sábado, 20 de fevereiro de 2010

Com a aproximação da Páscoa já sabemos que teremos que investir na compra de ovos de páscoa principalmente para quem tem criança em casa . Nada melhor do que economizar um dinheirinho e fazer a sua própria receita .

A receita de ovo de Páscoa caseiro não deixa nada a desejar aqueles ovos comprados o fundamental é escolher um bom chocolate para que o gosto fique ainda melhor, e você ainda pode personalizar o seu ovo de páscoa artesanal da maneira que desejar escolhendo um lindo papel para embrulhar ou fazer um belo laço para dar o acabamento.



Receita caseira de Ovos de Páscoa


Ingrediente:

500g de chocolate ao leite, de preferência a chocolates de boa qualidade,

Modo de preparo:

1. Quebre o chocolate em lascas;
2. Coloque o chocolate para no pirex e leve ao forno microondas. Lá deixe-o por 3 min. na potencial alta ( dê uma pausa a cada 1 minuto e mexa bem o chocolate);
3. Depois de derretido despeje o chocolate em uma superfície limpa (de preferência que seja de mármare) e espalhe-o fazendo um movimento de vai-e-vem com a espátulas para esfria-lo mais rapidamente;
4. Depois que ele estiver frio coque-o de volta ao pirex;
5. Com a ajuda de uma colher vá despejando o chocolate no molde. Lembre-se de deixar toda a camada de uma maneira uniforme;
6. Escorra o excesso de chocolate do molde, limpe as bordas e leve-o à geladeira;
7. Após 1 min retire o molde da geladeira e passe outra camada de chocolate;
8. Repita o processo até que a espessura do chocolate esteja do deu gosto. Lembre-se que na última vez que você for passar a camada o ovo deve permanecer por três minutos na geladeira, com o molde apoiado emborcado sobre uma assadeira forrada de papel manteiga;
9. Após os 3 min tire os molde da geladeira (para saber se o chocolate está seco observe se o fundo do molde está transparente. Se estiver o chocolate estará seco);
10. Antes de desenformar retire os excessos que ficarem na borda do molde;
11. Pra desenformar faça uma leve pressão no fundo do molde;
12. Pronto agora é só juntar as duas partes, enrole em papel aluminio depoi embale com um lindo papel para dar o acabamento final.

Nota: Com essa mesma receita é possível usar o chocolate branco e fazer um ovo de páscoa de chocolate branco.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

pulserinhas de silicone

Recentemente, todo mundo vê, pelo menos aqui em Sampa que virou uma modinha aquelas pulseirinhas de silicone.
Por todo lugar onde eu ando sempre tem alguem usando, seja menina ou menino. Tem gente que usa normal, tem gente que usa entrelaçada, tem gente que faz trancinha, cada um da seu "toque".
Até tenho umas que ganhei e talz, acho estiloso, uso e mesmo depois dessa pesquisa toda não vou parar de usar #hehe, todo mundo sabe o quanto sou teimoso mesmo, mas o fato é que quase ninguem sabe o que "supostamente" significa essas pulseiras.


Se para muitos a nova febre de pulseirinhas coloridas de silicone é algo normal e até bonito, para outros é um código para experiências sexuais, onde cada cor tem um significado, podendo ir de um simples abraço até o sexo propriamente dito. Elas podem ser encontradas em qualquer lugar, em diversas opções - laranja, roxo, vermelho, azul, preto, rosa, amarelo, verde, branco, dourado, com glitter, sem glitter, e inumeras outras -, custam, em média, R$ 0,10 e viraram febre em todo o mundo. Uma história que começou na Inglaterra - os jornais europeus chamam de "pulseira do sexo" - e já chegou ao Brasil.

Foi o jornal Inglês The Sun que trouxe o assunto para a discussão ao publicar um artigo em que afirmava que nas escolas inglesas os adolescente usam pulseiras coloridas para trocar entre si mensagens de teor sexual.
Segundo o jornal inglês, os adolescentes teriam então inventado vários jogos com as respectivas pulseiras, cujo objectivo é sempre o mesmo: ao rebentar uma pulseira duma determinada cor, o rapaz terá direito a reclamar o comportamento sexual da menina, que pode ir desde um abraço ou beijo até a uma relação sexual.

Usando uma pulseira de determinada cor, a adolescente através dum jogo (o Snap) indica até onde quer ir nos carinhos ou mesmo na actividade sexual.

Código das cores:

Amarela - abraço
Rosa - mostrar o peito
Laranja - dentadinha de amor
Roxa - beijo com a língua - talvez sexo
Vermelha - Striptease
Verde - sexo oral a ser praticado pelo rapaz
Branca - a menina escolhe
Azul - sexo oral a ser praticado pela menina
Preta - sexo com a menina na posição papai e mamãe

Aparentemente também existem cores para outras atividade menos vulgares, mas como nem sei as cores, nem posso escrever aqui tudo preto no branco, ficamos só com estas.

Lembrando que a maioria das pessoas usam apenas como decorativo, então não vamos sair por ai arrebentando a pulseira das meninas e exigindo sexo tá garotada?

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

A PAZ DO SENHOR

irmãos e seguidores desse blog,quero continuar com esse blog na net,
minhas condições no momento,não é nada bem.mas graças a DEUS que supre as nossas nececidades,e abre portas que estão fechadas.venho por meio desse blog,,que sei que te trás renovo e edificação espiritual,pedir mediante a tua condições ,asua ajuda senti do senhor ,por isso estou pedindo a sua ajuda,
EM 1 CRÕNICAS CAP29 VERSO5B ESTÁ ESCRITO
[QUEM ,POIS, ESTÁ DISPOSTO A ENCHER A SUA MÃO,PARA OFERECER HOJE VOLUNTARIAMENTE AO SENHOR]VOCÊ PODERÁ FAZER UM DEPÓSITO NUMA CONTA POUPANÇA QUE ABRI
AGÊNCIA 3915 CAIXA ECONÓMICA FEDERAL
OPERAÇÃO 013
N DA CONTA 13914-3 POUPANÇA EMERSON LUIZ DE OLIVEIRA
SÓ DEPOSITE SE REALMENTE VOCÊ SENTIR DE DEUS,O VALOR É VC QUE VAI VER.
O MEU INTERESSE NO BLOG É LEVAR A PALAVRA DE DEUS PARA A SUA EDIFICAÇÃO ESPIRITUAL. QUERO ORAR A TEU FAVOR TENHO EMAIL
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entre em contato através desses email ou ainda
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

lição07 ebd

I - INTRODUÇÃO:

. ANTES DE FAZÊ-LO LÍDER E FUNDADOR DE IGREJAS, DEUS FEZ DE PAULO UM SERVO!

II - SERVO VERSUS APÓSTOLO:

Rm 1:1 - Aqui há um claro paradoxo: “… Paulo, SERVO de Jesus Cristo, chamado
para ser APÓSTOLO…”.

SERVO = Escravo. Significa pertencer a alguém, a um senhor. Paulo pertencia à classe de escravo cujas orelhas eram furadas e cuja liberdade estava em ser cativo - Dt 15:16-17.
APÓSTOLO = Alguém especialmente comissionado com plenos poderes de seu superior. Enviado, mensageiro.
APÓSTOLO era um dos títulos mais alto e mais reconhecido na Igreja Primitiva! Era considerado um cargo de liderança! Porém, Paulo se apresenta como “SERVO, ESCRAVO”!
III - O PREPARO DO LÍDER-SERVIDOR:

De perseguidor, Paulo transforma-se em perseguido, tendo uma visão de Jesus na estrada de Damasco (At 9:1-17).
Após conhecer quem era JESUS, Paulo pensou estar preparado para pregar o Evangelho. Mas não estava! Prega em Damasco, no entanto é perseguido e foge (At 9:18-25).
Vai para Jerusalém, onde estavam os apóstolos. Lá, pensou que seria aceito, mas não foi. Duvidaram dele e foi rejeitado (At 9:26).
É quando Barnabé aparece em sua vida. Abraça este homem, investe na sua vida. E então Paulo se anima e faz um projeto para evangelizar Jerusalém. Seus sonhos são grandiosos, mas DEUS não aprova seu projeto, aparece a ele e dispensa a sua obra. Manda que arrume as malas e parta dali (At 9:27-30).
Paulo vai então para Tarso onde permanece no anonimato por, aproximadamente, dez anos. Dez anos de molho: longe dos acontecimentos, sem ministério. Ali, DEUS retira a sua vaidade, o seu orgulho, a sua intemperança.
Em seguida começa a acontecer um grande avivamento na cidade de Antioquia e Barnabé (aquele que investiu na vida de Paulo) o chama para lá. Barnabé encontra Paulo; agora não é mais um homem parcial, radicalizado em suas idéias e tradições, mas um servo, um escravo!!! ….. e de lá PAULO é enviado para os gentios e se revela o abençoado LÍDER-SERVIDOR na vida dos cristãos (At 13:1-5).
Leiamos At 20:4; 26:5 - Antes de ser líder-servidor, Paulo teve um encontro com Jesus! Sua vida foi transformada e o próprio Deus chamou o Seu servo para ser missionário - At 26:12-18
Diante de tal quadro, podemos considerar que É POSSÍVEL SER SERVO E NÃO SER LÍDER, MAS NÃO HÁ POSSIBILIDADE DE SER LÍDER SEM SER SERVO OU ESCRAVO. Todos nós somos servos - I Pe 4:10.
IV - UM CURSO PARA QUEM DESEJA SER LÍDER-SERVIDOR:

Leiamos Mc 10:32-45 - Jesus está pacientemente treinando os seus discípulos para a missão que deviam cumprir. Observemos o modelo de liderança de Jesus:
(1) - Mc 10:32 - JESUS LIDERA COM CORAGEM, INDO ADIANTE DE SEUS DISCÍPULOS - O líder-servidor vai sempre na frente dos seus liderados. Sabe onde quer chegar e aglutina pessoas para que o acompanhem! - Jo 10.2-4.
(2) - Mc 10:33-34; Lc 9:51-53 - JESUS CAMINHAVA RESOLUTAMENTE PARA JERUSALÉM, SABENDO QUE SOFRIMENTOS INDESCRITÍVEIS O ESPERAVAM - O verdadeiro líder-servidor é aquele que não recua diante das dificuldades e do alto preço que tem de pagar para cumprir completamente a sua missão! Precisamos de líderes-servidores corajosos como Jesus, que não desistem até a vitória completa sobre as hostes espirituais da maldade, para a libertação de vidas para o Reino de Deus!
(3) - Mc 10:32, 35-37; Mt 20:20-21 - JESUS SEGUE O CAMINHO DA CRUZ - O pedido de posições honrosas no Reino de Cristo foi feito por dois apóstolos e pela mãe de ambos, depois de Jesus ter falado aos doze sobre a cruz! Os discípulos queriam a glória sem a cruz. Porém, para Jesus, o caminho da glória passava pelo Calvário, pela cruz.
O diabo tentou desviar Jesus do caminho da cruz, oferecendo-lhe a glória e o poder dos reinos deste mundo (Mt 4.8-10). Ele continua tentando hoje àqueles que estão sendo preparados para liderança. Por isso, somos exortados a ter a mesma atitude de Cristo que foi obediente até ao sacrifício, para que fosse glorificado pelo Pai (Fp 2.5-11). A carne (natureza humana pecaminosa) não serve a Deus (Rm 8.6-7); precisa ser crucificada (Gl 5.24; 6.14).
Precisamos de líderes que estejam mortos para a carne, para o mundo, para as ambições terrenas, a fim de que possam conduzir o povo de Deus para uma genuína espiritualidade e a vida de Jesus se manifestar - II Cor 4:10-11.
(4) - Mc 9:33-35; 10:41-45 - JESUS EXERCE AUTORIDADE PARA SERVIR - Houve uma crise no colégio apostólico por questão de poder! Manifestou-se outra vez a tendência de discutir quem dentre eles era o maior. Os discípulos ambicionavam poder para dominar! Teria acontecido uma divisão no Colégio Apostólico, não fosse a intervenção rápida de Jesus!
Deixemo-nos moldar pelo divino Mestre para que sejamos líderes-servidores. Não esqueçamos: Ser líder e servo de Deus é algo de que devemos nos gloriar. Humilhante, pejorativo, depreciativo, desonroso, vergonhoso, é ser líder e servo do pecado, servo de Satanás.
V - CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Segundo o modelo de Cristo, o líder-servidor adota o princípio dos quatro “esses”: Submissão ao Superior; e Serviço ao Subordinado.
A grandeza e o espírito de nobreza manifestam-se na disposição de servir. O maior é quem serve. Este é o modelo de um líder-servidor formado no “Curso de Formação de Líderes-Servidores ministrado pelo Professor, Mestre e Servo Jesus de Nazaré”.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

REFLEXÃO

Quanto valho: O que tenho, ou o que sou?
A sociedade brasileira, culturalmente, alicerçasse no consumismo desenfreado, o que tem levado milhares de pessoas a culpar Deus pelas suas ações mal sucedidas. A mídia persuade-nos diariamente para que compremos todo e qualquer tipo de produto, nas melhores condições. Existe algo chamado de exclusão social, e isto tem se tornado normal e banalizado no meio cristão.

Quando Samuel viu um moço chamado Davi, surpreendeu-se com a determinação dada pelo Senhor de que ele, Davi, deveria ser ungido rei de Israel. A principal característica para o espanto do profeta, era a aparência. Aparência! esta palavra não nos soa bem. Em um mundo onde dizem que o poder está nas mãos de quem têm dinheiro, a palavra de Deus está cada vez mais escassa.

A aparência tem se tornado maneira de se adquirir respeito, prestígio, visibilidade social cristã. E esta maneira de observar e inquirir poder através do que é visível é antiga, no que podemos lembrar: o rei Saul. Mas, o interessante, segundo diz-nos a palavra de Deus, é que o Senhor expressou a Samuel dizendo: Não olheis como vê o homem, que só enxerga o que está diante de seus olhos, mas veja com meus olhos, que vêem não a aparência se não o coração.

Trajarmos belas roupas, usarmos marcas famosas, pagarmos caro em adereços brilhantes, portarmo-nos de maneira diferente por estarmos bem vestidos, não nos levará a uma maior comunhão com Deus, mas sim nos afastará Dele, se nosso coração estiver totalmente voltado para esta questão. Sim, nos afastará, pois a bíblia nos ensina que não devemos amar as coisas desta vida, mas sim nos desvencilharmos de cada uma delas.

O fato de possuir, ou não possuir uma bela casa, um belo carro, não deve ser motivo de exclusão. Muitos se atentam apenas para os que têm uma estável condição financeira, mas lembre-se de Lazaro, quantos amigos o ajudou na hora da tribulação?

Já ouvi diversas histórias de pessoas que foram mal tratadas na igreja. Certa vez, ouvi algo muito interessante e criativo. Um moço da igreja se caracterizou, ou fantasiou como um mendigo, e foi para a igreja onde congregava, ao chegar não lhe permitiram entrar, porém não sabiam os porteiros do que estava ocorrendo, aos poucos o moço começou tirar a fantasia, e os porteiros ficaram envergonhados.

Pode apenas ser uma história, mas será que não agiríamos da mesma forma? Então, abramos nossos olhos para o que é espiritual, e não nos atentemos para este corpo corruptível, pois o Senhor não vê como o homem, que enxerga de maneira limitada, mas vê o coração. Jesus viu em um cego a possibilidade de seu ministério ser divulgado, em um endemoniado gadareno, um futuro missionário, em Raabe, uma ajudadora. Não se limite a olhar com teus olhos físicos, valorize as pessoas pela sua conduta, caráter, moral e não pela sua situação financeira, social, ou seja, não valorize ninguém pelo que tem, mas sim pelo que é.

ANSIEDADE

Ansiedade, O que é isso?
A palavra ansiedade significa sufocamento. Na primeira carta de Pedro, no capítulo 5, verso sete, a palavra de Deus nos ensina, de maneira clara e objetiva, como devemos nos comportar perante situações adversas. A bíblia diz assim: “lançando sobre Ele toda vossa ansiedade, por que Ele tem cuidado de vós”.

Segundo alguns especialistas da psiquiatria, psicologia e estudiosos da área, afirma-se que a ansiedade, que não é depressão, é o mal do século XXI. Vivemos nos momentos em que o tempo está escasso, não há satisfação em nenhuma conquista, por mais que o processo para alcançá-la tenha sido árduo.

A ansiedade é causadora de muitas doenças: aumenta pulsação do sangue, que causa alta pressão arterial. Também causa desapontamentos psíquicos, pois a ingestão de remédios para emagrecimento (ansiolíticos), nem sempre serão benéficos e eficazes perante alguns tratamentos. Se a palavra nos ensina a lançar sobre Ele nossas ansiedades, por que temos andado tão ansiosos?

Uma vez que não descanso no Senhor perante acontecimentos inesperados, ou acontecimentos premeditados, estou subestimando o poder de Deus; no que tange o cuidado que o Espírito Santo tem sobre nossas vidas diariamente. Lembro-me que certa vez andava muito ansioso em minha caminhada cristã, vontade de fazer algo para Deus, de ser bem sucedido financeiramente. Estas coisas causam em nossas vidas inquietações diárias, que nos impedem de depositar nossa confiança no Deus da providência.

Com o tempo fui aprendendo que o melhor modo de prevenir a ansiedade é buscando ao Senhor. Quantas vezes te sentes sufocado, não dormes, preocupa-se com situações que nem aconteceram, ou pensas que irão acontecer; isto é um grande sintoma de ansiedade.

A ansiedade tem levado milhares de cristãos a culparem Deus por suas finanças decrescentes, mas não percebem que a ansiedade do consumismo os levou a isso, a insatisfação do velho de ontem, pela satisfação do novo de amanhã, que depois de amanhã tornar-se-á velho novamente, tem levado milhares de pessoas a consumirem a medida que não podem pagar.

Culpar Deus pelas nossas frustrações não é a melhor maneira de combate, mas como escrito na palavra de Deus, lançando sobre Ele. Quando os pescadores lançam ao mar suas redes, estão totalmente esperançosos de que irão pescar alguma qualidade de peixe, mas quando isto não acontece, tornam a fazê-lo.

Lance suas redes àquele que pode responder e saciar tuas necessidades, não fique lançando redes em mares que não lhe oferecem providência, seja um sábio pescador, medite na palavra de Deus, e lembre-se: Não subestimeis o cuidado de Deus sobre vossa vida.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

escola biblica dominical lição4 a glória das duas alianças

Texto Áureo: ” Porque, se o que era transitório foi para glória, muito mais é em glória o que permanece” (2 Co 3-11).

I - Saudação e Introdução à Lição.

Gostaria de congratular os amados leitores com a doce paz do Senhor Jesus. Desde já, desejo a todos um ano de intenso crescimento espiritual na presença de nosso Senhor, para que possamos caminhar sempre avante no conhecimento do evangelho. O presente trimestre possui uma excelente temática para o início deste ano de 2010, nos dando a direção inicial para um ótimo ano de estudo acerca da Palavra de Deus.

A presente lição, a quarta deste abençoado trimestre, alicerçada no capítulo 3 da segunda epístola do Apóstolo Paulo à Igreja de Corinto, nos traz um importante ensino acerca da Nova Aliança de Deus para com seus servos, fundamentada em Jesus Cristo, em contraposição à antiga aliança, baseada na “Lei” (Transcrita no Pentateuco - Lei do Senhor dada a Moisés).

Ademais, no princípio de 2 Coríntios, o Apóstolo Paulo aborda a questão acerca de sua recomendação perante a Igreja, dispensando a formalidade de cartas, e fazendo uma “autorrecomendação” (termo segundo o novo acordo gramatical brasileiro).

A presente lição se sobressai como de fundamental importância para nós, servos de Deus que vivemos sob a égide da nova aliança, para que possamos estudar acerca da infindável misericórdia de Deus para com seus servos, consubstanciada no sacrifício expiatório de Jesus Cristo no cruz do Calvário. Devemos entender que a expressão “Justificação” só adquiriu validade após a morte vicária de Jesus, nos estendendo a possibilidade de perdão mediante o arrependimento sincero e o abandono do pecado.

Ademais, quanto o Apóstolo dos Gentios faz sua “autorrecomendação”, nos deixa outra importante lição: A conduta e as obras de um servo de Deus vão à frente de qualquer recomendação escrita.

II - A Autorrecomendação do Apóstolo Paulo.

Cabe, inicialmente, transcrever 2 Co 3. 1-3: “1 Porventura, começamos outra vez a louvar-nos a nós mesmos? Ou necessitamos, como alguns, de cartas de recomendação para vós ou de recomendação de vós? 2 Vós sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens, 3 porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração.”

Nesta passagem o Apóstolo Paulo sintetiza aquela que demonstrou ser uma das grandes defesas do seu Apostolado: As suas boas obras, acompanhadas de uma irrepreensível conduta, que valiam mais do que qualquer carta formal de recomendação.

A utilização de cartas de recomendação tratava-se de uma prática Judaica para que, onde quer que fossem, não sendo conhecidos, poderiam obter, mediante a apresentação da carta recomendatória, hospedagem e alimentação enquanto precisassem. Observa-se, portanto, que a carta de recomendação era utilizada para tornar conhecido, digno de confiança, alguém que até então era desconhecido.

Quando entendemos a função da carta de recomendação naquela época, observamos então o motivo das palavras do Apóstolo Paulo. Ora, ele era fundador da Igreja em Corinto, pregador da Palavra de Deus em grande parte do mundo antigo (Idade Romana), servo de Deus de uma conduta irrepreensível e Apóstolo Investido por Jesus para levar a tantos quantos pudesse a Mensagem da Cruz. A exigência de carta recomendatória de outras igrejas em relação ao Apóstolo Paulo era atentatória à sua autoridade apostólica!

Desta forma, o Apóstolo reforça, com autoridade de Deus, que a sua carta de recomendação não era escrita com tinta em um pedaço de papel, mas com o Espírito Santo das Tábuas do Coração. Em síntese, Paulo esclareceu que a sua recomendação não era formal, escrita, mas advinha de cada pessoa e de cada igreja que haviam voltado-se para Cristo a partir da sua Pregação.

Assim, a recomendação do Apóstolo Paulo eram as suas obras, seguidas de uma conduta irrepreensível ante o Senhor, o que lhe dava a sustentação para apresentar-se a qualquer igreja de Jesus com a autoridade de um apóstolo divinamente investido para seu Ministério.

Não se confunda o presente tema com a moderna utilização de cartas de recomendação nas Igrejas. Estas são utilizadas para apresentação dos servos do senhor que se encontram em comunhão com a Igreja, e são muito úteis tendo em vista a grande extensão territorial do nosso país, os inúmeros irmãos por ele espalhados, e a necessidade de se manter imaculado o corpo de Cristo (Igreja).

De toda a forma, as palavras do apóstolo Paulo são perfeitamente aplicáveis à vida do atual servo de Deus. Nossas obras e nossa conduta caminham a frente de qualquer documento escrito como forma de recomendação ante aos demais irmãos. Podemos até sermos detentores de uma “carta de recomendação”, entretanto, sem obras e uma conduta que traduzam na realidade as palavras escritas na carta, esta não terá qualquer validade ante o Senhor e os irmãos em Cristo.

Trata-se, portanto, a autorrecomendação do apóstolo Paulo de uma verdadeira defesa do seu Ministério Apostólico ante os revoltosos da Igreja de Corinto.

III - As duas Alianças.

Assim escreve o Apóstolo Paulo em 2 Co 3. 6-8: “6 o qual nos fez também capazes de ser ministros dum Novo Testamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata, e o Espírito Vivifica. 7 E, se o ministério da morte, gravados com letras em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da Glória do seu rosto, a qual era transitória, 8 como não será de maior glória o ministério do Espírito?”.

Veja-se que no trecho bíblico acima transcrito, O apóstolo dos Gentios tece uma clara divisão entre o “Novo Testamento” (Nova Aliança) e a Antiga aliança, baseada na Lei.

A superação da antiga aliança pela nova se dá, de acordo com a Bíblia de Estudo Dake, (P. 1855 - 3.10ª) porque “(…) a última [Velha Aliança] era somente por um tempo (v.7; Gl 3.19-25; 4.30; Hb 9.9-10), para um lugar - a Palestina (Dt. 5.16; 11.9; 28.8; 31.13) e para um povo - os Judeus (Dt 5.3; Rm 2.12-16). A nova aliança é para o tempo todo, para todas as nações e para todas as pessoas (Mt 26.28; Mc 16.15,16; Lc 24.47; Jo 3.16; At. 1.8; Rm 10.9-14; 1 Co 12.13.” (Grifo nosso)

Nova Aliança é como denomina-se o novo tratamento dispensado por Deus aos homens, fundamentado no sacrifício de Jesus Cristo, e baseado no arrependimento e Justificação dos Pecados. Não trata-se de uma aliança que prioriza menos a Santidade do que a antiga aliança, mas que oportuniza ao pecador sinceramente arrependido, de qualquer nação, lugar ou época, a confessar os seus pecados e aceitar a Jesus Cristo como único e suficiente Salvador de sua vida. A Justificação dos Pecados só realizou-se plenamente através do sacrifício Vicário de nosso Senhor Jesus, o sacrifício perfeito, que tirou o pecado que pesava sobre nós e oportunizou aos homens, pecadores, achegarem-se a Deus, mediante a aceitação do Sacrifício de Jesus, o arrependimento sincero e o abandono do pecado.

Interessante observarmos algumas das principais diferenças entre as duas alianças (Dake, p. 1866 - 85):

Antiga Aliança Nova Aliança

Antigo Testamento (2 Co 3.14)
Novo Testamento (2 Co 3.6)

Veio Por Moisés (Jo 1.17)
Veio Por Jesus Cristo (Hb 8.6; 9.15)

Lei do Pecado (Rm 7.23; 8.2)
Lei da Justiça (Rm 9.31)

Não da Fé (Gl. 3.12)
Lei da Fé (Rm 3.27)

Concluída Por Cristo (Rm 10.4)
Iniciada por Cristo (Hb 8.6; 10.9)

Levava à morte (2 Co 3.7)
Leva à vida (Rm 8.2; Gl 3)

Torna culpado (2 Co 3.9)
Torna Livre (Gl 5.1; Jo

Glorioso (2 Co 3.7)
Mais Glorioso (2 Co 3.8-10)

Sacerdote Temporário (Hb 7.23)
Sacerdote Eterno (Hb 7.17)

Sacrifício de animais (Hb 9.12)
Sacrifício Perfeito (Hb 9.14-28)

Circuncisão (Êx 12.48)
Sem circuncisão (Rm 4.9-25)

Sem Salvação aos gentios (Hb 10.2-4)
Salvação Eterna aos servos de Cristo (Hb 5.9;1.10)


A antiga aliança, voltada ao povo Judeu, não era extensiva aos gentios (não Judeus). Entretanto, a Nova Aliança, fundamentada em Jesus Cristo, veio para dar Salvação a todos que derem crédito à mensagem da cruz, e seguirem os passos de Jesus.

Trata-se de uma aliança para a vida, e não para a morte. Como disse o apóstolo Paulo em Romanos 8.2: “Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da Lei do pecado e da morte”. A Lei do espírito (Nova aliança) tirou de nós o peso da Lei do Pecado, oportunizando-nos a Justificação de nossas obras.

A antiga aliança fora transitória, baseada em um momento histórico do povo Judeu. A nova aliança é permanente, calcada em Jesus Cristo, o Eterno Sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque (Hb 7.17).

Observe-se que, na antiga aliança, o pecado era severamente punido, muitas vezes em caráter físico e até mesmo com a morte (Lv. 20). Entretanto, na nova aliança, sobre a égide do espírito e do Sacrifício de Jesus, oportuniza-se ao pecador sinceramente arrependido o perdão de seu pecado, mediante confissão e renúncia. Por isso, se diz que a nova Lei é para a vida, e vida eterna em Jesus.

Jesus Cristo, por intermédio de seu vicário sacrifício, oportunizou a nós, gentios, sermos escolhidos como filhos de Deus, mediante o arrependimento dos pecados e aceitação da mensagem da cruz. Glórias a Deus!

IV- Conclusão

Devemos honrar através de nossas obras e de nossa conduta, a cada dia, o sacrifício de Jesus, que deu a vida por nós, gentios pecadores.

Que este ano possa ser um ano de bênçãos a você caro e estimado leitor, na presença de Deus e segundo a vontade de Jesus.

A paz do Senhor!

sábado, 16 de janeiro de 2010





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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

a glória do ministério cristão-e.b.d. lição3

Texto Bíblico: 2 Co 1.12-14, 21, 22; 2.4, 14-17




TEXTO ÁUREO:

“E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo e , por meio de nós, manifesta em todo lugar o cheiro do seu conhecimento” (2Co 2.14) A narrativa de Paulo muda, subitamente, da realidade invisível de sua ansiedade pelos crentes de Corinto e de seu desapontamento por não ter encontrado Tito em Trôade, para o terreno espiritual. Paulo se vê como parte do cortejo triunfal de Deus na cidade celeste, muito parecido com uma parada de Vitória que um antigo general romano lideraria, ao voltar a Roma, (isto não lhe era concedido pelo senado a menos que ele tivesse uma vitoria muito importante e decisiva ou conquistado uma província), com cativos vencidos seguindo atrás dos carros de combate. Mas aqui Paulo - ex-inimigo de Deus - é um alegre cativo e participante das bênçãos da vitória do Rei. Nós também participamos desse modo do domínio espiritual, marchando na parada de vitória do nosso grande Rei, enquanto as forças do inimigo são esmagadas pelo seu avanço. Apesar de retrocessos como Paulo sofreu em Trôade, os olhos da fé podem ver o progresso inevitável de reino de Deus. Tal triunfo em Cristo, como o que é descrito aqui, manifesta a fragrância do seu conhecimento por meio de ministros triunfantes onde quer que sirvam.



VERDADE PRÁTICA:

A glória do ministério cristão está na simplicidade com que se prega o evangelho e na salvação e edificação dos fiéis. - Nesta terceira Lição é dada ênfase à autenticidade do ministério cristão, caracterizado pela simplicidade, bom testemunho e sinceridade com que se prega ou ensina a palavra de Deus.



OBJETIVOS DA LIÇÃO

- Conscientizar-se de que a glória do ministério cristão está na simplicidade e sinceridade com que se prega o Evangelho

- Explicar as razões da mudança de planos da ida de Paulo a Corinto

- Saber que somos o bom cheiro de Cristo



PALAVRA CHAVE: “ministério” - (Gr. Diakonia) serviço, ministério; aparece no sentido de ministério religioso e espiritual (cargo ou função) em At 1.17, 25; 6.4; 12.25; 21.19; Rm 11.13 (ministério apostólico), At 20.24; 2 Co 4.1; 6.3; 11.8; 1 Tm 1.12; 2 Tm 4.5 (ministério de pregação e ensino), administração (2 Co 9.13; Ef 4.12). (VINE, 2003, p. 791); - (Gr. Leitourgia) ministérios sacros: (a) sacerdotal (Lc 1.23; Hb 8.6; 9.21) (b) figurativamente, a fé prática dos membros da igreja em Filipos considerados como sacrifício sacerdotal, sobre o qual a vida do apóstolo Paulo poderia ser derramada como libação (Fp 2.17); (c) o “ministério” dos crentes uns aos outros, considerado como serviço sacerdotal (2 Co 9.12; Fp 2.30).



INTRODUÇÃO

Paulo visitou Trôade (Uma cidade no extremo noroeste da Ásia Menor, atual Turquia, no lado oposto do mar Egeu, defronte da Grécia. Paulo viajou dali para Filipos. Foi em Trôade que Paulo teve uma visão de um homem da Macedônia, implorando-lhe que viesse ajudá-los (At 16.8)) em sua segunda viagem missionária (At 16. 6-8) e talvez durante a terceira (At 16..At 18.23). Não se sabe a qual viagem ele se refere.Após render graças a Deus pela libertação divina que tivera na Ásia (1.8-11), Paulo agora segue, a partir do versículo 12, trazendo uma defesa de sua conduta aos irmãos de Corinto. Segundo Mt 24.3, um dos grandes sinais do fim dos tempos é a aparição de um grande número de “falsos obreiros” ou de “falsificadores da palavra de Deus”, que enganarão com muita habilidade e astúcia o povo de Deus, inclusive, com a realização de grandes sinais e prodígios. Paulo enfrentou acusações de oponentes que tentavam arruinar sua credibilidade como apóstolo de Cristo. Hoje, esses “falsos obreiros” se encontram exercendo várias funções na igreja e de igual forma, tentam arruinar o progresso do verdadeiro evangelho. A Igreja de Jesus é um corpo espiritual no qual a unidade do Espírito só pode ser conservada pelo vínculo da paz. O apóstolo Paulo, usado por Deus, exorta a Igreja à unidade, à concórdia e à comunhão entre os irmãos. Todavia, é uma grande lástima ver aqui e acolá os ditos salvos e santos em guerra uns contra os outros. Será que estes são a continuação dos “falsos irmãos” descritos em Gálatas 2.4?



I. O MINISTÉRIO APOSTÓLICO DE PAULO (1.12-22)

1. Confiabilidade, a garantia do ministério (1.12-14). Paulo havia desistido da viagem a Corinto pela terceira vez, e os irmãos coríntios influenciados por alguns opositores, começaram a alegar que Paulo agia displicentemente com a igreja. Deus proveu oportunidades que Paulo pregasse o evangelho. Uma grande oportunidade de ter um ministério eficaz não fez Paulo desviar-se de seu compromisso anterior de cuidar da igreja em Corinto e endireitar os seus problemas. Paulo continuava a sentir uma profunda preocupação por todas as igrejas fundadas por ele.



2. A força de sua consciência (1.12). Paulo se gloria não em sua própria habilidade, mas em ter uma consciência limpa e uma conduta moralmente reta. Sua simplicidade e sinceridade piedosa não resultam de ele estar seguindo a sabedoria convencional do mundo, mas resultam dele depender da graça de Deus. Quando se gloria, Paulo não toma crédito para si mesmo. É o triunfo da graça de Deus nele.



3. A autenticidade ministerial (1.18-22). Paulo invoca a fidelidade divina como o padrão e a garantia da sua própria fidelidade. Todas as promessas de Deus são sim e que assim seja, ou sim e verdade. Nele, elas são sempre sim, e nele, elas são sempre fiéis. Nem uma promessa de Deus se resume em ‘não’ para quem crer e cumprir as condições. A veracidade absoluta e as palavras de Deus, dignas de confiança como elas são em Cristo, eram o padrão que Paulo sempre seguia em seus discursos. Isso é coerente com o padrão geral, seguido por Paulo, de derivar os absolutos morais do caráter moral de Deus. Paulo era um homem tão íntegro e tinha um caráter tão firme que, diante da acusações contra a sua vida, ele apela para a sua consciência pessoal como testemunho de sua sinceridade nas ações de seu ministério.



II. A ATITUDE CONFIANTE DE PAULO EM RELAÇÃO À IGREJA (1.23-2.13)

1. Razões de mudança de planos da ida de Paulo a Corinto (1.23-2.4). “Eu, porem, por minha vida, tomo a Deus por testemunha de que, para vos poupar, não tornei ainda a Corinto;” Paulo presta aqui um juramento solene para persuadir os crentes de Corinto quanto à sua veracidade. É como se o apóstolo estivesse dizendo: ‘Se não estou dizendo a verdade, peço a Deus que me tire a vida’. Em sua próxima visita, ele chegaria com a autoridade e o poder do Senhor, e ele queria dar-lhes oportunidade de se arrependerem. Esse foi o motivo pelo qual ele tinha alterado os seus planos e não voltou a Corinto antes de partir para a Macedônia. Essa alteração não ocorrera por vacilação mundana ou por covardia., conforme seus opositores estavam afirmando.



2. O perdão ao ofensor arrependido e a disciplina eclesiástica (2.5-11). Após aquela visita entristecedora (v. 1), Paulo escreveu uma carta de repreensão à igreja dos coríntios, enviando-a por mão de Tito. O propósito de Paulo, ao escrever a carta desagradável, não foi simplesmente entristecer os coríntios. Ele estava buscando o melhor para a igreja, mesmo que isso trouxesse dor, tanto para eles quanto para si próprio. Ao que tudo indica, depois que Paulo deixara Corinto ou, pelo menos, depois que Tito havia chegado ali com a carta desagradável, os crentes de Corinto exerceram disciplina eclesiástica contra o ofensor.



3. A confiança de Paulo no triunfo da Igreja. Nos versículos 12 e 13, Paulo anseia por ter noticias de Tito. Ele tinha esperado que Tito visse ao encontro dele em Trôade e lhe desse noticia de que a carta de reprimenda fora bem recebida. Quando Tito não apareceu, Paulo ficou profundamente perturbado. A igreja não pode deixar de administrar a disciplina aos que cometem pecado, para que não haja contaminação dos demais, entretanto, o tratamento com o pecador deve ser feito com atitude corretiva, terapêutica e restauradora, visando proporcionar-lhe o arrependimento e o recomeço da vida cristã.



III. PAULO SE PREOCUPA COM OS FALSIFICADORES DA PALAVRA DE DEUS (2.14-17)

1. A visão de triunfo do Evangelho no mundo (2.14). A narrativa de Paulo muda, subitamente, da realidade visível de sua ansiedade pelos crentes de Corinto e de seu desapontamento por não ter encontrado Tito em Trôade, para o terreno espiritual. Paulo se vê como parte do cortejo triunfal de Deus na cidade celeste. O triunfo aqui é como o dos romanos, no qual uma homenagem publica e solene era feita a um general vitorioso, concedendo-lhe um magnífico cortejo pela cidade de Roma. O triunfo em Cristo significa completo domínio sobre os poderes satânicos.



2. Somos o bom cheiro de Cristo (2.15). Tal triunfo em Cristo manifesta a fragrância do seu conhecimento por meio de ministros triunfantes onde quer que sirvam. Os ministros são o bom perfume para Deus por meio de Cristo em todos que salvos e não salvos. Para os salvos, eles são um aroma de vida para a vida. Para os não salvos, eles são um aroma de morte. Esta é outra forma de dizer que quem receber o evangelho será salvo e quem o rejeitar se perderá. O evangelho pregado salva santos e condena pecadores.



3. A ameaça dos falsificadores da Palavra de Deus (2.17). É uma tragédia que então, como agora, muitos tenham pregado o evangelho ou o ensino cristão apenas como um meio de ganhar a vida. O alvo de Paulo não era beneficiar-se pessoalmente ou receber recompensa financeira, mas era a glória de Deus - todo o ministério de Paulo foi efetuado na presença de Deus, provendo-lhe um poderoso motivo para manter sua consciência limpa. Pregadores mercadores são aqueles que oferecem um evangelho de imitação, corrompido, o qual ilude aos interessados. No capítulo 11.13, Paulo condena os falsos apóstolos que torciam o Evangelho para tirar proveito próprio em detrimento dos demais.



CONCLUSÃO

Depois de haver explicado sua mudança de planos sobre a visita aos crentes coríntios, Paulo descreve o que é um verdadeiro ministério cristão. Significa ser ministro de uma gloriosa nova aliança, confiando em Deus em meios a tribulações e falando a mensagem de reconciliação. Paulo insiste que a fidelidade a essas tarefas - e não a eloqüência, profundos pensamentos filosóficos ou padrões mundanos de excelência pessoal - é a base de um ministério válido. Ele confia, diante de Deus, que o seu ministério é autêntico e que os crentes coríntios são “carta de recomendação”, que testificam dessa autenticidade. Ele não confiava em si mesmo, mas “por intermédio de Cristo”(3.4).



APLICAÇÃO PESSOAL



Muitas igrejas tem surgido no cenário nacional, adotando a função de ‘apóstolo’ dentro de sua hierarquia eclesiástica. Quando comparamos os ditos ‘apóstolos’ com aqueles do Novo-Testamento, notamos o quanto diferentes são. De fato, no exercício dessa função, os ‘apóstolos’ de hoje acabam não se identificando com o apostolado bíblico. Hoje, um título de pastor não é difícil de obter. Ministérios há em que os consagrados a tão sublime cargo, não tem a chamada, a vocação, recebendo imposição de mãos de outros em pior situação. Estes falsificadores não estão preocupados com o bem estar das ovelhas, mas sua única preocupação é com a lã das ovelhas. As falsas doutrinas (Ef 4.14 ), provenientes do ensino de falsos mestres, estão entrando em nossas igrejas através de movimentos e modismos doutrinários, confundindo os crentes sem raízes profundas. A Teologia da Prosperidade, o Movimento da Fé, quebra de maldições, batalhas espirituais, encontrões, a auto-ajuda e o movimento G-12 são exemplos dessas coisas nocivas que têm causado sérios prejuízos à Igreja.

Hoje temos uma excelente oportunidade para uma aula participativa, para um FeedBack* do que tem sucedido em nossas igrejas. Pergunte aos alunos o que eles entendem por ministério e ministros. Depois, discuta as respostas. Pergunte também como percebem o crescimento dos falsos obreiros e se saberiam identificar os tais.



N‘Ele, que aspira em nós o doce aroma de Cristo,

Francisco A Barbosa (assis.barbosa@bol.com.br)



BIBLIOGRAFIA PESQUISADA

- Dicionário VINE, CPAD.

- Bíblia de Estudo Pentecostal, Rio de Janeiro: CPAD

- Comentário Bíblico Matthew Henri, p.968. Rio de Janeiro: CPAD

- Bíblia de Estudo DAKE, CPAD-Ed Atos

- Bíblia de Estudo Genebra, Ed Cultura Cristã - SBB;



Boa Aula!



*FeedBack: -Em administração, feedback é o procedimento que consiste no provimento de informação à uma pessoa sobre o desempenho, conduta ou eventualidade executada por ela e objetiva reprimir, reorientar e/ou estimular uma ou mais ações determinadas, executadas anteriormente.

No processo de desenvolvimento da competência interpessoal o feedback é um importante recurso porque permite que nos vejamos como somos vistos pelos outros. É ainda, uma atividade executada com a finalidade de maximizar o desempenho de um indivíduo ou de um grupo. Processualmente, é oriundo de uma avaliação de monitoria.

domingo, 10 de janeiro de 2010

ESCOLA BIBLICA DOMINICAL-LIÇÃO 2

TEXTO ÁUREO - II Cor 1:3. 3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;




LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: II Cor 1:1-7. PAULO, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus, que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia.Graça a vós e paz da parte de Deus nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus. Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos;E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.



Uma frase:



Toda aflição visa o meu benefício espiritual, o meu crescimento, e equipar-me para ter simpatia pelos que precisam. David Wilkerson



Pequeno glossário:



NAUM, hebraico: consolação, compassivo



NAA, hebraico: consolação, doçura



Vemos o que a Consolação, pode representar. É uma forma doce, do Espírito Santo aliviar as dores da alma do crente.



Ásia - “na sua grande aflição na Ásia”. Não o continente, mas a região da província romana, próximo ou na atual Turquia, que como sabemos tem parte no Continente europeu [o que demandou no atual contexto mundial, uma demora para entrada da mesma na Comunidade européia] e parte na Ásia menor, região que Paulo pregou e realizou parte de suas viagens missionárias.



A palavra “tribulação” em grego - é thlipsis, significando “angústia”, “fardo”, “perseguição”, “dificuldades”.



Thlibo -ser afligidos;aflitos.



Reflexão:



Deus nos livra em meio das aflições:



Salmo 34.19. Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra.



At.4.36. Então José, cognominado pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da consolação), levita, natural de Chipre,



1 PAULO, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus, que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia.



2 Graça a vós e paz da parte de Deus nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo.



3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;



4 Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.



5 Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.



6 Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos;



7 E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.



8 Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos.



9 Mas já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos;



10 O qual nos livrou de tão grande morte, e livra; em quem esperamos que também nos livrará ainda,



11 Ajudando-nos também vós com orações por nós, para que pela mercê, que por muitas pessoas nos foi feita, por muitas também sejam dadas graças a nosso respeito.



12 Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e de modo particular convosco.



13 Porque nenhumas outras coisas vos escrevemos, senão as que já sabeis ou também reconheceis; e espero que também até ao fim as reconhecereis.



14 Como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no dia do Senhor Jesus.



15 E com esta confiança quis primeiro ir ter convosco, para que tivésseis uma segunda graça;



16 E por vós passar à Macedônia, e da Macedônia ir outra vez ter convosco, e ser guiado por vós à Judéia.



17 E, deliberando isto, usei porventura de leviandade? Ou o que delibero, o delibero segundo a carne, para que haja em mim sim, sim, e não, não?



18 Antes, como Deus é fiel, a nossa palavra para convosco não foi sim e não.



19 Porque o Filho de Deus, Jesus Cristo, que entre vós foi pregado por nós, isto é, por mim, Silvano e Timóteo, não foi sim e não; mas nele houve sim.



20 Porque todas quantas promessas há de Deus, são nele sim, e por ele o Amém, para glória de Deus por nós.



21 Mas o que nos confirma convosco em Cristo, e o que nos ungiu, é Deus,



22 O qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações.



23 Invoco, porém, a Deus por testemunha sobre a minha alma, que para vos poupar não tenho até agora ido a Corinto;



24 Não que tenhamos domínio sobre a vossa fé, mas porque somos cooperadores de vosso gozo; porque pela fé estais em pé.



Nesta Epístola Paulo já está em pleno domínio da maioria da Igreja de Corinto.



Já havia ultrapassado as dissensões e sabia que os partidos haviam ficado sem vós e calados, muito embora, ainda dentro da Igreja, mas sem voz e vez.



Assim ele pode encaminhar esta Epístola com grande vigor disciplinador.



Ele mostra até mesmo expressa a sua confiança: “Como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no dia do Senhor Jesus. E com esta confiança quis primeiro ir ter convosco, para que tivésseis uma segunda graça“ - II Co.1.14.15; em voltar a ter com os Coríntios, em pleno vigor e de cabeça erguida como Apóstolo daquela região e daquela Igreja.



Aflição:



A aflição é um sentimento de agonia, sofrimento intenso, preocupação ou desassossego por alguma causa ou coisa em que vá afetar a nossa vida direta, ou indiretamente.



Aflição é ainda a sensação de que algo “não está certo”, ou de que alguma coisa errada ou traumática possa acontecer.



Introdução:



II Co. 13.10-14.Portanto, escrevo estas coisas estando ausente, para que, estando presente, não use de rigor, segundo o poder que o Senhor me deu para edificação, e não para destruição.Quanto ao mais, irmãos, regozijai-vos, sede perfeitos, sede consolados, sede de um mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz será convosco.Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo.Todos os santos vos saúdam.A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Amém.



No contexto paulino, a palavra aflição está intimamente ligada a ação e trabalho na proclamação do Evangelho do Senhor Jesus Cristo, Salvador nosso, além de evidentemente ser uma característica do próprio Cristo que sofreu por nós, assim Paulo explica e exorta o ânimo dos coríntios em seguirem adiante em meio a toda e qualquer tribulação.



Mormente a própria vida do apóstolo e de muitos de seus liderados e acompanhantes, como Lucas, Barnabé [At.4.36. Então José, cognominado pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da consolação), levita, natural de Chipre,], Silas e outros.



Paulo tinha um grande interesse em que os cristãos não se abalassem pelos sofrimentos que viam na vida dele.



8-10.Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos.Mas já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos; O qual nos livrou de tão grande morte, e livra; em quem esperamos [esperançoso] que também nos livrará ainda,



Paulo preveni os crentes de Listra e Icônio, de que eles iriam experimentar sofrimento pessoal,”e confirmando [fortalecendo a alma -”anima”] o ânimo dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, através de muitas tribulações,nos importa entrar no reino de Deus”. Atos 14:22.



A palavra em grego que Paulo usa aqui para “tribulação” é a mesma que Jesus em João 16.33, e quer dizer “angústia”, “fardos”, “perseguições”, “dificuldades”. Paulo disse: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos”(2 Tim. 3:12).Sabemos que o Espírito Santo é o nosso Confortador. Mas por que Ele vem a nós quando há sofrimento profundo? Por que Ele fortalece, auxilia, e eleva os nossos espíritos? “…para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus. Porque, assim como os sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo” (2 Corint. 1: 4-5).



Aflição com gozo é a verdade na vida de Paulo, a qual ele quer transmitir aos seus leitores em Corinto e nos dias de hoje.



Em meio a grandes tribulações teremos uma maior Consolação com gozo do Espírito Santo.



Paulo está indo pela terceira vez a Corinto encontrar-se com a Igreja fundada em sua segunda viagem.



Paulo coloca o seu sentimento na necessidade da Consolação, comparando ao sofrimento de Jesus, que morreu, diz ele:



“II Co.13.4. Porque, ainda que foi crucificado por fraqueza, vive, contudo, pelo poder de Deus. Porque nós também somos fracos nele, mas viveremos com ele pelo poder de Deus em vós”.



A fraqueza a qual ele se refere é um dos traços do sofrimento da vida do homem Jesus e até mesmo as aflições da Cruz, expressa no clamor:



Mc.15.44. “E, à hora nona, Jesus exclamou com grande voz, dizendo: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? Que traduzido é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”.



Ou mesmo para reforçar o entendimento do momento de Jesus, no deserto sendo tentado e depois consolado pelos seus anjos enviados por Deus, assim somos consolados pelo Espírito Santo enviado pelo Cristo glorificado, que foi consolado pelo Pai que enviou o seu séqüito no deserto, para consolar Seu Filho Amado:



Mt. 4.1-4.Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.



Mt. 4.10 .11. Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam.



É na aflição-tribulação que necessitamos do consolo divino.



A consolação de alguns não pode ser medida, segundo o entendimento de Paulo, pelo sofrimento das aflições, do tempo presente.



Há homens que já são consolados nesta vida, mas, no entanto, não terão consolo na Vida eterna.



Lc.6.24. Mas ai de vós, ricos! Porque já tendes a vossa consolação.



Mas, nós como Igreja e salvos, somos ensinados por Paulo a entender o que acontece nesta relação homem-Deus, na qual há momentos de pleno gozo, mas, quando somos afligidos, somos reféns do medo, pavor…



Mas, há meios, os quais Paulo nos ensina, bem como, as Escrituras pelos quais somos exercitados a ser consolados e entender a consolação.



O Que é Aflição:



Jeremias: “Eu sou o homem que viu a aflição”.



No original hebraico o termo “viu” significa que a aflição está viva e permanente na mente e os olhos ainda a enxergam como se fosse naquele momento, algo do passado que se transformou em companhia constante e que pesa na alma.



Entendendo O Propósito da Aflição E A Ação do Consolador:



Não há aflição sem propósito.



Paulo e Silas passaram pela aflição louvando a Deus e Deus os livrou e ainda salvou o carcereiro e toda sua família (Atos 16.30-31).



Ao louvor de Paulo e Silas na realidade foi uma ação do Espírito Santo que suscitou adoração em meio as dores e a aflição.



Paulo deixa muito claro que à alguns é permitido suportar muita aflição, não apenas para o seu próprio aprendizado, mas para beneficiar e ensinar a outros.



Não é a aflição ou o sofrimento, em si, que nos ensinam.



Muitos crentes não aprenderam nada com suas dificuldades.



Alguns até se distanciaram do Senhor.



Em vez disto, é necessário que o sofrimento e a aflição sejam entendidos e aceitos como provenientes da Sua mão.



A mente natural fica irritada e deprimida com qualquer tipo de sofrimento ou de aflição.A ação da aflição e seus efeitos:



Têm muitos, que a aflição não lhes dá crescimento, mas desespero, como o próprio Apóstolo pensou, num primeiro momento, na sua grande aflição na Ásia, mas depois ele reconsidera que há esperança em Cristo [IICo.1.8-9]:



II Co.4.8,9. Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desesperados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;



Davi disse: “No dia da minha angústia, procuro o Senhor…”Salmo77:2.



Aprendemos com esta Lição 2, que há ainda uma necessidade de ensino para nós Igreja de Cristo:



Aprendermos a passar tribulações e aflições, são elas que nos darão estrutura espiritual:



Pessoal



Para crescimento



Para fortalecimento



Para suscitar esperança



Para aprendizado



“Toda aflição visa o meu benefício espiritual, o meu crescimento, e equipar-me para ter simpatia pelos que precisam”.



E finalmente para nos preparar a transmitir a outros o que é passar aflição em Cristo, pois sempre ele nos mandará Consolação, através do “allos” enviado.



Muitos de nós, cristãos, sofremos e até desfalecemos nas nossas aflições, porque não aprendemos com Paulo, que o que estamos passando, é um tratamento de Deus para crescimento e acima das dores da aflição serão alcançados pela Consolação.



Não aprenderam que há uma ação de Deus a cada dia e o Espírito Santo nos conduzirá pelo caminho do refrigério de nossas almas e nos regenerará N’Ele.



Veja o que Paulo diz: “Pois tudo é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus.Por isso não desfalecemos; mas ainda que o nosso homem exterior se esteja consumindo, o interior, contudo, se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós cada vez mais abundantemente um eterno peso de glória; não atentando nós nas coisas que se vêem, mas sim nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, enquanto as que se não vêem são eternas.” II Co.4.15-18.



Muitos estão como os judaizantes de Corinto, achando que em Deus não teremos mais aflições, e ainda encontram, no século presente “judaizantes” da tradição judaica [Os judeus acreditavam que se Deus se agradasse de você, então seria sempre abençoado e nunca sofreria.], nas pregações de muitos e famosos pregadores: “você nunca mais sofrerá,…você não terá mais falta de coisa alguma“, é uma pregação atual e disforme, distante dos ensinos bíblicos, principalmente dos ensinos paulinos, a verdade é que Paulo “pode tudo“, após passar fome, ser afligido, suportar cadeias, esta é a verdade das Epístolas de Paulo a Igreja de Corinto.



Nós os salvos somos aqueles que a tribulação ou aflição é uma mola que nos tira do vale para os montes e nos da o crescimento e a experiência, o “sendo atribulados, mas não desesperados”, nos aproxima de Deus.



A Aflição Promove Esperança:



Não pense que a aflição não terá fim, mas será algo que promoverá a ação do Espírito Santo na nossa vida.



O próprio profeta Jeremias encerra, este trecho de seu discurso canônico dizendo e entendendo, qual era propósito das suas aflições: “Quero trazer à memória o que pode me dar esperança“;



Paulo sabe que a sua vida é usada por Deus para iluminar a vida de muitos, a despeito destas tribulações ele pode ensinar: “Antes em tudo recomendando-nos como ministros de Deus; em muita perseverança, em aflições, em necessidades, em angústias, em açoites, em prisões, em tumultos, em trabalhos, em vigílias, em jejuns, na pureza, na ciência, na longanimidade, na bondade, no Espírito Santo, no amor não fingido, na palavra da verdade, no poder de Deus, pelas armas da justiça à direita e à esquerda, por honra e por desonra, por má fama e por boa fama; como enganadores, porém verdadeiros; como desconhecidos, porém bem conhecidos; como quem morre, e eis que vivemos; como castigados, porém não mortos; como entristecidos, mas sempre nos alegrando; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo, mas possuindo tudo“.II Co.6.4.



O Objetivo da Consolação:



É o próprio Deus que nos consola através da Trindade em Cristo.



3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;



4 Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.



5 Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.



Mais, entendendo pelos versículos da Lição que Paulo está se referindo a alguém em especial, vemos que Jesus foi enviado como Consolador da nação de Israel e hoje nós somos o Israel de Deus.



Lc.2.25. Ora, havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem, justo e temente a Deus, esperava a consolação de Israel;



Mt.5.4. Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.



Paulo nos versículo de 3 a 11, do capítulo primeiro desta segunda Epístola, está ensinando sobre a ação de Deus sofre o afligido, e o exemplo começa com ele.



Ensina que sobre esta base, Deus está estabelecendo um novo patamar espiritual para a Igreja de Corinto, sobre a obediência.



A consolação começa de cima para baixo no seio da Igreja.



Ela começa no próprio Apóstolo, sendo consolado em sua grande aflição - vs. 9 - para que ele possa transmitir este ensino da ação do Consolador



4.Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.



Promover o entendimento que nos traz a experiência para que possamos entender o que ocorre na vida daquele que passa aflição, e se desespera.



Promover Esperança:



Quando estamos em aflição parece que jamais ela acabará, masquando vem a Consolação a sensação é de esquecimento de tudo quanto passamos, mesmo os maiores problemas, são superados em nossas mentes, pela Consolação.



7 E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.



Como Somos Consolados:



Pela Palavra:



Pelo Evangelho nós somos iluminados para entender que as coisas de Deus e permitidas por ele em nossas vidas, nos são reveladas pela sua palavra que nos regenera, “ainda que nosso homem interior se corrompa”, a Sua palavra nos renovará e consolará, pois é Ela, quem nos alimenta e nos traz alegria a cada manhã.



II Co. 4.1 Pelo que, tendo este ministério, assim como já alcançamos misericórdia, não desfalecemos;



Sl.119.50. Isto é a minha consolação na minha aflição, porque a tua palavra me vivificou.



Por Cristo:



Cristo é promotor pelo Espírito Santo da nossa consolação.



Paulo diz: “5.Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo”, isto significa: se são muitas as aflições sobejará consolação em Cristo.



O Que A Consolação Promove:



Em meio a grande perseguição a Igreja primitiva, da qual um dos perseguidos,”At.9.29. …procuravam mata-lo”, era o próprio Apóstolo Paulo, havia uma ação do Espírito Santo, em fazê-la crescer, sob a ação e Consolação dada por Deus, através do Espírito Santo.



At. 9:31. - Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galiléia e Samaria tinham paz, e eram edificadas;e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo.



Edificação



Multiplicação



Certeza: “Rm.8.35. quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação…”



Conclusão:



Esta lição nos trás um ensino consubstanciado de entendimento de que:



Deus nos permite sofrer as aflições, com um propósito de crescimento



De experiência



De fortalecimento



De nos infundir confiança n’Ele



De entendimento que tribulação vem sim na vida do cristão, por Cristo - pathema.



Mas, também nos da a resposta de que o Consolo de Deus sempre estará presente em nós, em meio, na e depois da aflição ou tribulação.



Cria que Deus tem uma Consolação em Cristo para nós!

sábado, 9 de janeiro de 2010

ESCOLA BIBLICA DOMINICAL-LIÇÃO 2

TEXTO ÁUREO - II Cor 1:3. 3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;




LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: II Cor 1:1-7. PAULO, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus, que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia.Graça a vós e paz da parte de Deus nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus. Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos;E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.



Uma frase:



Toda aflição visa o meu benefício espiritual, o meu crescimento, e equipar-me para ter simpatia pelos que precisam. David Wilkerson



Pequeno glossário:



NAUM, hebraico: consolação, compassivo



NAA, hebraico: consolação, doçura



Vemos o que a Consolação, pode representar. É uma forma doce, do Espírito Santo aliviar as dores da alma do crente.



Ásia - “na sua grande aflição na Ásia”. Não o continente, mas a região da província romana, próximo ou na atual Turquia, que como sabemos tem parte no Continente europeu [o que demandou no atual contexto mundial, uma demora para entrada da mesma na Comunidade européia] e parte na Ásia menor, região que Paulo pregou e realizou parte de suas viagens missionárias.



A palavra “tribulação” em grego - é thlipsis, significando “angústia”, “fardo”, “perseguição”, “dificuldades”.



Thlibo -ser afligidos;aflitos.



Reflexão:



Deus nos livra em meio das aflições:



Salmo 34.19. Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra.



At.4.36. Então José, cognominado pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da consolação), levita, natural de Chipre,



1 PAULO, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus, que está em Corinto, com todos os santos que estão em toda a Acaia.



2 Graça a vós e paz da parte de Deus nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo.



3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;



4 Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.



5 Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.



6 Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos;



7 E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.



8 Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos.



9 Mas já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos;



10 O qual nos livrou de tão grande morte, e livra; em quem esperamos que também nos livrará ainda,



11 Ajudando-nos também vós com orações por nós, para que pela mercê, que por muitas pessoas nos foi feita, por muitas também sejam dadas graças a nosso respeito.



12 Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que com simplicidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria carnal, mas na graça de Deus, temos vivido no mundo, e de modo particular convosco.



13 Porque nenhumas outras coisas vos escrevemos, senão as que já sabeis ou também reconheceis; e espero que também até ao fim as reconhecereis.



14 Como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no dia do Senhor Jesus.



15 E com esta confiança quis primeiro ir ter convosco, para que tivésseis uma segunda graça;



16 E por vós passar à Macedônia, e da Macedônia ir outra vez ter convosco, e ser guiado por vós à Judéia.



17 E, deliberando isto, usei porventura de leviandade? Ou o que delibero, o delibero segundo a carne, para que haja em mim sim, sim, e não, não?



18 Antes, como Deus é fiel, a nossa palavra para convosco não foi sim e não.



19 Porque o Filho de Deus, Jesus Cristo, que entre vós foi pregado por nós, isto é, por mim, Silvano e Timóteo, não foi sim e não; mas nele houve sim.



20 Porque todas quantas promessas há de Deus, são nele sim, e por ele o Amém, para glória de Deus por nós.



21 Mas o que nos confirma convosco em Cristo, e o que nos ungiu, é Deus,



22 O qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações.



23 Invoco, porém, a Deus por testemunha sobre a minha alma, que para vos poupar não tenho até agora ido a Corinto;



24 Não que tenhamos domínio sobre a vossa fé, mas porque somos cooperadores de vosso gozo; porque pela fé estais em pé.



Nesta Epístola Paulo já está em pleno domínio da maioria da Igreja de Corinto.



Já havia ultrapassado as dissensões e sabia que os partidos haviam ficado sem vós e calados, muito embora, ainda dentro da Igreja, mas sem voz e vez.



Assim ele pode encaminhar esta Epístola com grande vigor disciplinador.



Ele mostra até mesmo expressa a sua confiança: “Como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no dia do Senhor Jesus. E com esta confiança quis primeiro ir ter convosco, para que tivésseis uma segunda graça“ - II Co.1.14.15; em voltar a ter com os Coríntios, em pleno vigor e de cabeça erguida como Apóstolo daquela região e daquela Igreja.



Aflição:



A aflição é um sentimento de agonia, sofrimento intenso, preocupação ou desassossego por alguma causa ou coisa em que vá afetar a nossa vida direta, ou indiretamente.



Aflição é ainda a sensação de que algo “não está certo”, ou de que alguma coisa errada ou traumática possa acontecer.



Introdução:



II Co. 13.10-14.Portanto, escrevo estas coisas estando ausente, para que, estando presente, não use de rigor, segundo o poder que o Senhor me deu para edificação, e não para destruição.Quanto ao mais, irmãos, regozijai-vos, sede perfeitos, sede consolados, sede de um mesmo parecer, vivei em paz; e o Deus de amor e de paz será convosco.Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo.Todos os santos vos saúdam.A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Amém.



No contexto paulino, a palavra aflição está intimamente ligada a ação e trabalho na proclamação do Evangelho do Senhor Jesus Cristo, Salvador nosso, além de evidentemente ser uma característica do próprio Cristo que sofreu por nós, assim Paulo explica e exorta o ânimo dos coríntios em seguirem adiante em meio a toda e qualquer tribulação.



Mormente a própria vida do apóstolo e de muitos de seus liderados e acompanhantes, como Lucas, Barnabé [At.4.36. Então José, cognominado pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da consolação), levita, natural de Chipre,], Silas e outros.



Paulo tinha um grande interesse em que os cristãos não se abalassem pelos sofrimentos que viam na vida dele.



8-10.Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos.Mas já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos; O qual nos livrou de tão grande morte, e livra; em quem esperamos [esperançoso] que também nos livrará ainda,



Paulo preveni os crentes de Listra e Icônio, de que eles iriam experimentar sofrimento pessoal,”e confirmando [fortalecendo a alma -”anima”] o ânimo dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, através de muitas tribulações,nos importa entrar no reino de Deus”. Atos 14:22.



A palavra em grego que Paulo usa aqui para “tribulação” é a mesma que Jesus em João 16.33, e quer dizer “angústia”, “fardos”, “perseguições”, “dificuldades”. Paulo disse: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos”(2 Tim. 3:12).Sabemos que o Espírito Santo é o nosso Confortador. Mas por que Ele vem a nós quando há sofrimento profundo? Por que Ele fortalece, auxilia, e eleva os nossos espíritos? “…para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus. Porque, assim como os sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo” (2 Corint. 1: 4-5).



Aflição com gozo é a verdade na vida de Paulo, a qual ele quer transmitir aos seus leitores em Corinto e nos dias de hoje.



Em meio a grandes tribulações teremos uma maior Consolação com gozo do Espírito Santo.



Paulo está indo pela terceira vez a Corinto encontrar-se com a Igreja fundada em sua segunda viagem.



Paulo coloca o seu sentimento na necessidade da Consolação, comparando ao sofrimento de Jesus, que morreu, diz ele:



“II Co.13.4. Porque, ainda que foi crucificado por fraqueza, vive, contudo, pelo poder de Deus. Porque nós também somos fracos nele, mas viveremos com ele pelo poder de Deus em vós”.



A fraqueza a qual ele se refere é um dos traços do sofrimento da vida do homem Jesus e até mesmo as aflições da Cruz, expressa no clamor:



Mc.15.44. “E, à hora nona, Jesus exclamou com grande voz, dizendo: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? Que traduzido é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”.



Ou mesmo para reforçar o entendimento do momento de Jesus, no deserto sendo tentado e depois consolado pelos seus anjos enviados por Deus, assim somos consolados pelo Espírito Santo enviado pelo Cristo glorificado, que foi consolado pelo Pai que enviou o seu séqüito no deserto, para consolar Seu Filho Amado:



Mt. 4.1-4.Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome;E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.



Mt. 4.10 .11. Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam.



É na aflição-tribulação que necessitamos do consolo divino.



A consolação de alguns não pode ser medida, segundo o entendimento de Paulo, pelo sofrimento das aflições, do tempo presente.



Há homens que já são consolados nesta vida, mas, no entanto, não terão consolo na Vida eterna.



Lc.6.24. Mas ai de vós, ricos! Porque já tendes a vossa consolação.



Mas, nós como Igreja e salvos, somos ensinados por Paulo a entender o que acontece nesta relação homem-Deus, na qual há momentos de pleno gozo, mas, quando somos afligidos, somos reféns do medo, pavor…



Mas, há meios, os quais Paulo nos ensina, bem como, as Escrituras pelos quais somos exercitados a ser consolados e entender a consolação.



O Que é Aflição:



Jeremias: “Eu sou o homem que viu a aflição”.



No original hebraico o termo “viu” significa que a aflição está viva e permanente na mente e os olhos ainda a enxergam como se fosse naquele momento, algo do passado que se transformou em companhia constante e que pesa na alma.



Entendendo O Propósito da Aflição E A Ação do Consolador:



Não há aflição sem propósito.



Paulo e Silas passaram pela aflição louvando a Deus e Deus os livrou e ainda salvou o carcereiro e toda sua família (Atos 16.30-31).



Ao louvor de Paulo e Silas na realidade foi uma ação do Espírito Santo que suscitou adoração em meio as dores e a aflição.



Paulo deixa muito claro que à alguns é permitido suportar muita aflição, não apenas para o seu próprio aprendizado, mas para beneficiar e ensinar a outros.



Não é a aflição ou o sofrimento, em si, que nos ensinam.



Muitos crentes não aprenderam nada com suas dificuldades.



Alguns até se distanciaram do Senhor.



Em vez disto, é necessário que o sofrimento e a aflição sejam entendidos e aceitos como provenientes da Sua mão.



A mente natural fica irritada e deprimida com qualquer tipo de sofrimento ou de aflição.A ação da aflição e seus efeitos:



Têm muitos, que a aflição não lhes dá crescimento, mas desespero, como o próprio Apóstolo pensou, num primeiro momento, na sua grande aflição na Ásia, mas depois ele reconsidera que há esperança em Cristo [IICo.1.8-9]:



II Co.4.8,9. Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desesperados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;



Davi disse: “No dia da minha angústia, procuro o Senhor…”Salmo77:2.



Aprendemos com esta Lição 2, que há ainda uma necessidade de ensino para nós Igreja de Cristo:



Aprendermos a passar tribulações e aflições, são elas que nos darão estrutura espiritual:



Pessoal



Para crescimento



Para fortalecimento



Para suscitar esperança



Para aprendizado



“Toda aflição visa o meu benefício espiritual, o meu crescimento, e equipar-me para ter simpatia pelos que precisam”.



E finalmente para nos preparar a transmitir a outros o que é passar aflição em Cristo, pois sempre ele nos mandará Consolação, através do “allos” enviado.



Muitos de nós, cristãos, sofremos e até desfalecemos nas nossas aflições, porque não aprendemos com Paulo, que o que estamos passando, é um tratamento de Deus para crescimento e acima das dores da aflição serão alcançados pela Consolação.



Não aprenderam que há uma ação de Deus a cada dia e o Espírito Santo nos conduzirá pelo caminho do refrigério de nossas almas e nos regenerará N’Ele.



Veja o que Paulo diz: “Pois tudo é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus.Por isso não desfalecemos; mas ainda que o nosso homem exterior se esteja consumindo, o interior, contudo, se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós cada vez mais abundantemente um eterno peso de glória; não atentando nós nas coisas que se vêem, mas sim nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, enquanto as que se não vêem são eternas.” II Co.4.15-18.



Muitos estão como os judaizantes de Corinto, achando que em Deus não teremos mais aflições, e ainda encontram, no século presente “judaizantes” da tradição judaica [Os judeus acreditavam que se Deus se agradasse de você, então seria sempre abençoado e nunca sofreria.], nas pregações de muitos e famosos pregadores: “você nunca mais sofrerá,…você não terá mais falta de coisa alguma“, é uma pregação atual e disforme, distante dos ensinos bíblicos, principalmente dos ensinos paulinos, a verdade é que Paulo “pode tudo“, após passar fome, ser afligido, suportar cadeias, esta é a verdade das Epístolas de Paulo a Igreja de Corinto.



Nós os salvos somos aqueles que a tribulação ou aflição é uma mola que nos tira do vale para os montes e nos da o crescimento e a experiência, o “sendo atribulados, mas não desesperados”, nos aproxima de Deus.



A Aflição Promove Esperança:



Não pense que a aflição não terá fim, mas será algo que promoverá a ação do Espírito Santo na nossa vida.



O próprio profeta Jeremias encerra, este trecho de seu discurso canônico dizendo e entendendo, qual era propósito das suas aflições: “Quero trazer à memória o que pode me dar esperança“;



Paulo sabe que a sua vida é usada por Deus para iluminar a vida de muitos, a despeito destas tribulações ele pode ensinar: “Antes em tudo recomendando-nos como ministros de Deus; em muita perseverança, em aflições, em necessidades, em angústias, em açoites, em prisões, em tumultos, em trabalhos, em vigílias, em jejuns, na pureza, na ciência, na longanimidade, na bondade, no Espírito Santo, no amor não fingido, na palavra da verdade, no poder de Deus, pelas armas da justiça à direita e à esquerda, por honra e por desonra, por má fama e por boa fama; como enganadores, porém verdadeiros; como desconhecidos, porém bem conhecidos; como quem morre, e eis que vivemos; como castigados, porém não mortos; como entristecidos, mas sempre nos alegrando; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo, mas possuindo tudo“.II Co.6.4.



O Objetivo da Consolação:



É o próprio Deus que nos consola através da Trindade em Cristo.



3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;



4 Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.



5 Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.



Mais, entendendo pelos versículos da Lição que Paulo está se referindo a alguém em especial, vemos que Jesus foi enviado como Consolador da nação de Israel e hoje nós somos o Israel de Deus.



Lc.2.25. Ora, havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem, justo e temente a Deus, esperava a consolação de Israel;



Mt.5.4. Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.



Paulo nos versículo de 3 a 11, do capítulo primeiro desta segunda Epístola, está ensinando sobre a ação de Deus sofre o afligido, e o exemplo começa com ele.



Ensina que sobre esta base, Deus está estabelecendo um novo patamar espiritual para a Igreja de Corinto, sobre a obediência.



A consolação começa de cima para baixo no seio da Igreja.



Ela começa no próprio Apóstolo, sendo consolado em sua grande aflição - vs. 9 - para que ele possa transmitir este ensino da ação do Consolador



4.Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.



Promover o entendimento que nos traz a experiência para que possamos entender o que ocorre na vida daquele que passa aflição, e se desespera.



Promover Esperança:



Quando estamos em aflição parece que jamais ela acabará, masquando vem a Consolação a sensação é de esquecimento de tudo quanto passamos, mesmo os maiores problemas, são superados em nossas mentes, pela Consolação.



7 E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação.



Como Somos Consolados:



Pela Palavra:



Pelo Evangelho nós somos iluminados para entender que as coisas de Deus e permitidas por ele em nossas vidas, nos são reveladas pela sua palavra que nos regenera, “ainda que nosso homem interior se corrompa”, a Sua palavra nos renovará e consolará, pois é Ela, quem nos alimenta e nos traz alegria a cada manhã.



II Co. 4.1 Pelo que, tendo este ministério, assim como já alcançamos misericórdia, não desfalecemos;



Sl.119.50. Isto é a minha consolação na minha aflição, porque a tua palavra me vivificou.



Por Cristo:



Cristo é promotor pelo Espírito Santo da nossa consolação.



Paulo diz: “5.Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo”, isto significa: se são muitas as aflições sobejará consolação em Cristo.



O Que A Consolação Promove:



Em meio a grande perseguição a Igreja primitiva, da qual um dos perseguidos,”At.9.29. …procuravam mata-lo”, era o próprio Apóstolo Paulo, havia uma ação do Espírito Santo, em fazê-la crescer, sob a ação e Consolação dada por Deus, através do Espírito Santo.



At. 9:31. - Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galiléia e Samaria tinham paz, e eram edificadas;e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e consolação do Espírito Santo.



Edificação



Multiplicação



Certeza: “Rm.8.35. quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação…”



Conclusão:



Esta lição nos trás um ensino consubstanciado de entendimento de que:



Deus nos permite sofrer as aflições, com um propósito de crescimento



De experiência



De fortalecimento



De nos infundir confiança n’Ele



De entendimento que tribulação vem sim na vida do cristão, por Cristo - pathema.



Mas, também nos da a resposta de que o Consolo de Deus sempre estará presente em nós, em meio, na e depois da aflição ou tribulação.



Cria que Deus tem uma Consolação em Cristo para nós!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Cristianismo x Mundanismo


O cristianismo tem papel fundamental na construção de uma sociedade alicerçada em princípios éticos, puros, criteriosos que ditam o segredo de como se viver perante uma sociedade degradada pelo mundanismo, violência e outras mazelas. O que seria de nós, cristãos, se homens como Gunnar Vingren, Daniel Berg e evangelistas de outras denominações não tivessem lutado pela continuação do protestantismo mundial, opondo-se a dogmas errôneos vividos na igreja medieval.



O Iluminismo afirmava que os cristãos viviam nos “tempos das trevas”, mas parece que esta realidade está retornando, pois a cada dia presenciamos escândalos, a continua entrada do mundanismo em nossas igrejas, e o que mais me preocupa; as heresias que são aceitas por grande parte da comunidade cristã atual.



Ser cristão é viver conforme os ensinamentos bíblicos, uma vez que não cumprirmos os preceitos do Senhor, nos opomos ao realizar de seus planos em nossas vidas. A igreja é constituída de homens e mulheres falíveis, mas não devemos, de maneira alguma, usar as debilidades humanas como condicionamento ao erro. Usar a palavra de Deus, ou adaptá-la para nosso modo de vida, causará no povo de Deus uma desestruturação espiritual, muitas vezes irreversível.



O mundanismo não pode adentrar nossas igrejas, pois o evangelho de Cristo deve ser vivenciado sem máculas, fundamentado na reverência ao Senhor, e anunciado conscientemente. Os cristãos devem ser incentivados ao habito da leitura bíblica. Através da palavra de Deus o povo terá conhecimento para não cometer atos que denigram a imagem do evangelho.



Cristianismo discutido não quer dizer esclarecido. Ler a palavra de Deus requer atenção, para que não usemos de interpretações frívolas, causadoras de um mau: a ignorância perante problemáticas encontradas na bíblia, explicitada de maneira errada, se lida sem critérios de interpretação.



Por esta falta de sabedoria interpretativa, muitos são levados a práticas mundanas realizadas nos púlpitos, algumas provenientes de outras religiões, que em grande maioria, não condizem com as escrituras; levando o povo a uma busca desenfreada por momentos de euforia.



A sociedade cristã deve estar fundamentada na palavra de Deus, afim de alcançarem sabedoria tamanha, a praticarem o evangelho racionalmente, e construtivamente crescerem nos degraus da maturidade cristã.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

ebd davi e seu sucessor

I - Introdução




Ser o sucessor de um grande homem de Deus, ou um homem segundo o coração de Deus como foi Davi, não era uma tarefa fácil. Um homem que de pastor de ovelhas se tornou um grande guerreiro e consolidou a pequena nação de Israel como um reino poderoso que, no século 10 a. C. dominou grande parte do Oriente Médio. Davi apesar de ter cometido alguns deslizes, sempre soube reconhecer seus erros e pedir misericórdia a Deus. Ao longo de sua vida buscou ser um homem reto e fazer a vontade de Deus.



II - Um sucessor indicado por Davi, mas escolhido por Deus.



II.1 - As insubmissas escolhas humanas



Adonias não respeitou a autoridade, idade, ou estado de saúde de seu pai. Davi tinha culpa nisto, pois não havia dado limites ou orientado seu filho. Em I Reis 1.6 diz: “E nunca seu pai tinha contrariado dizendo: Por que fizeste assim?”



A rebelião de Adonias era também fruto do pecado de Davi, que em toda sua vida sofreu com seus filhos.



Trazendo o assunto para nossos dias, vemos com relação à sucessão ministerial muitos agirem como Adonias, pois antes mesmo que seus líderes devam ser substituídos já estão articulando ou especulando sobre a sucessão. Usam de ardis para usurparem o lugar para o qual Deus já escolheu a pessoa certa.



II.2 - A escolha divina



Apesar da ambição de Adonias pelo trono de Davi, seu pai, foi a Salomão que Deus escolheu. Este é sem duvida o grande diferencial para quem deseja ser líder, não basta que haja quem indique, é essencial que seja escolhido por Deus.



Lendo a Coletânea de Artigos Históricos do Mensageiro da Paz, encontrei um artigo escrito por David Tavares Duarte - Maio/2000, cujo título é: “Nepotismo não, vocacionados sim”. Neste artigo o autor fala exatamente sobre o que vem acontecendo Brasil afora na sucessão ministerial.



“A luz da Bíblia, não compete ao homem, mas a Deus aprovar ou reprovar aqueles que ingressam no episcopado. Consoante expresso em I Timóteo 3.1, cabe ao líder a tarefa de avaliar o candidato, não o parentesco”.



A Bíblia nos mostra exemplos de filhos de sacerdotes que foram aprovados por Deus como sucessores. Arão, sacerdote fiel, teve filhos ungidos sacerdotes. Um deles, Eleazar, foi considerado príncipe dos príncipes de Levi e superintendente sobre os que tinham o cuidado da guarda do santuário (Nm 3.2-32).



Fineias, filho de Eleazar, recebeu o concerto da paz e o concerto de sacerdócio perpétuo (Nm 25.11-13). Quão glorioso seria se todo Pastor evangélico tivesse o privilégio de indicar os filhos, genros ou netos de forma reta e justa ao santo trabalho do Reino de Deus!



III - Um sucessor de pouco experiência mas que herdou um grande legado



Davi demonstrou suas melhores virtudes de liderança como rei quando organizou a apropriada direção do culto divino, definindo, entre outras coisas, trabalho dos levitas (I Cr 23.4 e 5). Fazendo isso, ele consolidou a base da sua liderança e fortaleceu a estrutura religiosa e política da nação.



Salomão reconhecia em seu pai um líder virtuoso e quando Deus fala com ele em sonho ele se considera um menino. Tendo oportunidade de pedir a Deus o que quisesse, ele pede “um coração bem entendido” (I Rs 3.9). Sabedoria foi o que Salomão pediu a Deus, pois reconhecia a árdua tarefa de ser sucessor de seu pai Davi.



Quando Davi exorta os príncipes e seu filho Salomão (I Cr. 28), ele coloca como condição prévia para que o reino de Salomão fosse estabelecido que este estivesse em obediência e fidelidade a Deus. Davi aconselhou Salomão que procurasse conhecer a Deus, que servisse e O buscasse “com um coração perfeito e com alma voluntária” (I Cr 28.9). Enquanto Salomão procedeu assim foi abençoado por Deus.



IV - Um sucesso jovem mas de grande piedade



Salomão demonstrou por muitas vezes que mesmo sendo tão jovem era um homem temente, justo e humilde. Soube reconhecer tudo que seu pai representava (I Rs 3. 6 e 7).



É dever de um líder se conduzir de forma irrepreensível, tanto na vida privada como na vida pública. Por isso Deus condicionou os dias de vida de Salomão à maneira como se conduziria diante de dEle. Uma vida longa dependia de sua retidão (I Rs 3.14)



A verdade prática desta lição fala sobre a virtude dos grandes líderes em forma sucessores. Penso que a maneira de viver e agir é fundamental para a formação de novos obreiros. Os liderados podem se espelhar num líder que vive na direção e dependência de Deus.



V - Conclusão



Esta lição nos faz refletir sobre aceitarmos a vontade de Deus e nos conduzirmos dentro da Sua vontade. A ambição tem feito com que muitos passem sobre os outros, atropelando sonhos e vocações. Quantos homens de Deus vocacionados, habilitados e chamados estão frustrados, vítimas da ambição de muitos que não se preocupam em consultar a Deus e colocam seus propósitos acima da vontade de Deus? Rogamos para que aqueles que detêm o poder de decisão no trato das questões de interesse da Igreja coloquem a vontade de Deus sobre seus interesses pessoais.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

O cristão precisa aprender a rir e relaxar


Tenho notado em muitos irmãos e irmãs na fé em Cristo Jesus uma rispidez e rigidez de espírito e vida. Homens e mulheres que muitas vezes são abençoados através do ministério, prosperam em diversas áreas, são expressivos e com grande potencial no Reino de Deus, mas seu semblante é duro, áspero e sério demais como se isto levasse a ser mais santo que os demais ou mais espiritual que seus irmãos, já vi também o julgamento que fazem sobre alguém ou algum irmão que possui o sorriso natural ou é brincalhão ser taxado como não espiritual.



É como se o modelo de seriedade e espiritualidade fosse a falta de sorriso e alegria no coração, ledo engano, não consigo ver um Cristo carrancudo e sério que não tenha rido ou se alegrado muitas vezes com seus discípulos diante de algum fato engraçado do dia a dia e ministério, o cristão precisa resgatar o sorriso no semblante nos dias de hoje, pois quem quer se converter e viver triste, melancólico e sisudo e acreditar que Cristo não sorria ou se alegrava com seus amigos e discípulos, não tem a alegria do Senhor, e como diz a palavra de Deus, alegria do Senhor é nossa força. Então meu irmão aprenda a relaxar e a sorrir pois Deus quer vê-lo alegre, feliz e com muita paz. Sorrir suaviza nosso rosto.



É isso aí... Um abraço fraterno de vosso irmão em Cristo.