu senhor, ao ungido do Senhor, estendendo eu a minha mão contra ele;pois é o ungido do Senhor”.
Leitura Bíblica em Classe:
I Sm. 24.4-8.
Arquétipo David é encontrado na letra Tav – letra do alfabeto hebraico. Fé na onipresença de Deus na experiência da realidade.
Caverna de Adulão: Significa refúgio
Adulão - uma cidade mencionada na Bíblia.
Ela foi uma das cidades reais dos Cananeus (Josué 12:15; 15:35). Ela permaneceu próxima à estrada a qual posteriormente tornou-se a Estrada romana no Vale de Elá, a cena da vitória memorável de Davi sobre Golias (1 Samuel 17:2) e não distante de Gate.
Foi uma das cidades que Roboão fortificou contra o Egito (2 Crônicas 11:7). Miquéias a chamou de "a glória de Israel" (Miquéias 1:15).
Reflexão:
Compilação.
Compreendendo o tempo.
Ec.3.1. Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.
Pr. Ed René Kivitz - Pastor da Igreja Batista de Água Branca – SP – Folha Cristã – 3/08/2008.
Os gregos usavam pelo menos três palavras para designar tempo:
Aion,
Kairós,
Kronos.
Aion indicava o tempo de longo prazo, na verdade, de longuíssimo prazo, que o apóstolo usa quando diz que Jesus é Senhor não apenas neste século, ou era, isto é, aion, como também no vindouro.
Kairós indicava um bloco de tempo, uma ocasião adequada ou uma oportunidade: o tempo das "águas de março que fecham o verão", a estação da sua fruta predileta, o período da adolescência ou a hora certa de pedir a moça em casamento. Kronos é o tempo medido pelo relógio: segundos, minutos e horas.
1-O aion reclama nossa entrega e rendição, a admissão de nossa finitude. Diante do aion, a duração de nossas vidas é comparada a um vapor, a uma pequenina flor que pela manhã floresce e ao final da tarde voa no vento. O aion exige humildade: agradecer a Deus a oportunidade de entrar na existência
2-O kairós exige atenção e prontidão, pois tal é a oportunidade como um cometa que passa em velocidade atroz: quem piscou, perdeu o espetáculo. Não há espaço para protelação, procrastinação e displicência. O kairós exige sabedoria. O apóstolo Paulo recomenda remir o tempo, isto é, aproveitar a oportunidade para que não se ouça "não adianta mais, agora é tarde, passou o tempo, deixamos escapar o kairós".
3-Kronos exige responsabilidade. O poeta bíblico recomenda a oração: pedir a Deus que ensine a contar os dias, isto é, ensine a viver, concedendo coração sábio para o bom uso da medida de kairós: usar bem, não desperdiçar, desfrutar. Kronos é o mais cruel. Kronos é tempo com medida, e cada pessoa terá a sua, no mistério da economia divina. O que não é inesgotável reclama cuidado, recursos finitos implicam boa administração. Cada um tem sua fatia de segundos, minutos e horas, e ninguém sabe ao certo sua porção, ninguém é capaz de saber quando será seu último dia, viverá seu último segundo, consumirá seu último fôlego. E como advertiu Jesus, ninguém pode acrescentar um passo sequer ao seu limite de existência. Mas pode abreviar.
Introdução:
Davi, aos 20 [vinte] anos de idade, um jovem, é um exemplo de como devemos preservar a nossa vocação, chamado, unção e benção ministerial, que nos foi imposta pelas mãos do Santo Ministério, para que não venhamos subverter a ordem cronológica espiritual, ordenada por Deus, na sua Sabedoria e presciência.
Quando temos certeza da chamada, devemos aguardar no tempo de Deus, sem pressa, não como já vimos acontecer, recentemente, com prejuízos inexoráveis, a imagem daquele que quer subverter uma Ordenação divina e seus propósitos.
I – Entendendo as causas:
Não entendendo a causa da perseguição:
Quando não entendemos a causa que se levanta contra nós, somos pegos pela apreensão e daí precisamos do conforto de uma palavra amiga.
Converse com amigos sinceros, como Davi fez com o seu amigo Jônatas.
I Sm.20.1-3. Então fugiu Davi de Naiote, em Ramá, veio ter com Jônatas e lhe disse: Que fiz eu? qual é a minha iniqüidade? e qual é o meu pecado diante de teu pai, para que procure tirar-me a vida?... Respondeu-lhe Davi, com juramento: Teu pai bem sabe que achei graça aos teus olhos; pelo que disse: Não saiba isto Jônatas, para que não se magoe. Mas, na verdade, como vive o Senhor, e como vive a tua alma, há apenas um passo entre mim e a morte.
Se nós não entendermos isto, não nos resta tempo, para realizarmos o querer de Deus, até Mical entendeu isto. O vocacionado, tem o perfeito entendimento do tempo de realizar ações para atingir o querer de Deus.
II - Aguardar o tempo de Deus é uma lição davidiana especial.
Pois, mesmo com Saul ao alcance de sua espada ele não teve ousadia de atingir, com um golpe de sua espada, aquele que ele sabia e reconhecia ser o Ungido do Senhor.
Muitas vezes, achamos que poderemos mudar situações com a nossa particular chamada, mas enquanto Deus não tirar o seu Ungido do lugar,quem somos nós para fazê-lo, seja com:
Difamações
Ataques pessoais
Explorando a idade avançada
A família do alvo
A personalidade fraca do tal
As fraquezas
As alterações de humor
E até mesmo eventuais “erros” daquele que está à frente.
III - Uma Experiência familiar:
Sou filho de pastor-presidente e vi tudo isto acontecer.
Mas, diferentemente de Saul, papai era um homem de oração e de grande coração em amor.
Nós não entendíamos, quando ele mais amava ao seu opositor, e queríamos que ele agisse contra os tais, mas ele os amava cada vez mais, este foi o legado que ele me deixou.
Quando foi escolhido para ser Pastor-Presidente, em 1959, pelo saudoso Pastor Geral do Rio de Janeiro Alcebíades Pereira de Vasconcelos, ele teve que se calar [entrar na caverna]à ação de outros pretendentes, mas o Senhor foi com ele, e este ano, sob a liderança do Pastor-presidente Jaime Soares da Silva, a Igreja de Bonsucesso – Rio de Janeiro, comemorou o Jubileu e lá estava a foto de papai sendo honrado por toda a Igreja, juntamente com o seu saudoso fiel ex-vice-presidente e posteriormente Pastor-presidente Pastor Raimundo Lino da Silva, meu especial, saudoso amigo, e aluno, valeu a pena esperar no Tempo de Deus.
IV - O Tempo:
O tempo é de Deus.
Davi tinha um coração cheio de misericórdia:
Quando lemos o contexto bíblico da perseguição movida por Saul a Davi, entendemos o quanto o coração de Davi era cheio de Deus.
I Sm. 24.4,5. Então os homens de Davi lhe disseram: Eis aqui o dia do qual o Senhor te disse: Eis que entrego o teu inimigo nas tuas mãos; Sucedeu, porém, que depois doeu o coração de Davi, por ter cortado a orla do manto de Saul.
Cheio de misericórdia
Cheio de zelo
Cheio de temor
Cheio de sabedoria
Cheio de conhecimento
Cheio de resistência ao medo.
Quando se espera o Tempo de Deus a perseguição aumenta:
Todos os homens de Deus tiveram momentos no deserto, por perseguição e no deserto Deus, lhes preparou, para voltarem mais fortes, para guiar o seu povo, portanto Davi não fugiu a regra e esteve no Neguebe, na caverna de Adulão e até entre seus inimigos.
Mas, ele esperava no senhor.
Não desanime.
Deus está apenas nos provando quando estamos no deserto, ele ainda está preparando a cada um de nós, para sermos à seu tempo úteis aos Seus divino propósitos, afinal Ele nos escolheu assim como Davi, pequeninos para derrotarmos gigantes, em seu Nome!
Todos aqueles que desejam ter um profundo relacionamento com Deus passam pelo deserto, devem se refugia em Adulão.
Moises, Elias, Paulo e nosso Senhor Jesus passaram pelos desertos. O deserto faz parte da pedagogia e mistagogia de Deus.
Davi não escolheu o deserto, mas foi forçado a se refugiar dos ataques de Saul na região do Neguebe por aproximadamente 10 anos de sua vida.
V- Na Caverna, esperando o Tempo de Deus:
A- Na Caverna encontrando o opositor e perseguidor, sem armas e indefeso.
Na narrativa bíblica, nos deparamos com uma situação peculiar.
I Sl. 24.1 Ora, quando Saul voltou de perseguir os filisteus, foi-lhe dito: Eis que Davi está no deserto de En-Gedi.
Então tomou Saul três mil homens, escolhidos dentre todo o Israel, e foi em busca de Davi e dos seus homens, até sobre as penhas das cabras montesas. E chegou no caminho a uns currais de ovelhas, onde havia uma caverna; e Saul entrou nela para aliviar o ventre. Ora Davi e os seus homens estavam sentados na parte interior da caverna.
O Rei Saul, por problemas intestinais e por razões fisiológicas é levado a uma situação de insegurança.
Esta É a hora e assim que os grandes predadores agem para abocanhar as suas vítimas.
Davi como um leão se aproximou de Saul e cortou a sua capa, deixada de lado.
Tem horas que até o rei tem que entender que é humano, e é nestas horas que você tem que compreender, como Davi que pode se aproximar e destruí-lo, mas precisa se lembrar que ele é um ungido.
1- O propósito da dificuldade: “Depois Davi, retirando-se desse lugar, escapou para a caverna de Adulão”.
A caverna, não é lugar de fracassados e excluídos como aparentemente possa parecer.
É lugar de restauração porque é lugar de respostas divinas. Portanto, olhe sua situação atual do prisma correto. Se você está numa caverna, não desanime sua resposta vai chegar. Davi recebeu a sua, por preservar o ungido de Deus. Ele estava nas profundezas da Caverna, diz o texto bíblico, estava pior do que Elias. I Rs.19. 9-13. Ali entrou numa caverna, onde passou a noite. E eis que lhe veio a palavra do Senhor, dizendo: Que fazes aqui, Elias...; e eu, somente eu, fiquei, e buscam a minha vida para ma tirarem. Ao que Deus lhe disse: Vem cá fora...; e ainda depois do fogo uma voz mansa e delicada. E ao ouvi-la, Elias cobriu o rosto com a capa e, saindo, pôs-se à entrada da caverna.
Até os menores inimigos se arvoram em atacantes de você, eles se aproveitam da situação para desmerecer, lançar o teu opróbrio em rosto, desconsiderar as tuas vitórias, tudo isto é lançado por terra, porque você está aguardando o tempo de Deus.[Aquis...]
Esperei com paciência no Senhor e Ele ouviu o meu clamor – Davi
Caverna pode ser também o lugar onde o teu opositor estará à sua mercê.
E Deus verá qual a tua fé em aguardar o seu Tempo ou tua pressa em dar o golpe fatal em teu oponente.
Longanimidade – é esperar o tempo de Deus, sem ferir o seu opositor, mesmo tendo possibilidade de fazê-lo.
Você e eu vamos sair da caverna para nos assentarmos nos lugares que Deus nos chamou.
Caverna é lugar de esconderijo e também de louvar a Deus.
A caverna de Adulam, no vale da Elah, onde David se escondeu do rei Saul, e, lá também escreveu um dos seus lindos cânticos.
O cântico de Davi, o qual se encontra em 2 Samuel 22: 1-51 “Davi dirigiu ao Senhor as palavras deste cântico, no dia em que o Senhor o livrou das mãos de todos os seus inimigos e das mãos de Saul...Ele dá grande livramento a seu rei, e usa de benignidade para com o seu ungido, para com Davi e a sua descendência para sempre”., que e quase idêntico ao Salmo 18.
"Davi retirou-se dali e se refugiou na caverna de Adulão;...seus irmãos e toda a casa de seu pai, desceram ali para ter com ele. Ajuntaram-se a ele todos os homens que se achavam em aperto, e todo homem endividado, e todos os amargurados de espírito, e ele se fez chefe deles; e eram como uns quatrocentos homens." (1Sm 22:1,2; Sl.18.1,2ss. Eu te amo, ó Senhor, força minha.O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador; o meu Deus, o meu rochedo, em quem me refúgio;).
Há uma lição a ser aprendida, no Tempo de Deus, mesmo na prova ou tribulação, nós seremos, família de Deus e nos uniremos.
Os desesperados nos procuram para sermos seus líderes e vêem em nós alguém em quem pode obter ajuda, porque se refletem na situação amarga que passamos e junto podemos formar um grande exército, até a tribulação passar, mesmo na Caverna de adulão e sem ofender o Rei, com nosso exemplo, formaremos um verdadeiro exército, com respeito as coisas santas e divinas do Nosso Deus.
Davi dá uma prova porque ele era um homem segundo o coração de Deus, mesmo podendo matar o seu oponente e perseguidor ele se condoeu em seu coração, “apenas” por corta a orla da Capa de Saul, imagine, como era o coração de Davi.
Sl.51. 17. O sacrifício aceitável a Deus é o espírito quebrantado; ao coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.
Observando este ato aprendemos muito da personalidade e caráter que Deus quer para seus escolhidos:
Não se deixar levar por quem não tem a unção e a tua vocação e não entendem os teus gestos de misericórdia.Davi poderia até passar por covarde junto aos seus homens, que eram a “fina flor” do pior de Israel, mas ele pesou os seus atos pelo seu próprio coração.
Mas, como já aprendemos neste trimestre, Davi era um homem com liderança inata e ele conteve os seus homens.
VI - Um exemplo para nós:
Não nos deixemos levar por grupos que nos acompanham e nos são simpáticos.
Lc.9. 54. Vendo isto os discípulos Tiago e João, disseram: Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu para os consumir....
Não sejamos guiados pela fala alheia.
Não sejamos líderes fracos, ou seremos reprovados pelo Senhor, aprendo isto com Davi e Cristo.
Davi como um tipo de Cristo manteve os seus homens sob a sua liderança.
Mt.2. 52. Então Jesus lhe disse: Mete a tua espada no seu lugar; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão.
Os que não tem chamada querem resolver tudo de imediato, mas o vocacionado aguarda no tempo de Deus, pois conhece o coração de Deus e Deus o mantém avisado, pois ele consulta ao Seu Deus sobre o que fazer.
I Sm.24.6,7. E disse aos seus homens: O Senhor me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, ao ungido do Senhor, que eu estenda a minha mão contra ele, pois é o ungido do Senhor. E com essas palavras Davi conteve os seus homens e não lhes permitiu que se levantassem contra Saul; e Saul se levantou e prosseguiu o seu caminho.
Sl.40.1-4. Esperei com paciência pelo Senhor, e ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor. Também me tirou duma cova de destruição, dum charco de lodo; pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos. Pôs na minha boca um cântico novo, um hino ao nosso Deus; muitos verão isso e temerão, e confiarão no Senhor. Bem-aventurado o homem que faz do Senhor a sua confiança, e que não atenta para os soberbos nem para os apóstatas mentirosos. 13-15. Digna-te, Senhor, livra-me; Senhor, apressa-te em meu auxílio. Sejam à uma envergonhados e confundidos os que buscam a minha vida para destruí-la; tornem atrás e confundam-se os que me desejam o mal. Desolados sejam em razão da sua afronta os que me dizem: Ah! Ah!
Misericórdia
Humildade
Amor
Esperar N’Ele e não agir por suas próprias forças.
VII - O contexto no qual Davi agia:
I Sm.18.30. Então saíram os chefes dos filisteus à campanha; e sempre que eles saíam, Davi era mais bem sucedido do que todos os servos de Saul, pelo que o seu nome era mui estimado.
Assim se alguém te desprezar neste período não se preocupe, Deus está te observando e aprovando a tua posição.
I Sm.18.28-29. Mas quando Saul viu e compreendeu que o Senhor era com Davi e que todo o Israel o amava, temeu muito mais a Davi; e Saul se tornava cada vez mais seu inimigo.
Sl.35. 1-4. Contende, Senhor, com aqueles que contendem comigo; combate contra os que me combatem. Pega do escudo e do pavês, e levanta-te em meu socorro. Tira da lança e do dardo contra os que me perseguem. Dize à minha alma: Eu sou a tua salvação. Sejam envergonhados e confundidos os que buscam a minha vida; voltem atrás e se confudam os que contra mim intentam o mal.
Sob os olhos ardentes de ódio de Saul, opresso por um espírito maligno, Davi se houve com tal honradez, que nos ensina uma lição de que quando Deus é conosco não devemos avançar sem ordem de Deus.
Podemos continuar as lutas do nosso oponente e ajuda-lo mesmo que ele queira o nosso fim, Deus e o seu povo entenderão que você tem valor e até o teu oponente,usado por Deus para te preparar para a batalha, que no final será totalmente sua; você entende isto?
VIII - Mesmo perseguido, há vitória a alcançar:
Se você estiver na direção de Deus!
I Sm.23.1-5. Ora, foi anunciado a Davi: Eis que os filisteus pelejam contra Queila e saqueiam as eiras. Pelo que consultou Davi ao Senhor, dizendo: Irei eu, e ferirei a esses filisteus? Respondeu o Senhor a Davi: Vai, fere aos filisteus e salva a Queila. Mas os homens de Davi lhe disseram: Eis que tememos aqui em Judá, quanta mais se formos a Queila, contra o exército dos filisteus! Davi, pois, tornou a consultar ao Senhor, e o Senhor lhe respondeu: Levanta-te, desce a Queila, porque eu hei de entregar os filisteus na tua mão. Então Davi partiu com os seus homens para Queila, pelejou contra os filisteus, levou-lhes o gado, e fez grande matança entre eles; assim Davi salvou os moradores de Queila.
Na lição passada, falei da empatia de Davi, como um de suas colunas, esta empatia era na realidade dada por Deus, através da Unção, que ele tinha sobre sua vida.
Assim, mais uma vez, Davi é salvo pelas suas qualidades: Ser Amigo sempre.
Há um intercessor agindo para você: Jesus Cristo.
Nesta passagem, ele procura o amigo Jônatas para entender, porque o Rei queria matá-lo:
I Sm.19.1-6. Falou, pois, Saul a Jônatas, seu filho, e a todos os seus servos, para que matassem a Davi. Porém Jônatas, filho de Saul, estava muito afeiçoado a Davi. Pelo que Jônatas o anunciou a Davi...Saul, meu pai, procura matar-te; portanto, guarda-te amanhã pela manhã, fica num lugar oculto e esconde-te...to anunciarei. Então Jônatas falou bem de Davi a Saul, seu pai, e disse-lhe: Não peque o rei contra seu servo Davi, porque ele não pecou contra ti, e porque os seus feitos para contigo têm sido muito bons...; por que, pois, pecarias contra o sangue inocente, matando sem causa a Davi? E Saul deu ouvidos à voz de Jônatas, e jurou:Como vive o Senhor, Davi não morrera.
1-Um aviso ainda ecoa:
Não espere o teu tempo para livrares tua alma, corra por tua vida, busque o tempo de Deus, ainda é tempo.
I Sm.19.9-11. Então o espírito maligno da parte do Senhor veio sobre Saul, estando ele sentado em sua casa, e tendo na mão a sua lança; e Davi estava tocando a harpa. E Saul procurou encravar a Davi na parede, porém ele se desviou de diante de Saul, que fincou a lança na parede. Então Davi fugiu, e escapou naquela mesma noite. Mas Saul mandou mensageiros à casa de Davi, para que o vigiassem, e o matassem pela manhã; porém Mical, mulher de Davi, o avisou, dizendo: Se não salvares a tua vida esta noite, amanhã te matarão.
I Sm.18.30. Então saíram os chefes dos filisteus à campanha; e sempre que eles saíam, Davi era mais bem sucedido do que todos os servos de Saul, pelo que o seu nome era mui estimado.
Assim se alguém te desprezar neste período não se preocupe, Deus está te observando e aprovando a tua posição.
I Sm 20.10-12.
Em algum momento teu animo pode decair, pois a carne muitas vezes não suporta certas afrontas, mas espere, nem que te achem, que ages como um louco ou um desmiolado, procura abrigar-te em algum lugar até passar a onda violenta e teu nome será preservado.
IX - Mesmo perseguido, honre o Rei:
8 Depois também Davi se levantou e, saindo da caverna, gritou por detrás de Saul, dizendo: Ó rei, meu senhor! Quando Saul olhou para trás, Davi se inclinou com o rosto em terra e lhe fez reverência.
Respeitar as autoridades é a orientação da Bíblia Sagrada.
Rm. 13. 1. Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as que existem foram ordenadas por Deus.
Tt.3. 1. Adverte-lhes que estejam sujeitos aos governadores e autoridades, que sejam obedientes, e estejam preparados para toda boa obra,
Assim, ainda que Davi fosse o ungido, Saul mesmo sem a presença de Deus que, “I Sm.16. 13-15. Então Samuel tomou o vaso de azeite, e o ungiu no meio de seus irmãos; e daquele dia em diante o Espírito do Senhor se apoderou de Davi. Depois Samuel se levantou, e foi para Ramá. Ora, o Espírito do Senhor retirou-se de Saul, e o atormentava um espírito maligno da parte do Senhor. Então os criados de Saul lhe disseram: Eis que agora um espírito maligno da parte de Deus te atormenta”; ele sabia que devia respeitar a autoridade real de Saul, embora este espiritualmente estivesse sem autoridade.
Muitos têm desprezado isto.
Davi nos ensina exatamente isto.
Mesmo o próprio Rei sabendo que seria destronado, ou já estava fora da posição de Deus, Davi contudo, manteve a reverencia devida ao Rei.
Coisa que está faltando em nossos dias, destarte as últimas do “arraial assembleiano”, que Deus tenha misericórdia de nós.
X -Davi tinha autoridade sobre os espíritos imundos:
Mt.10. 1. E, chamando a si os seus doze discípulos, deu-lhes autoridade sobre os espíritos imundos, para expulsarem, e para curarem toda sorte de doenças e enfermidades.
Para ser Rei tem que ser servo:
Mt.20. 25. Jesus, pois, chamou-os...lhes disse: Sabeis que os governadores dos gentios os dominam, e os seus grandes exercem autoridades sobre eles. Não será assim entre vós; antes, qualquer que entre vós quiser tornar-se grande, será esse o que vos sirva; e qualquer que entre vós quiser ser o primeiro, será vosso servo; assim como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos.
A ação do tempo do homem, na Ação do Tempo de Deus:
A Bíblia está cheia destes exemplos.
Homens santos, que se adiantaram, para escrever seu próprio tempo, sem a anuência de Deus.
Abraão
Moisés
Davi
Saul
José
Conclusão:
Davi nos mostra que como Cristo esperou o momento de se apresentar como rei.
Padeceu um período de opróbrio
Foi desconsiderado
Foi dado como louco
Desprezado, não deixou de ajudar aos necessitados
Não teve por usurpação ser maior do que o rei, até a sua exaltação por Deus.
Demonstrou:
Coragem.
Nem sempre enfrentar o seu opositor é sinal de coragem, pode ser uma prova de Deus para ver se você sabe esperar o seu Tempo, e a sua paciência.
Misericórdia, com quem não lhe tinha misericórdia.
Viveu como servo sendo rei.
Viveu o seu tempo de servo sem reclamar.
No tempo de seu opróbrio ajudou os desvalidos, desconsiderados e deles fez um exército.
Tudo porque atendeu o Tempo de Deus.
FONTE:
Ronnie Littlejohn é professor de Filosofia, Universidade Belmont, Nashhville, Tennessee.
Bíblia Plenitude
Bíblia digital – cortesia Tio Sam
Apontamentos do autor
Wikipédia
Ed Kinitz
Folha cristã
Por rede jovem quadrangular em Janeiro 12, 2009.
Googlemaps
Lição –CPAD 4º trimestre.
ANEXO SOBRE O CONCEITO DE TEMPO – GREGO – OCIDENTAL – E O HEBREU.
Compilação de tradução de Internet de parte do texto: Tempo e Deus.
O Conceito de tempo entre o Ocidente [grego] e o s hebreus.
Os gregos podem dizer: "O tempo é o meio para a ação salvífica de Deus."
Os hebreus poderiam dizer: "O tempo é a seqüência de atos salvadora de Deus."
Para os hebreus, não havia tempo que existia como uma substância ou a força ou dimensão, como o período grego implica.
Houve apenas fatos reais que ocorreram, e os homens, medido e marcado a vida por suas relações com estes.
Ao contrário de um ocidental moderno, um hebraico não diria: "Eu não tenho tempo suficiente", como se o tempo fosse como tantas moedas em um bolso ou muito líquido em um vidro.
Hebreus não se envolveriam em discussões sobre se o tempo realmente existiu, ou se eles poderiam "sentir" o tempo.
A razão é clara.
Época não era uma coisa ou objeto para os hebreus do Antigo Testamento.
O Antigo Testamento não tem uma palavra geral para "tempo" no sentido abstrato em tudo.
Também não têm condições especiais para o passado, presente e futuro.
A palavra mais comum para o "tempo" significa o momento ou ponto em que algo aconteceu ou vai acontecer, por exemplo, "Eis que, sobre este tempo amanhã, eu vou mandar uma chuva muito pesada" (Ex. 9:18, NVI) .
Aqui está outro exemplo.
Os hebreus não especulam sobre a duração – como: em quanto tempo é o presente?
Muitos filósofos ocidentais, sem conhecer o “modus vivendi” tradicional grego encontraram-se com esta questão preocupante.
Esta preocupação ocupou filósofos de Agostinho a Henri Bergson.
Mas os hebreus evitavam tais especulações infrutíferas, embora definitivamente utilizando conceitos temporais.
I Reis 11:4. se refere ao tempo, “quando Salomão era velho", mas o escritor não pergunta sobre quando foi que Salomão começou a ficar velho, ou em que momento ele se tornou velho, como se ele não fosse ou era velho no dia anterior e de repente ele estava velho.
Os hebreus não estavam interessados em toda essa teorização.
Nós certamente não devemos pensar que a idéia hebraica do tempo, é necessariamente inferior ao grego, simplesmente porque o grego era mais concreto, neste pensamento.
Outra maneira de ver essa diferença é de notar que os hebreus desenvolveram nenhuma idéia de eternidade como intemporalidade.
Os hebreus comungavam com a idéia de que poderia haver vida e experiência, sem tempo.
No Antigo Testamento, a vida era a existência humana "(Jó 1:21; Sl. 90:3-12) e isto era o tempo.
Pode-se caracterizar a diferença entre a forma como os hebreus entendiam o tempo e como o fazemos por dizer que o tempo para nós é "cronológico" e tempo para eles "qualitativo".
Para eles, a vida era tempo, ou melhor "viver o momento". Não houve tempo em que não havia eventos de vida, e eventos de vida, onde não havia tempo.
No Antigo Testamento, os eventos e as pessoas eram diferenciados e organizados, não por sua posição na seqüência cronológica uns aos outros, mas de acordo com o impacto da sua ocorrência.
Um dos nossos grandes problemas no Mundo Ocidental moderno é que com o passar do tempo, estamos ocupados demais com coisas sem importância e eventos, e nos tornamos muito ocupados para as coisas verdadeiramente importantes, mas não necessariamente urgentes, e importantes na vida.
Por exemplo, enquanto conversamos com um ente querido, vamos rapidamente atender o telefone e passar alguns minutos atendendo a chamada, mesmo que a chamada possa ser totalmente sem importância.
A urgência percebida de um telefone tocando substitui a atividade mais importante que não tenha uma necessidade de urgência em anexo.
Quando nos envolvemos com esse tipo de comportamento, estamos mostrando o que achamos que realmente importa.
Poderíamos melhorar a vida se mudarmos o nosso paradigma de tempo.
Mas como podemos?
Tempo para os hebreus foi de cerca de esforço e conquista pessoas fizeram coisas. Deus também fez as coisas.
Pensamento hebreu: Eles escreveram, tocou, viajou, dormiu, sonhou, realizaram cerimônias, entrou em guerra, e orou.
Tempo consistiu na história desses eventos, e não tinha existência para além destas.
Para tirar o máximo do tempo provavelmente significava algo como tocar o seu pífano, tanto quanto os outros identificam com marcas, as suas vidas e contam suas histórias, em referência às suas ações.
"Na mente hebraica, a verdadeira questão não era: "Qual é o melhor uso do meu tempo agora?" mas sim, "Qual é o melhor uso de minha vida agora?"
Ronnie Littlejohn é professor de Filosofia, Universidade Belmont, Nashhville, Tennessee.
(pp. 53-56. Biblical Illustrator, Winter 1999-2000, Nashville)
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